A FACE OCULTA DE EMMANUEL MACRON
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- 10:44PrésentateurChiffre
« incluindo um acordo de 9 bilhões de euros com a compra da divisão de nutrição infantil da Pfizer pela Nestlé. »
- 11:18PrésentateurFait
« A Lei Macron, de 2015, que flexibilizou o mercado de trabalho e os horários do comércio »
- 16:09PrésentateurChiffre
« atualmente a área de preservação na França é de apenas 4% »
- 16:42PrésentateurChiffre
« o total de área preservada no Brasil é de 3,56 vezes maior do que todo o território francês »
- 17:01PrésentateurChiffre
« o Brasil tem cerca de 66% de sua cobertura original ainda intacta »
- 18:16PrésentateurFait
« grandes projetos de mineração e expansão econômica estão mudando essa realidade e foram aprovados por Macron »
- 18:53PrésentateurChiffre
« Em 2024, o Brasil registrou o maior número de focos de incêndio desde 2010 »
- 28:04PrésentateurChiffre
« O partido de Macron, o Juntos, ficou com o segundo lugar com 168 cadeiras »
- 29:20PrésentateurChiffre
« determinou uma pena de 4 anos de prisão por suposto uso indevido de verbas do Parlamento Europeu »
- 30:05PrésentateurFait
« o judiciário é independente »
- 31:51PrésentateurPromesse
« afirmar que poderia reconhecer o Estado palestino »
Temps de parole
- Présentateur87 %
- ?8 %
- Invité2 %
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Quand vous pensez en France, la image que vient à la tête, probablement envoie la Tour Renfèle, iluminée en une nuit inévitablement romantique,
vins
que coûte plus que votre aluguel,
et
un arsenal de queijos avec nomes impronunciables.
Et
déjà que nous parlons en arsenal, peut-être que vous pensez aussi en revolu. Enfant, la France n'est pas seulement le pays du romance gastronomique,
c
'est aussi la terre des revoluçons,
un
lieu où les pescoces que aujourd'hui desfilent cachetois elegantes, déjà enfrentaient une moda encore plus populaire que les écharpes, les guillotines.
Sendo
ainsi,
le
personnage de ce épisode
n
'aurait d'un autre lieu. Emmanuel Macron.
Le
jeune prince,
que
chegou pour revolucioner la politique française et mondiale, aussi, considérant son engagement en assuntos de
d
'autres pays.
Merci.
Tout
le
monde. Le
jeune prince, en
2017, était assisté avec beaucoup d'empouissance, non seulement pour les franceses, mais pour tout le monde.
En
ce moment, il s'est devenu non seulement le président plus jeune de l'histoire moderne de la France, comme aussi une figure qui promette grandes changements et rompe des modèles en diverses aspects,
de
faits, inclusive, no amor.
Macron
se casou com sua ex-professora, 24 ans mais velha, desafiando todos os olhares tortos para uma união que, apesar de muitos obstáculos, perdura a mais de 30 anos.
Quand
tomou posse, os eleitores franceses suspiraram,
não
só de admiração,
mas
de alívio com aquele jovem príncipe, tão romântico quanto moderno, que surgia como a personificação da mudança e da esperança. Jovem, articulado, prometendo governar para todos, especialmente para os que sentiam que a política tradicional não via nem resolvia seus problemas. Mas,
eu
te prometo,
existe
um lado oculto nessa história. Emmanuel Jean-Michel Fédéric Macron, mais conhecido como Macron.
Jovem
príncipe
ou
até Júpiter, graças à sua imagem de líder quase divino, distante e imponente. Suas alcunhas não param por aí. Ele tem muitos apelidos, mas há um que definitivamente não é bem-vindo.
Quando
um garoto ousou chamá-lo assim, Macron não só demonstrou desagrado, como deu uma bronca em rede nacional no menino. Usando termos como imbecil e exigindo ser chamado de senhor presidente pelo garoto.
A
infância
de Manu,
ou
senhor presidente, não foi muito emocionante. Nascido na cidade de Amiens, no interior da França, lá a sua única batalha era contra o tédio, que o pequeno príncipe adorava combater, estudando filosofia e literatura.
O
que o diferenciou dos meninos da sua idade. Tanto que, aos 15 anos, Macron já estava com pensamentos muito avançados em comparação a outros adolescentes. E foi justamente na adolescência que sua história começa a se tornar mais emocionante.
Foi
aos 15 que ele acabou se apaixonando por alguém, 24 anos mais velho que ele, Brigitte. Para dar toques ainda mais intrigantes à história, Brigitte não apenas tinha mais que o dobro de sua idade, como também era sua professora de teatro, e estava casada,
e
com filhos,
e
filhos, no caso, mais velhos do que o próprio Macron.
Dessa
forma, foram muitos os olhares escandalizados e as fofocas que surgiam a cada dia,
até
hoje.
Enquanto
alguns romantizam a relação como uma quebra de padrões, outros levantam questionamentos éticos e morais sobre ela. Afinal, estamos falando de uma mulher adulta e formada, casada, com filhos, em posição de poder e autoridade sobre um menor de idade, que ainda nem tinha se formado física, emocional e mentalmente, e que, em uma das fases mais vulneráveis dessa formação, se viu envolvido em um relacionamento amoroso.
Seria
possível ignorar o desequilíbrio de poder e maturidade entre os dois nesse caso?
Se
fosse um professor de 40 anos, casado e com filhos, que se relacionasse com uma aluna de 15 anos, será que enxergariam da mesma forma e com a mesma romantização? A mídia, estranhamente, ainda parece tentar amenizar a história, reduzindo um pouco a idade de Brigitte, quando o conheceu e aumentando a idade de Macron.
Em 1993, à idade de 39, ela
se
encontrou, Brigitte Macron se
encontrou
a 15 anos Emmanuel Macron em La Praverance High
School. E isso é uma
mentira. Ele
era
14 anos quando ele estava no jogo, porque eles disseram a história sobre o jogo que ele estava no
jogo,
então os jornalistas voltaram e disseram
que
ele estava 14 anos quando ele estava no jogo. Então, é uma pequena mídia,
mentira... Então, um ano, cerca de 7
% da sua vida, então é
uma
quantidade decente.
E
tudo parece romântico quando você lê tudo isso, também.
Enquanto parte do mundo exalta o relacionamento que rompe convenções, outra parte fica bem desconfortável ao se questionar. Afinal, o que você sentiria se seu filho estivesse nessa situação? Os pais de Macron, no caso,
não
gostaram nada. E de tão preocupados que ficaram, decidiram afastá-lo da professora, mandando o então garoto para Paris.
Mas
Macron prometeu a Brigitte que voltaria para se casar com
ela. E
assim fez. Só que, pasme, ainda tem muito mais controvérsia nessa história.
Toda
a trajetória do casal é cercada por um véu de mistério que alimenta muitas especulações. Por exemplo, alguns apontam que existem pouquíssimos registros fotográficos divulgados da infância e adolescência de Brigitte. Isso, combinado ao fato de que ela sempre aparece usando roupas ou acessórios que cobrem o pescoço,
em
muitas fotos antigas, tem sido usado como base para levantar dúvidas sobre o seu passado.
Além
disso, especula-se sobre a dificuldade de também encontrar imagens públicas do ex-marido de Brigitte. E uma polêmica ainda maior surgiu quando descobriram que uma foto usada na Wikipedia, que era atribuída ao ex-marido, na verdade, era um professor da escola onde Brigitte lecionava.
Outro
questionamento bastante polêmico trazido à tona é
por
que um parente de Brigitte é quase idêntico a Macron?
Porém,
se tudo isso não passa de mera coincidência ou algo mais enigmático, ninguém pode afirmar com certeza.
Até
porque aqueles que ousaram especular acabaram enfrentando processos ou até mesmo sendo acusados de transfobia.
Então,
vamos deixar essa história para lá.
Agora,
deixando um pouco a vida pessoal de lado, vamos para a vida profissional de Macron, que também não foi nada convencional.
Antes
de chegar à presidência, Macron, bem jovem, já tinha construído uma carreira sólida.
Ele
se formou em filosofia e depois, como um bom membro da elite francesa, foi para a prestigiada Escola Nacional de Administração, a ENA. Uma fábrica de líderes políticos que é adorada pelas elites. E vista como um símbolo de distanciamento do povo. Ainda assim, Macron não hesitou em vestir uma máscara de populismo publicitário durante sua campanha e mandato, tentando vender uma imagem de proximidade com o povo.
Quando
saiu da Escola de Administração, foi direto para o mundo das finanças. Trabalhou em um banco que representa o coração das finanças da elite europeia, onde rapidamente ganhou fama e fortuna ao negociar grandes acordos, incluindo um acordo de 9 bilhões de euros com a compra da divisão de nutrição infantil da Pfizer pela Nestlé.
Tornou
-se ministro da Economia no governo de François Hollande, do Partido Socialista, e ali já começou a deixar sua marca. Reformas consideradas polêmicas,
com
o objetivo de modernizar a França, e que lhe renderam muitas críticas por parte de defensores de direitos trabalhistas.
A
Lei Macron, de 2015, que flexibilizou o mercado de trabalho e os horários do comércio, gerou revolta entre os sindicatos e boa parte da população trabalhadora.
Não
demorou muito para Macron abandonar o governo Hollande e lançar sua própria candidatura à presidência,
o
que muitos já enxergaram como uma traição política.
Em
2017, aos 39 anos, lançou seu novo movimento político, A República em Marcha, e se tornou o presidente mais jovem da história moderna da França. Para seus apoiadores, o jovem príncipe representava a promessa de uma nova geração política. Porém, logo após sua eleição, ele já era acusado de adotar uma postura elitista.
Os
protestos dos coletes amarelos começaram a varrer o país, após a criação de impostos sobre os produtos energéticos de origem fóssil, e sobre as emissões de carbono.
A
nova taxação impactou diretamente os preços dos combustíveis e aumentou o custo de vida da população, prejudicando principalmente os mais pobres.
Era
uma amostra daquilo que viria a ser uma marca apontada pelos críticos ao seu governo.
Um
discurso virado para um lado e ações que miravam para outro, com consequências negativas que não podiam ser escondidas pela boa aparência do jovem príncipe.
Essa
característica já havia sido apontada por seus adversários durante a campanha presidencial.
Quando
ele finalmente divulgou seu programa de governo, muitos o criticaram por ser muito vago ou genérico.
Macron,
segundo seus opositores, é ao mesmo tempo a favor e contra tudo.
Em
um debate na campanha, a principal rival nas eleições, Marine Le Pen, balançou a cabeça e riu após uma intervenção do adversário, dizendo, abre aspas,
Outro
que identificou a capacidade de falar e não dizer nada de Macron foi Donald Trump.
Em
2019, o presidente americano disse que a maior parte dos terroristas do Estado Islâmico era de europeus que se radicalizam
e
que muitos deles
são
franceses. Gostaria de alguns ótimos guerreiros do Estado Islâmico?
Eu
posso mandá-los para você? Propôs Trump
ao
francês. Macron então respondeu,
Vamos
ser sérios.
A
maioria dos combatentes em solo veio da Síria, do Iraque e arredores.
É
verdade que há combatentes estrangeiros que saíram da Europa, mas esses são uma minoria.
O
presidente francês então disse que combater o Estado Islâmico é uma prioridade. Foi então que Trump constatou,
É
por isso que ele é um grande político.
Essa
foi uma das maiores não-respostas que eu já ouvi.
A
relação de amor e ódio de Macron com Trump
é
marcada por inusitados apertos de mão entre os dois presidentes em seus encontros.
É
até difícil não se impressionar
ao
ouvir o presidente de uma das principais nações europeias apelando ao mundo sobre a urgência de preservar
a
nossa Amazônia. Porém,
enquanto
fazia seus discursos eloquentes pelas florestas no Brasil, a floresta da França, aquela que deveria estar sob sua responsabilidade, parece ser a última coisa que Macron se preocupava. Isso porque atualmente a área de preservação na França é de apenas 4%.
A
União Europeia, por meio de seu parlamento, tem proposto regras para que esse percentual aumente para 7%, o que tem provocado a ira dos produtores franceses.
No
Brasil, segundo o estudo da Embrapa, as áreas dedicadas à preservação da vegetação nativa totalizam 26,7% do território. Isso significa que o total de área preservada no Brasil é de 3,56 vezes maior do que todo o território francês. Ainda segundo a Embrapa, somando todas as áreas de reservas e preservadas,
o
Brasil tem cerca de 66% de sua cobertura original ainda intacta. Em termos absolutos, a área com vegetação nativa do Brasil é equivalente a 10 vezes o tamanho da França inteira.
Além
disso, enquanto condenava o desmatamento brasileiro com fervor messiânico, a floresta tropical que está sob a jurisdição direta de seu próprio país, a Guiana Francesa, também parece ter sido esquecida.
A
Guiana é parte integral da França e raramente é mencionada em seus debates sobre preservação ambiental,
o
que é estranho
se
considerarmos que ela possui uma das maiores áreas de floresta tropical do planeta.
É
verdade que essa preservação pode ser um mérito muito mais geográfico do que político? Afinal, a baixa densidade populacional e o isolamento fizeram mais pela conservação das florestas da Guiana do que qualquer plano político poderia fazer. Mas
grandes
projetos de mineração e expansão econômica estão mudando essa realidade e foram aprovados por Macron.
E
onde estão os discursos fervorosos dele sobre a preservação da Amazônia Francesa?
Mas já
que falamos em
silêncio,
Macron anda curiosamente mais calado nos últimos anos, mesmo que o Brasil esteja batendo recordes de desmatamento e áreas queimadas. Em 2024, o Brasil registrou o maior número de focos de incêndio desde 2010, mas Macron também ficou estranhamente
em
silêncio.
Na
verdade, sua administração tem sido acusada de adotar práticas que contribuem diretamente para a emissão de gases que, segundo ambientalistas, causariam efeito estufa e o agravamento das mudanças climáticas.
O
curioso é que Macron adota um discurso totalmente alinhado aos desses ambientalistas.
Ele
defende metas ambiciosas para reduzir as emissões de carbono
e
aumentar o uso de fontes de energia renovável.
Desde
o início de seu governo, Macron implementou reformas fiscais que desencadearam protestos massivos, como o movimento dos coletes amarelos. Os manifestantes enfrentaram forte repressão por parte do governo,
que,
em nome da ordem pública, parecia ignorar a mensagem de descontentamento generalizado das classes mais baixas atingidas pelas medidas que cortaram benefícios.
Enquanto
os protestos são reprimidos,
Macron
continua cultivando sua imagem de presidente moderno, progressista e ambientalista, claro. Uma imagem que muitos questionam
ser
mais uma jogada de marketing
do
que uma realidade concreta.
Em
2020, durante os atentados jihadistas e o cruel assassinato do professor Samuel Paty, por conta de uma caricatura de Maomé, Macron se destacou como um dos poucos líderes a se levantar em defesa da liberdade de expressão.
Naquele
momento, sem hesitar, ele defendeu o direito da liberdade artística, mesmo que isso significasse afrontar uma parte do mundo muçulmano.
Da
mesma forma, Macron exaltou a bizarra abertura das Olimpíadas de Paris,
que
gerou uma onda de indignação, mas nenhum assassinato, como no caso da caricatura.
A
cerimônia foi considerada desrespeitosa e ofensiva aos cristãos, chegando até a causar o pesar
do
Vaticano. Questionado, Macron se disse orgulhoso do espetáculo, elogiou a audácia da cerimônia e mais uma vez defendeu a liberdade de expressão artística,
deixando
claro que esse era um valor inegociável. Era,
porque
em 2025
o
cenário muda de forma abrupta e a liberdade já começou a ser negociada.
Macron
começa a relativizar a liberdade de expressão e até a se tornar um entusiasta da regulamentação das redes, apresentando mais uma contraditória virada de discurso. Macron teria comentado que a liberdade de expressão não significa liberdade de espalhar preconceitos e ofensas. Segundo esse critério, as caricaturas de Maomé e a abertura dos Jogos Olímpicos, defendidas por Macron há bem pouco tempo, agora, de acordo com ele mesmo, deveriam ser questionadas, já que podem representar preconceitos
e
ofensas. Ao que parece, quando a liberdade de expressão atrapalha seu governo, Macron é capaz de pedir controle sobre redes sociais e até videogames, que, segundo ele, teriam sido responsáveis por uma onda de protestos violentos na França.
As
plataformas, as redes sociais, jogam um papel considerável nos movimentos dos últimos dias.
E
temos o sentimento, às vezes, de
que
alguns de eles vivem na rua os jogos de vídeo que lhes intoxiquem. Primeiro, em relação com essas plataformas, organizam o retorno dos conteúdos mais sensíveis. E eu perdoe essas plataformas de responsabilidade. E as demandas que sejam feitas, em todos os que são úteis, e em cada vez que são úteis...
Outra
aparente contradição envolvendo Macron foi em relação à imigração.
Ele
propôs e aprovou uma lei mais rigorosa para limitar benefícios a imigrantes e estabelecer cotas.
Uma
medida considerada necessária diante do descontrole da crise imigratória na França. Mas que, curiosamente, também não condiz com seu discurso, visto que ele já fez duras críticas ao nacionalismo, que muitas vezes é associado aos políticos de direita, como Marine Le Pen, sua grande rival política na França.
Macron
também acabou quebrando outra promessa, a de unir a França.
Isso
porque, com a insatisfação crescente da população, as eleições legislativas deram uma surpresa amarga ao presidente.
Ele
assistiu ao crescimento tanto da esquerda, como principalmente da direita, e a consequente perda do espaço de seu partido de centro no parlamento.
Tudo
começou após um péssimo resultado do seu partido nas eleições para o parlamento europeu.
Macron,
então, decidiu dissolver a Assembleia Francesa e convocar novas eleições. Uma aposta arriscada, que poderia deixá-lo em maus lençóis, principalmente se o partido de direita, Reunião Nacional, de Marine Le Pen, que teve ótimo desempenho na eleição europeia, conquistasse a maioria das cadeiras na França.
O
resultado do primeiro turno foi um desastre para Macron.
A
vitória expressiva dos conservadores forçou o presidente francês a fazer uma manobra baseada em puro cálculo político para tentar reverter a situação no prazo de uma semana para um segundo turno.
Assim,
a nova frente popular de extrema esquerda e os Juntos, de Macron, formaram uma aliança para impedir que a direita chegasse ao poder.
A
estratégia foi retirar as candidaturas menos competitivas de cada partido no segundo turno, garantindo que os votos anti-direita, tanto de eleitores de centro como de esquerda, fossem para apenas um candidato.
Os
centristas e esquerdistas retiraram mais de 200 candidatos da disputa para concentrar os votos nos nomes mais bem colocados. Ou seja, em muitos dos distritos eleitorais, onde concorriam três candidatos, um da direita e dois do centro ou esquerda, restaram apenas dois. A tática deu certo. E uma improvável reviravolta no segundo turno impediu que o Reunião Nacional de Le Pen conquistasse o comando do Parlamento.
A
coalizão Nova Frente Popular, a NFP, formada por um caldeirão de socialistas, comunistas, ecologistas e os barulhentos da França, insubmissa, conquistou 182 cadeiras. 33 assentos a mais do que possuía,
mas
ficou longe dos 289 necessários para governar sozinha. O partido de Macron, o Juntos, ficou com o segundo lugar com 168 cadeiras. Uma expressiva queda de 82 assentos em relação à eleição anterior.
E
o Reunião Nacional da direita de Le Pen, apesar da frustração de não vencer, foi o que mais cresceu, com 143 assentos, 55 a mais do que tinha em 2020.
O
resultado expôs a crise de representatividade na França, com o fortalecimento dos extremos e a perda da força de Macron e sua política centrista. Para Le Pen, a derrota decorrente da união de forças do centro e da esquerda seria apenas uma forma de adiar o domínio da direita, que, segundo ela, seria inevitável em pouco tempo.
Talvez,
já nas eleições para presidente em 2027, para as quais ela era a favorita, segundo as pesquisas. O que Le Pen não contava
era
que fosse condenada pela Corregedoria de Paris, que a tornou inelegível e determinou uma pena de 4 anos de prisão por suposto uso indevido de verbas do Parlamento Europeu.
Le
Pen,
de
56 anos, não seguirá para a prisão, já que o Tribunal Correcional de Paris permite que cumpra apenas 2 anos em regime domiciliar com tornozeleira eletrônica. Incluindo Le Pen, 9 figuras de seu partido o Reagrupamento Nacional
foram
condenadas por um esquema
em
que se aproveitaram das despesas do Parlamento Europeu
para
empregar assistentes que estavam trabalhando para o partido. Ela nega qualquer irregularidade.
Sobre
a condenação da rival, Macron se limitou a dizer que abre aspas
o
judiciário é independente. As ameaças feitas contra juízes são absolutamente insuportáveis e intoleráveis e a lei é igual para todos. Fecha aspas. Macron também afirmou que todos os réus têm direito a recurso legal.
Já
Le Pen afirma que sua condenação foi política e promete recorrer da decisão até o final. Mas dificilmente conseguirá revertê-la a tempo de poder concorrer nas próximas eleições presidenciais.
O sistema trouxe a bomba nuclear e se eles estão usando uma arma tão poderosa contra nós é obviamente porque estamos prestes a vencer as eleições.
É
isso, eles percebem que tudo o que eles colocam em prática falhou
e
então talvez sintam a necessidade de intensificar as coisas. Deixe-me ser bem clara, não vamos recuar.
Apesar
de todo o caos no próprio país Macron seguiu tentando se consolidar como um estadista global sempre aparentemente mais preocupado com o que acontece no exterior do que com os problemas internos.
Mais
recentemente, em um momento em que o Oriente Médio está longe de alcançar estabilidade
a
autoridade palestina mal consegue controlar seu próprio território e o Hamas mantém sua agenda terrorista ativa
Macron
decidiu que seria uma boa ideia afirmar que poderia reconhecer o Estado palestino.
Para
o ministro das relações exteriores de Israel, Gideon Saar a intenção de Macron seria uma recompensa ao terrorismo e um incentivo ao Hamas
o
presidente que prometeu ser de todos
mas
cujas políticas e ações contraditórias desagradaram a ambos os lados que parece ser tão preocupado com as aparências que não aceitou ser chamado de Mano
por um menino prometeu
uma França unida
mas
fez manobras que fortaleceram a esquerda radical só para não lidar com o incômodo da ascensão da direita no
país fala
muito em salvar a Amazônia
mas
se esquece de uma pequena floresta em sua jurisdição
e
silencia quando o desmatamento ocorre na gestão de um político amigo
num
dia defende a liberdade de expressão
como
princípio sagrado
no
outro muda de ideia
como
quem troca de gravata
para
o mundo profere lindos discursos enquanto a própria França enfrenta cada vez mais tensões
que
não se resolvem
com
palavras
Macron
que vive um romance misterioso e controverso na terra do romantismo
deveria
lembrar que também está em uma terra que ama odiar políticos e que sabe como ninguém derrubar líderes quando eles não entregam o que prometem
se
você acredita
que
mais pessoas precisam ver esse episódio sobre
jovem
príncipe
do
reino das contradições compartilhe
e
para aqueles que acham
que
os seus segredos
estão
enterrados em segurança nas covas perdidas da história
tenham
cuidado
pois
existem três coisas que não podem ser escondidas por muito
tempo o
sol
a
lua
e
as faces ocultas que eu vou
revelar au
revoir
a a a a a a a a a a a