ELEIÇÕES 2026: entrevista com Alexandre Gonçalves (PDT), candidato a deputado estadual
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Chapitres
Répartition du ton (temps de parole politique)
Propositif 70 %Attaque 20 %Défensif 10 %
Questions et réponses
Taux de réponse directe : 100 % (directe = 1, partielle = 0,5, éludée = 0)
- 0:49OuverteRéponse directe
Tu es vereador en Canoas de 4e Legislature, au dernier pleit, tu es un des plus votés, avec une votation de plus de 5 000 votes. Qu'est-ce que tu entendes que c'est nécessaire pour l'adaptiste à l'Assemblée Legislative du Rio Grande du Sud ?
- 2:18OuverteRéponse directe
Quels sont les principaux problèmes que tu pretends travailler comme deputado estadual ?
- 3:59OuverteRéponse directe
Quelle est ta vision pour améliorer la protection et la reconstruction des villes affectées par les inondations, du point de vue régional et socioéconomique ?
- 6:49OuverteRéponse directe
Quel est ton regard pour la question de la santé dans la région métropolitaine, qui passe par une crise très grande ?
- 8:58OuverteRéponse directe
Quel est ton regard pour les questions de mobilité dans notre région ?
Affirmations vérifiables (citations exactes)
- 0:55PrésentateurChiffre
« Tu es vereador en Canoas de 4e Legislature, au dernier pleit, tu es un des plus votés, avec une votation de plus de 5 000 votes. »
- 1:42Invité politiqueChiffre
« nous perdons 80 millions. »
- 4:46Invité politiqueChiffre
« O governador está lá com 9 bi parado. »
- 8:44Invité politiqueChiffre
« nós estamos com 1.200 pessoas, esperando uma terapia continuada. »
- 11:18Invité politiquePromesse
« Pedir para eu votar 12-001, que é o nosso voto, para deputado estadual. »
Temps de parole
- Alexandre Gonçalves72 %
- Présentateur25 %
- ?4 %
≈ 39,6 interruptions / 10 min (chevauchements et interjections détectés).
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Bonjour,
bienvenue à nouveau à l'OTPLAY TV, au canal de stream du groupe Otimonero de Comunicação, dans cette série de entrevistes que nous faisons
avec
candidats et candidats au pleit de 2026,
dans
cette série spéciale pour que tu connaisse mieux les candidats et leurs propositions, et que tu posses choisir
mieux,
ainsi, le ton vote.
Nous
recebons, dans cette entreviste de aujourd'hui, le candidat à l'adaptiste d'Etat, Alexandre Gonçalves, par le PDT. Seja bienvenue, candidat.
Bonne
soirée, bonne soirée à tous ceux
qui
nous ouvem. C'est un
plaisir
de être avec toi pour passer un peu de notre message. Perfait.
Tu es vereador en Canoas de 4e Legislature, au dernier pleit, tu es un des plus votés, avec une votation de plus de 5 000 votes. Qu'est-ce que
tu
entendes que c
'est
nécessaire pour
l
'adaptiste à l'Assemblée Legislative du Rio Grande du Sud
? Premièrement, je
crois que Canoas et la région métropolitaine precisent de
l
'adaptiste de
l
'adaptiste de l'adaptiste de l'adaptiste. ont d
'aptiste
80 millions, au programme, l'ajuste financiel de l'adaptiste du estado que le
le
gouvernement a lancer le programme, nous perdons 80 millions. Il y a un député de l'estadol pour nous ? Non, peut-être que si il y
avait,
nous ne nous aurions perdu, ou nous tenterions réajustar de autre façon. Também, dans la reconstruire, nous avons
eu l
'ai
vu
dans les 24, dans la question des enchentes des RICS, nous avons
eu
l'ai
vu
plusieurs articulations avec le gouvernement de l'estadol, dans la question du FUNRIX, et, souvent, le gouvernement a
l'estadol
pour l'estadol. Si nous
avons
eu
l'ai vu des
députés de l'estadol
de
notre ville et de l'estadol, nous nous aurions l
'est
d'articulé. Donc, je pense
que
c'est une grande importance, nous serons un peu bairristes et vraiment être représentés de l'estadol.
Dans
la question, quels sont les principaux problèmes, si tu as chais de l'estadol et de l'estadol, mais tu peux aussi approfondir ça si tu veux, quels sont les principaux problèmes de l'estadol que vous avez
besoin
de l'estadol, et que tu pretends travailler comme d'estadol?
La
question du autisme, que est une demande que, dans mon mandat, pendant des 14 ans de mandat, je suis un bandeiré de mandat, on a
articulé
dans plusieurs situations, les questions du Certei ici, ambulatoire de diagnostic précoces,
dans
plusieurs situations dans la ville, on a
réussi
à l'estadol, bien sûr que, toujours nous avons
besoin
de l'estadol, quand on a parlez de ça, on a
toujours
une nécessité de plus, on a une grande fila sur le Certei aujourd'hui, donc la idée est de l'estadol, mais a gente precisa falar sobre isso estadualmente, né? O autisme é uma coisa que cresceu muito, um espectro que cresceu demais, e a gente precisa estar atento a essa situação. Na questão da reconstrução, é aquilo que a gente sempre falou, e várias vezes, né? Tu que fosse um parceiro, dando informação em cima dos JICs, e muitas vezes nos encontramos lá em cima, passando um pouco de conforto para a comunidade, a reconstrução é muito necessária, né?
Nossos JICs da cidade de Canoas, a gente tem falado bastante, tem muita coisa por ser feita ainda, a gente avançou bastante, mas tem muita coisa por ser feita ainda,
e
também não só em Canoas, né? A gente vê outras regiões que necessitam muito esse olhar
para
essa questão da reconstrução,
um
olhar mais atento, e eu acho que isso tem que levar para a Assembleia Legislativa,
de
fato, né?
Vamos ficar nesse tema, inclusive, porque é um tema muito importante para a cidade e para a região, né? Que é essa parte dos lugares que foram afetados.
Uma
é a questão
da
proteção em si, né? Eu queria um olhar teu, que está acompanhando isso,
dizendo
o que precisa melhorar,
do
ponto de vista regional,
e
o outro da questão socioeconômica, né? Porque a enchente acabou expondo várias questões de desigualdade habitacional, de olhar dos poderes públicos para algumas regiões
da
região metropolitana,
e
a impressão que a gente tem é que
o
Estado parece estar num atoleiro socioeconômico, mas essas regiões, como o lado oeste de Canoas e outras, estão ainda mais desassistidas.
Isso.
O
que eu vejo? Eu acho que o Estado tinha que ter olhado com o modo guarda-chuva, olhar o Estado como um todo nessa questão da reconstrução. O governador está lá com 9 bi parado. Tu deve ter essa informação. Hoje é só procurar no Google, também é fácil, né? 9 bilhões parado lá, e não está olhando com um modo igualitário para todos os municípios. A gente vê que Porto Alegre fez várias contenções mais rápido que Canoas. Muitas delas, até tem aquela obra, a famosa obra do aeroporto lá, que é uma discussão que eu tenho muito grande,
que
já vi lá, que falhou, até te chamo, Vandrei, para dar uma olhada lá, botaram as comportas lá. Eu vou chamar de gravidade, não tenho certeza de gravidade,
mas
as comportas não fixaram, tá? Com a compressão da água, foram e tiveram que tirar a porta das comportas e botar em cima lá do dique. Então, assim, a gente vê que lá foi muito rápido, não pensaram em Alvorada, não pensaram em Cachoeirinha, não pensaram em Canoas e nem em Gravataí. Então, eu acho que sim, que nós devemos olhar isso de forma igualitária para todos os municípios. E aí tem outros municípios aí. A gente começa a subir a serra um pouquinho ali, começa a falar em Encantado, Mussum e vários outros, que me parece que o governo do estado está deixando cada município fazer do jeito que quer.
E
aí tem município que tranca, outro libera, Porto Alegre liberou. Nós, no DIC da São Luís, estamos trancados, né?
A
gente não conseguiu avançar no DIC da São Luís. Nós temos que conversar com os outros municípios, temos que ter uma liberação da FEPAM em contato com outros municípios para poder liberar o nosso DIC. O de Porto Alegre, lá nessa questão da obra do aeroporto, foi liberado, sem conversar com Canuas, Cachoeirinha, Alvorada e Gavataí. Então, assim, a
gente
tem que ter um olhar igualitário, né? E eu acho que essa verba do FUNRIGS, que vai ter que ser prorrogada esse prazo, que vem e
sai
em outubro de 27, tem 9 bi lá. A gente tem que desburotarizar esse processo, tem que liberar, claro, a prestação de contas, ela tem que ser rígida, isso eu concordo com isso. Mas tem que dar mais liberação para os municípios poderem, de forma mais rápida, falar sobre a proteção das suas cidades. Mas, igualmente, conversando com todos os municípios que são necessários nesse momento. Não cada um por si, e aí os outros que se danem, né? Sendo meio popular aqui falando, né?
Na
questão da saúde, que também passa por uma crise muito grande na região metropolitana, que é o que a gente mais está falando, mas no Estado como um todo, né?
Tu
citaste essa questão do valor que Canoas perdeu.
Mas
Canoas tem outras crises, não está sem o hospital de pronto-socorro, ainda em operação,
um
hospital universitário aí que recebeu um aporte do governo federal e deu um respiro. Nossa Senhora das Graças, que segue numa crise e segue em intervenção do município, mas isso tudo, olhando para a região metropolitana, está todo, toda a saúde da região metropolitana está numa crise que faz muito tempo. Qual o teu olhar para essa questão?
Primeiro, zerar filas, né?
A
gente sabe que é difícil sempre a saúde, sempre foi um gargalo de qualquer governo, um problema de qualquer governo. Zerar as filas, né? Tem um olhar mais crítico. E nós aqui no HPS, eu acho que a gente tem que rever a questão do HPS. A gente tem falado, alguns colegas na Câmara, a gente tem conversado muito sobre isso, da possibilidade, talvez, de abrir uma policlínica só para os canoenses, que nem fez Santa Rita. Talvez a gente tenha que pensar nisso.
Porque
o HPS, se tu conseguisse jogar, a meu ver, para dentro do HU, eu sei que ele não é portas abertas, mas acho que tinha que ser portas abertas, tem espaço para ser portas abertas, pelo menos na Traumato, jogar para dentro do HU, libera o Graça, e talvez fazer uma policlínica, um pouquinho mais avançada, talvez um mini hospital, só para o canoense no HPS. Que eu acho que é isso que a gente está precisando na cidade daqui, estou falando na cidade de Canoes. A gente acaba atendendo aqui mais de 150 municípios, aí tem especialidades que chegam a 300 municípios, então a gente está com uma demanda muito grande. Chegar no Graça hoje, num quarto, tem um canoense e nove pessoas de outras cidades.
Então a gente precisa realmente, aí tem um olhar diferenciado para essa situação, e tentar de todas as formas errar a fila. Falando ainda do autismo, lá no Serté, nós estamos com 1.200 pessoas, esperando uma terapia continuada. Então talvez o município tenha que comprar essas vagas fora, vai ter que dar outro jeito para resolver algumas situações da saúde
de
Canoes.
E
sobre mobilidade, outro problema grave na nossa região aqui, qual é o teu olhar para as questões de mobilidade?
Bom,
começa pelas questões do DENIT, que o DENIT faz as obras dele pensando só na BR-116, e esquece de Canoes. Tanto é que nós perdemos uma via ali, se tu olhar na Getúlio Vargas, antes tu conseguia passar ali no antigo, eu chamo ali da Cautol, Metrovel,
tu
tinha três vias para fazer o retorno embaixo,
né?
Veio lá agora, largaram a pista, a DENIT só pensou neles, e tiraram uma nossa.
Se
tu for ali final de tarde, tu vai parar duas, três quadras antes da sinadeira ali da Metrovel, para poder... Quem está entrando na cidade, as pessoas não vão entrar na nossa cidade. O que era para ser fácil entrar na cidade, não vai conseguir entrar para o centro. Então, precisa ter realmente um olhar, mas eu chamo assim de olhar em conjunto, né? Não dá para fazer uma obra só DENIT, uma obra só Canoes, então tem que ter um olhar de todo, né? É que está cada um pensando em si, cada um pensando em si, né? Então a gente precisa ter um olhar melhor para essa situação toda. Falando mais dessa aí, porque pega um pouco o DENIT, aí tem as nossas aqui, que nós temos que ter
um
olhar melhor. Talvez no centro começar a pensar no sistema binário, que nem pelotas, é assim,
né?
Tu tem que girar em volta da quadra para acessar qualquer situação.
A
gente precisa rever isso em algumas situações.
Em
Niterói, nós temos alguns problemas, aí falando de uma questão mais regional ali, na questão da Venâncio. Talvez a gente precisa ali, de alguma forma, tirar o estacionamento de um lado da Venâncio, porque se tu botar um ônibus, um carro,
já
não passa dois no meio. Então, assim, a
gente
precisa ter um olhar melhor. E muito, muito acidente ainda, nas questões aí, porque falta muita sinalização, né? A gente precisa rever.
E
eu sou adepto aos quebra-molas, tá? Acho que falam de cachoeirinha, mas índice de acidente sem cachoeirinha é muito menor que canoço.
E
agora chega aquele momento que eu quero, vou te pedir para olhar para a câmera 1 aqui e fazer a conversa, e o pedido de voto direto para o eleitor, aquele espaço que vai para as nossas redes sociais.
Tá
bem, vamos lá. Então, eu queria pedir para ti, né? Analisar sempre as propostas, né? Analisar os candidatos. E te pedir o teu voto, né? Pedir para eu votar 12-001, que é o nosso voto, para deputado estadual. Acho que a nossa cidade precisa de representantes e também a região metropolitana. A gente tem que falar de um todo também. A gente precisa se preocupar com a reconstrução aqui do nosso estado, com a questão do autismo e também a questão de saúde que a gente tem falado. Sem contar a educação e segurança, né? Que são outras demandas tão importantes, mas a gente tem que olhar isso como um todo, olhar com seriedade
para
realmente fazer uma cidade, um estado bem melhor. Obrigado, boa sorte na caminhada, candidato. Obrigado, André. Obrigado pela oportunidade de poder conversar um pouco aí com todo mundo. Obrigado.
Esta
foi mais uma entrevista da nossa série das eleições 2026. Se é a primeira vez que tu está passando por aqui, te inscreve no nosso canal e já comenta, pergunta e compartilha esse episódio. E depois assiste o restante das entrevistas da nossa playlist para tu decidir da melhor forma possível o teu voto nas próximas eleições. Obrigado pela companhia. Até a próxima. Tchau.