DUPLISMO EVOLUTIVO NO INTERNACIONAL - Anne-Catrin e Eduardo Vicenzi - Balanço Existencial Europa
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Questions et réponses
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- 44:52OuverteÉludée
Qual o principal desafio para ativar interesse de serviço nativos no internacional?
- 45:01RelanceÉludée
Qual é o principal desafio?
Affirmations vérifiables (citations exactes)
- 3:50InvitéFait
« Comecei na Conscienciologia em 1990, nos primeiros eventos aqui em Curitiba, na cidade de Natal. »
- 4:07InvitéFait
« Eu comecei o voluntariado em 1997, no Instituto Internacional de Projeciologia de Curitiba. »
- 4:12InvitéFait
« Eu sou formado em Engenharia Civil. »
- 4:20InvitéFait
« Aí, nós começamos aqui o Duplismo nosso, em Curitiba mesmo, em 1997. »
- 4:29InvitéFait
« Em 2003, nos mudamos para o México. »
- 4:33InvitéFait
« A minha especialidade, né, ou a nossa, que a gente pesquisa junto, é a Reurbex, a Reurbanização Extratrísica. »
- 5:00InvitéFait
« Eu conheci a Conscienciologia em Curitiba, morei no Brasil por 10 anos, 1993, a partir de 2003. »
- 5:21InvitéFait
« É praticamente a mesma trajetória, começando da aula em 98, o Duplismo. »
- 7:06InvitéFait
« O pesquisador Valdo Vieira, o Hugo Sáteres e Urbanizatos. Ele lançou em 2003. »
- 7:29InvitéFait
« Então, a gente visitava determinados locais do México. As pirâmides, por exemplo, a gente, que existia na cidade do México, mas afastado. »
- 9:34InvitéFait
« Entender bastante esse projeto da reurbanização estratégica. »
- 9:51InvitéFait
« O Waldo deixou bem claro no capítulo da Europa, no homo sapiens, que a Reubecs, de forma mais sistemática, mais profissional, começou nesse continente aqui na Europa. »
- 16:13InvitéFait
« Foi o país que promoveu, que gerou, que iniciou duas guerras mundiais. »
- 17:30InvitéFait
« Eles são consciências energívoras, elas precisam desse padrão de energia, que é o pessoal que também está físico e começa a doar sem saber. »
- 29:02InvitéChiffre
« Desde 2003, já são 20 anos. »
- 45:17InvitéFait
« No momento, Daniel, a gente tem pouca estrutura para atender intermissivistas no internacional. »
- 46:01InvitéFait
« tinha um grande desentendimento, então, nós acabamos com todas as estruturas no internacional, naquela época. »
- 46:14InvitéFait
« essa vez, são mais funcionais do que disfuncionais, então, aonde que a gente trabalha de uma forma mais horizontal, mais democrática, mais livre, certo? »
- 46:41InvitéFait
« as pessoas nativas que falam, talvez, só alemão ou, no máximo, inglês, não vão ter tanto acesso aos lepons que estão mais descritos, mais disponíveis, né? »
- 47:17InvitéFait
« É possível que a gente não ande suficientemente rápido porque falta a qualificação nossa, certo? »
- 50:50InvitéFait
« A qualificação nós como um grupo de acolher, de acessar, acolher e dar um encaminhamento, uma orientação. »
- 55:44InvitéFait
« existe um grande movimento extrafísico de tentar fazer um reagrupamento novamente das pessoas, então a gente sente que tem, às vezes, uma demanda, a gente sente que tem tanto o contrafluxo daqueles que não querem, da turma extrafísica que não quer estar contra, mas tem muito amparo envolvendo esse evento »
Temps de parole
- Invité52 %
- Invité 232 %
- Présentateur9 %
- ?5 %
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La
vie est un des bens plus précieux que nous possuions. Viver est une grande opportunité de nous développer, de nous relacionir, de apprendre, mais principalement, de evoluire. Contrairement, beaucoup, même de considérer la vie un meilleur patrimoine, ne nous arrêtent un temps pour réfléchir sur elle. Pensons où ils sont,
si
ils sont en un chemin correct ou se déviant.
Devido
ao corre-corre do dia-a-dia, contas para pagar, pressions profissionais e responsabilidades familiares, acabam deixando a vida passar, sem parar para avaliá-la. Assim, é hora de pensar, o que você está fazendo com a sua vida? Levantar seus erros e acertos, fracassos e realizações, perdas e conquistas, e planejar o futuro. Balanço Existencial, uma reflexão sobre a sua trajetória.
Provavelmente você me conhece por outros nomes, meta existencial, projeto de vida, programação existencial ou propósito de vida. Todos pensam em mim em algum momento,
na
hora de escolher qual faculdade cursar, qual oferta de emprego aceitar.
Se
deve investir num curso ou em uma viagem,
é
nesses momentos de decisão que você reflete sobre o que eu significo.
Muitos
acreditam que nasceram para estudar, trabalhar, casar, ter filhos e conquistar um bom patrimônio. Mas eu? Eu sou muito mais que isso.
Olá
a todos,
sou
o Carlos Cardoso, voluntário da Apex, e estarei conduzindo o nosso Apex Talks de hoje.
Essa
atividade é para dar oportunidade aos intermissivistas de conhecerem variados temas relacionados à realização da Proex.
E
o que vem a ser Proex? Proex é um acrônimo de Programação Existencial, ou seja, projeto de vida,
planejado
antes do seu renascimento para fins interassistenciais.
Por
exemplo,
você
sente que veio nessa vida tendo algo a cumprir em favor de outras pessoas e para você? Apex pode ajudar nessas questões. É uma instituição conscienciocêntrica que visa auxiliar nas questões da programação existencial.
E
ela se baseia em um dos princípios da Conceciologia, que é o princípio da descrença. Ou seja, não acredite em nada, nem mesmo que você ouvir aqui nesta live,
tenha
suas próprias experiências pessoais. Você veja se você admite aquilo que é falado ou não.
Bom, o
nosso tema de hoje é muito interessante. É o Duplismo Evolutivo no Internacional.
E
quem estarão apresentando, serão nossos convidados, Anne Katrin e Eduardo Vicenzi.
Olá,
sejam muito bem-vindos.
Olá,
boa tarde a todos.
Olá.
É
um prazer ter aqui conosco, Anne e Eduardo. Gostaria que vocês se apresentassem um pouco, pessoal, conhecerem um pouco mais de vocês.
Tá,
ok. Então, eu sou o Eduardo Vicenzi, sou inatural aqui. Comecei na Conscienciologia em 1990, nos primeiros eventos aqui em Curitiba, na cidade de Natal. Eu comecei o voluntariado em 1997, no Instituto Internacional de Projeciologia de Curitiba.
E,
em 2003, eu conheci a Anne em 1997. Eu sou formado em Engenharia Civil. E comecei a dar aula de Conscienciologia em 1999. Aí, nós começamos aqui o Duplismo nosso, em Curitiba mesmo, em 1997. Em 2003, nos mudamos para o México.
E,
em 2006, para a Alemanha, onde a gente está desde então.
A
minha especialidade, né, ou a nossa, que a gente pesquisa junto, é a Reurbex, a Reurbanização Extratrísica. Então, a gente vai dar um enfoque voltado para a Reurbex, o Duplismo, e a Reurbanização Extratrísica, principalmente aqui na região da Alemanha, onde a gente vive. Interessante.
Eu
sou a Anne Cátria, o Eduardo já falou uma parte de nossa trajetória. Eu sou natural aqui da Alemanha.
Eu
conheci a Conscienciologia em Curitiba, morei no Brasil por 10 anos, 1993, a partir de 2003. E daí a gente foi para o México, depois viemos aqui para a Alemanha.
Então,
é praticamente a mesma trajetória, começando da aula em 98, o Duplismo. E agora, o Eduardo já falou que nós achamos que nossa proclamação existencial tem muito a ver com
a
Reurbex aqui,
tanto
na Europa, como também, mais especificamente, aqui na Alemanha. Eu estudo bastante a história da Alemanha, já desde criança, na verdade, me interesse pela história.
E
nós vamos falar um pouquinho sobre essa nossa
pesquisa
em conjunto, né? Então, achamos que a especialidade para a Reurbanologia é a especialidade nos dois, o curso intermissivo. Mas, além da especialidade em Reurbanologia, eu também pesquiso a Pacifismologia. Para mim é muito importante esse aspecto devido ao histórico alemão, certo? Então, isso para mim é muito significante, de juntar as duas especialidades, para a Reurbanologia e a Pacifismologia.
Muito
interessante. É bastante experiência que vocês têm.
E,
realmente, em toda relação, né? Pacifismologia, Reurbanologia,
eu
acho que tem toda relação, realmente.
Bom,
eu vou dar um aviso aqui aos participantes da live, que podem mandar perguntas no chat, que a gente vai colocar aqui, para serem respondidas ao longo da apresentação, aqui, da nossa conversa, do nosso debate, aqui, com os convidados. Bom, então, vamos falar um pouco dessa experiência de vocês, né? Vocês podem seguir aí, colocando a tudo, né? Essa ideia, o
que
realmente seria a Reurbanologia, colocar os princípios aí, para o pessoal entender. É bem legal para a gente, até, né? Vocês vão colocar todas as experiências que vocês têm, a pesquisa toda aí. Vamos aí, vocês podem iniciar, que eu vou perguntando, vou interromper aí, às vezes, para fazer umas perguntas para vocês. Tá bom.
Então, a gente começou a estudar a Reurbex, a Reurbanologia, a Pararreurbanologia, quando surgiu o livro, o tratado, né? O pesquisador Valdo Vieira, o Hugo Sáteres e Urbanizatos. Ele lançou em 2003. E, coincidentemente, nós estávamos no México.
E
a gente começou a fazer as primeiras pesquisas. Então, a gente visitava determinados locais do México. As pirâmides, por exemplo, a gente, que existia na cidade do México, mas afastado, a gente também começou a pesquisar lá, ver o padrão de energia.
E,
como mudamos para a Alemanha, daí se intensificou. Aí,
a
gente identificou que
a
reurbanização extrafísica tinha muito a ver com os nossos trabalhos. Eu tenho uma pesquisa pessoal, que é uma pesquisa voltada para a área da atividade. Então, até comecei a dar cursos a respeito da atividade, estou escrevendo um livro sobre esse tema.
Então,
mas aí a gente viu que a nossa convergência, a minha e a da ANE, era através da Rio Bex, os estudos da Rio Bex.
Porque
aqui na Europa, o campo é muito mais fértil para estudar isso.
Por
exemplo, são muitos sítios antigos, castelos, toda a parte, por exemplo, do nazismo, que a gente está aqui na cidade, várias pesquisas que foram feitas em locais aqui de interesse mesmo. Mas não só aqui, mas também fora, aqui na Europa, de modo geral, porque a gente é voluntário da conscienciologia, a gente não deixou de ser voluntário, mudamos para o internacional justamente para continuar com o trabalho voluntário já no internacional.
Então, a
gente fazia muitas itinerâncias consensológicas em países aqui da Europa.
E
isso foi motivando a gente a cada vez mais aumentar o interesse na pesquisa. E aí, como a ANE falou, tem essa parte aí que ela diz
do
interesse da pacifismologia. Acho que a ANE pode falar aí um pouco. É, temos aqui até a pergunta da Amanda, né? Veja bem, acho que é isso. O que levou vocês a optarem por esse tema de pesquisa?
Eu
acho que é importante, quando a gente atua como voluntário da conscienciologia no internacional, entender bastante esse projeto da reurbanização estratégica. Não só o pessoal no internacional, mas principalmente as pessoas no internacional, porque o Waldo deixou bem claro no capítulo da Europa, no homo sapiens,
que
a Reubecs, de forma mais sistemática, mais profissional, começou nesse continente aqui na Europa. Nós vamos falar sobre isso durante o balanço lá em Frick-Store. Então, estudando esse capítulo da Reubecs na Europa e também
conhecendo
aqui os fatos para fatos dos rolopenselos diferentes, sabe? Tudo aquilo que o Waldo falou, os sítios antigos e tudo mais, na verdade, a gente viu como é importante estudar toda essa história,
entender
quais que são os movimentos parasociológicos, quer dizer, no extrafísico, a partir dessa história longa, certo?
E
mais complexa, que tem muito a ver com guerra, e aí indo para a direção do futuro Estado Mundial, estão vendo tanto as coisas mais patológicas do passado, como também para onde a Reubecs está apontando para aquele futuro paz mundial, Estado Mundial, onde nós já temos um esforço aqui
na
Europa,
com
a União Europeia, com a queda do Muro de Belém, todos esses fatos já foram colocados, por um pouco escovado,
na
teoria da Reubecs, que ele nos explicou muito bem nesse tratado de mais de mil páginas, homo sapos reurbanizados.
Agora,
de forma geral, eu acho que, talvez, para aquelas pessoas que não entendem, não entendem muito ainda de reurbanização extrafísica, seria interessante a gente mostrar um pouquinho, né, Waldo?
Eu tenho
slides, que são bastante didáticos, que mostram como que
a
nossa conexão no passado com essas
balatrosferas,
essas dimensões extrafísicas mais complexas, que têm muito a
ver
com guerra, muito a ver com
estado
de parapsicose, quer dizer, pouca lucidez, né,
e
com problemas grupocâmicos, quer dizer, conexões com outras consciências, e
as
outras pessoas que são mais problemáticas.
Pode
colocar, Waldo. Pode colocar para nós ali, Carlos. A gente vai passar aqui os slides. Então, aqui vocês estão vendo que existe, eu estou representando aqui uma figura, né, onde tem a dimensão baratrosférica, que é a dimensão extrafísica, então a baratrosfera, são essas comunidades mais patológicas,
que
é o foco aí da reurbanização extrafísica. Então, estão representando aqui embaixo uma figura, né, como se fosse na dimensão física, num tempo aqui mais para trás. Eu estou aqui mais ou menos na idade média, mas esse processo da reurbex, da formação das baratrosferas, começa muito antes. Então, sabe que as pessoas, né, a gente se junta através das afinidades.
Então,
existe um grupo de afinidades,
vocês
estão vendo que tem aí uma consciência ali no meio, né, e através dela existe algum processo de liderança, outras vão se aproximando, vão se juntando.
E
esse grupo exerce algum tipo de atividade. Se esse tipo de atividade, de interesse comum, é um interesse anti-evolutivo, anti-cosmoético, é a motivação, quando eles passam após a desativação do corpo físico, a morte biológica, eles vão para alguma dimensão extrafísica. Então, essa dimensão aqui é compatível com o padrão de pensenes que eles estão irradiando. Então, já que é um interesse, é um grupo que está em comum, eles têm o mesmo padrão de pensenidade, ou seja, de pensamentos, sentimentos e energia. Então, esses pensamentos deles formam a baratrosfera de acordo com a qualidade ou a motivação dos pensenes desse grupo, que está ligado através justamente da convergência desses pensenes.
Então, através daí, eles vão formando uma baratrosfera com esse padrão de energia.
E
assim vai acontecendo, o outro vai exercendo uma influência,
vocês
estão vendo essas ondas ali, que estão mostrando aqui, como se fossem padrões de energias, que vão pressionando, ou vão induzindo as consciências, as consciências intrafísicas que estão na dimensão física,
que
compartilham esse mesmo holopensene, esses mesmos interesses,
e
eles, depois da dessoma, eles também vão encorpar ou aumentar o padrão de a parapopulação no extrafísico.
Aí
tem outros grupos, outras baratrosferas, por exemplo, também vão dessomando, cada um do seu interesse, eles vão indo e vão formando dessas baratrosferas. Isso aí são milhares espalhados pelo planeta. Então, esse é o trabalho da reorganização extrafísica, é tirar esse povo dali, para depois limpar as energias e promover uma maior liberdade no intrafísico. Então, por exemplo, aqui estamos na vida atual, está aqui os grupos. Ressomaram alguns, que pertenceram a esses grupos no passado, foram resgatados,
e
eles têm conexões, eles sofrem a pressão, primeiro,
do
extrafísico,
vai
passando as gerações, vai passando o tempo, mas as baratrosferas, estando ainda com parapopulação, elas, com esse padrão de energia que elas emanam, elas continuam influenciando no intrafísico.
E
o problema aqui são as conexões. Então, cada um tem conexão com várias, mais do que uma baratrosfera, mas, às vezes, a uma é que prepondera mais.
E
aqui é que entra, vocês estão vendo aqui que é uma consciência normal, está ali de um grupo, e ela tem conexão com aquela baratrosfera. E isso faz com que, de alguma forma, ela vai atrair essas consciências que estão nessas baratrosferas. E é isso que a gente percebeu quando a gente começou a trabalhar aqui com a Neurbex, porque nós estamos justamente na Alemanha. Foi o país que promoveu, que gerou, que iniciou duas guerras mundiais. E, a partir do fechamento do término da Segunda Guerra Mundial, é que o Teoni comentou, ali que começou para valer a Neurbex, e o primeiro continente visado foi a Europa.
Então, nós que estamos aqui, podia ser qualquer um de nós, todos nós viemos de alguma baratrosfera.
E
aquele povo que eram os nossos companheiros do passado, eles continuam lá.
E
a gente, através dos nossos pensamentos, eles identificam a gente. Então, aí a questão é a qualidade dos nossos pensamentos. Se a gente continua mantendo os mesmos padrões do passado, a gente vai ser influenciado mais ostensivamente por essas baratrosferas que nós temos ligação. Então, o papel de cada um de nós, que é um termo civista, é identificar o seu público-alvo, essas baratrosferas que você tem uma conexão maior, e começar a trabalhar com o processo de esclarecimento.
Fazer as suas reciclagens para desconectar eles, para ver que a gente já não tem mais a ver com esses padrões de pensamento do passado, para motivar eles a saírem da baratrosfera, porque somos nós que alimentamos essas baratrosferas com os nossos pensamentos. Eles são consciências energívoras, elas precisam desse padrão de energia, que é o pessoal que também está físico e começa a doar sem saber.
Então,
aqui, só para a gente entender aqui, de uma forma mais didática, como que é constituído. Vocês estão vendo aqui a dimensão intrafísica, então, tem grupos ali, estou colocando intermissivistas, estou colocando lá pré-assistentes como as consciências normais, que estão aí, não tem curso intermissivo, e tem no lado aqui, no lado esquerdo, no lado direito meu aqui, tem lá as cons-reus, que são consciências reurbanizadas, que foram saídas dessas baratrosferas, que é essa comunidade que está acima, que está mostrando aqui em cima.
Então, aqui, o nosso papel, então, você veja, aqui é o foco da Herbex, são essas baratrosferas que precisam ser limpadas, eliminadas, e tem que tirar o povo que está aqui. Então, a gente está dando exemplo, aqui são os assistentes, eles têm a conexão com a sociedade intrafísica do modo geral, por exemplo, palestras, cursos, gestações, consciência de TENEPS,
a
gente vai fazendo conexão aqui também, ajudando, assistindo as cons-reus, no processo de reeducação delas,
e
também, principalmente, ajudando aqui nessas baratrosferas, que é o foco da atenção que eu mostrei no slide anterior, ou seja, a gente vai ajudar aquelas consciências que nós temos conexão no passado a resgatar elas. Então, uma consciência como essa aqui, por exemplo, dando um exemplo essa que está aqui, quando ela é resgatada, quando é feito, ela pode vir para transmigração direto, se ela não tiver condições de estar na vida intrafísica, ela pode de ressomar diretamente aqui.
Quer dizer,
sem preparo, não é?
Sem nenhum
preparo.
Vai vir
direto da paratrosfera para uma vida
intrafísica. Exatamente.
Então,
a
gente tem experiências com esse tipo de assistência, não só na TENEPS, mas também porque a gente faz trabalhos energéticos em comum. aí pode ir para uma área de recomposição ou de recuperação, que a gente chama de comunidade de transição. Algumas, elas vão aqui para o intrafísico, ressomam, então vai ser uma cons-rel ressomada, consciência urbanizada ressomada, quer dizer, renasceu, voltou para o fluxo da evolução,
ou
ela pode fazer até um curso intermissivo, se ela tiver com uma condição melhorzinha. E daqui ela vem para o grupo de assistentes.
Então,
basicamente, funciona assim. Aqui em cima, nós estamos colocando as comunexas de avançadas e as equipes extrafísicas, é isso aqui. A gente colocou o exemplo do Empatium, que é uma comunex que já foi identificada e já foi até citada pelo pesquisador Valdo Vieira, que está aqui na região da Europa. Quer dizer, a gente tem uma ligação mais estreita com esse tipo de comunidade extrafísica,
que
está trabalhando com a reurbanização. Então, aqui está o controle da reurbanização, a supervisão, os serenões, aqui está o conjunto de consciências de amparadores, tem a extraterrestre também, que está colocando aqui, botamos o interlúdio por causa dessa conexão com o Foz do Iguaçu. Então, basicamente, seria essa aqui a estrutura da reurbanização extrafísica.
para
tirar os lábios, né?
Você quer falar? Não, vamos
botar para o bate-tapo se for necessário e a gente depois vai para o outro processo. Onde está o cálcio? Sim,
a
gente tem uma
pergunta aqui já do Daniel Sampaio
e
ele pergunta como o duplismo ajuda vocês nos trabalhos da Herobax?
Ah,
muito boa a pergunta. Então, o Eduardo já falou antes que ele estuda a especialidade da afetividade também, ele está escrevendo um livro sobre a afetividade
e
claro que o duplismo
é
a princípio uma técnica da conscienciologia para a aceleração da evolução, né? Os dois duplistas se comprometem a trabalhar tanto sua própria proéxis como também ajudar outras pessoas, né? Na sua evolução. E a afetividade eu vejo como uma parte muito substancial no duplismo evolutivo. Porque
é
justamente o nosso passado, né? Que o Eduardo agora explicou
que
faz uma grande influência em nossos comportamentos, muitas vezes em nossas mimesas, em nossos comportamentos de repetição do passado
e
onde geralmente a gente bate pino é no psicosoma, é no emocional, né? Então, a gente não organizou muito bem no passado essa parte da afetividade.
Também
é uma verdade que o primeiro assistente ou assistido, né? É sempre a pessoa mais próxima, né? Então, no duplismo é assim, né? A gente tenta assistir o outro, né? Para ver como se sai com outras terceiras pessoas, né? Então, um grande exercício.
Quando
a dupla evolutiva já está mais engrenada, já tem alguns anos, né? Em andamento, pesquisa em conjunto, trabalha em conjunto, faz docência em conjunto, dá para ver que existe um sinergismo, como se fosse realmente uma potencialização do resultado quando a gente trabalha em conjunto. Por exemplo, Eduardo e eu, quando se trata do assunto da Reubex, a gente dá aula em conjunto, porque a gente sente como importante de ter a dupla evolutiva junto,
ter
esse aporte energético, a sustentação da dupla, ela é bem maior do que a sustentação de um de um de
nós
dois em separado, certo? Então, nos ajuda demais. Nós temos até um slide também sobre a nossa atuação na docência, se foi isso que é interessante para,
na
pergunta,
a
gente pode ver, se não, isso pode complementar. Então, aí o que a gente vê, esse papel importante, porque como a gente foi como dois professores de conscienciologia, e vamos dar aulas no México, a gente, dando aula junto, a gente se conversa, você cria uma sinergia em cima do tema que você está fazendo. E uma outra coisa que nós verificamos é que quando um está dando aula, o outro está ali segurando as pontas energeticamente, porque tem uma demanda mais forte em extrafísica em alguns lugares, por exemplo, no México e na Alemanha também, era necessário isso. E, aliás, na verdade, vários países que a gente fez, ou foi para a Holanda, ou para a Finlândia, ou para a Suécia, a gente sentia que
o
trabalho junto, dando aula junto, então, um está dando aula,
o
outro está sentado lá atrás e assistindo a aula e percebendo as movimentações extrafísicas, então, o trabalho gera uma sinergia muito maior que a gente sente que eu não teria condições de fazer o trabalho que a gente faz sozinho, na mesma, na mesma, vamos dizer assim, qualidade ou na mesma intensidade de assistência do que a gente estando em conjunto. Então, aí o fato de você perceber essas coisas de padrões de energia diferentes em cada país fez com que a gente tivesse que se qualificar também para entender quais são as variáveis
quando
você muda de país que você tem um outro Holopensene, qual é o tipo de padrão de pensamento que você tem que ter, qual é o tipo de pensamento que você não deve ter, então, aí entra a questão da paradiplomacia para você se conectar com a Equipex, que já é aquela Equipex padrão que está trabalhando com a dupla nos trabalhos assistenciais, por exemplo, aqui na Alemanha, mas também dos locais onde você vai. Então, ali você está se conectando com uma Equipex também do local, tem interesse, conhece a problemática daquele local, então, a gente fazia, principalmente a Anne, ela gostava de estudar o lugar antes da gente, então, vai lá dar aula lá na Espanha,
então,
ela vai lá e vai estudar o que tem de lá, quais são as consciências que são potencialmente que podem ser amparadores se estiverem no extrafísico, pessoas que marcaram lá, que são autoridades, que têm força moral perante o grupo, e qual é o tipo de comportamento que você tem que ter com aquele pessoal que está no extrafísico, que está aguardando você chegar lá com uma, tem que ter uma postura paradiplomática sem ser crítico, sem apontar as imaturidades que existem em cada lugar, então,
a
gente foi aprendendo com a vivência e viu como tem uma relação estreita com a Révex. Também é interessante ver como os trafóres se complementam, então,
é muito
natural, a gente entra numa, como essa live, ou numa aula em conjunto, e daí, na hora, os amparadores falam, olha, agora, a nepóte caiu fora aqui, agora é com o Eduardo, isso aí, ele que vai pegar essa leva, aqui tem esses conseqües, está tudo, e você fica mais quietinho, está tudo, veja lá, ou vice-versa, né, então, o Eduardo, por exemplo, ele sustenta muito bem com as energias dele, as energias dele muitas vezes tem um padrão de fraternidade bem superior ao meu padrão que tem, porque ele tem a equipex da afetividade, da maxifraternidade, né, então, às vezes, essas particularidades, esses elementos da energia de um de nós dois é exigido naquele campo de forma mais ostensiva, tá, então, é como se fosse uma coisa natural aonde entra uma coisa, né, uma pessoa outra, depende do assunto, da demanda, do assistido e tudo mais.
De
outra
forma,
também, temos, a gente confia muito no trabalho fora do outro, a gente sabe, o Eduardo é bom nisso, né, ele sabe, eu sou boa nisso, e daí a gente acelera, de alguma forma, a nossa organização, né, das itinerâncias, e o resultado geralmente é positivo, então, a dupla evolutiva bem encrenada, ela trabalha de forma, não dizer assim,
mais sincronizada. Mais
sincronizada. Então, daí já são, só no internacional, né, desde 2003, já são 20 anos,
nós temos... É, já são 20 anos, já são 20 anos, e
são 26, quase 26 anos de duplismo, então, isso permite, ao longo do tempo, fazer as depurações necessárias para que a dupla possa estar afinada
para
se qualificar para fazer trabalhos, né, de acordo com as nossas limitações, logicamente, né.
Agora, a dupla
evolutiva também sempre precisa saber quais os mataburros, né, então, não
existe só
complementação de paforas, existe os pafados, é aí que precisa, isso é outro tema da dupla que precisa
saber
muito bem.
É um
tema complexo, tem bastante detalhes, mas é interessante isso que você falou do complemento, né, que, por exemplo, nas pesquisas de vocês, vê se vocês concordam comigo, mas às vezes tem, vai em tal lugar, em outro país, às vezes um tem mais afinidade da fórmula ovo-pensênica e o outro abre as portas, né, para a pesquisa também, às vezes um não tem, mas o outro abre as portas e isso ajuda bastante, né.
Correto.
Exatamente.
Correto. Mas, geralmente, quando a gente passa pelos lugares, não é pela primeira vez, se você dá aula, no nosso caso, em 10 países diferentes, você sente, eu estou reconectando aqui. Agora é um passado bastante, às vezes é um passado bastante remoto, mas a gente sempre reconecta. E daí verificar, como que eu funciono nesse holopensênico, qual é a pressão holopensênica que mais me atinge ali. E aí a gente vê justamente essas ligações que o Eduardo mostrou bem no primeiro slide, em quais paratrosferas eu andei naquela parageografia. aí precisamos abrir o olho, a gente precisa fazer a nossa auto-pesquisa, seria ecológica, a gente precisa ver qual é que
o
limite que eu posso atuar ou quando
não posso
atuar também. Isso tudo faz parte da nossa, vamos dizer assim, da nossa preocupação quando a gente faz essas itinerâncias.
é
porque a rigor todo lugar que a gente vai não é a primeira vez. Então, o fato de você estar em determinado lugar a gente sempre tem alguma sensação. Olha, eu estou em casa, me sinto bem aqui.
Ou
então, olha, está mais pesado para mim. Então, a gente teve até lugares que, às vezes, eu não dei aula, por exemplo, na França, mas a gente ia fazer trabalho, às vezes, até pelo trabalho profissional mesmo,
e
sentia que ia nas feiras, que eram feiras comerciais,
e
eu sentia a conexão que tinha com o Amparo e ali mesmo tinha que fazer assistência com doação de energia, com expansão de pensamentos mais fraternos com as pessoas. Então, você não está nem dando aula, mas você sentia que existia uma demanda no local que você ia visitar ou fazer, trabalhar mesmo profissionalmente.
Então,
não existe, não é só na dando aula, o
demitivista
representa a Equipex para ele fazer, manter uma postura, vamos dizer assim, para a diplomática de um assistente que está ali sem julgar ou assistido, sem apontar as falhas, os erros das patologias que existem em cada lugar, as baratosferas que existem em cada país que você vai visitar. Então, isso é, eu acho que
que
é um ponto relevante para a gente pontuar quando você está em um lugar, saber que você já esteve e o que eu devo fazer agora para complementar o próximo passo. Tem que consertar alguma coisa ou tem que contribuir
para
alguma coisa, reparar, me auto... fazer uma retratação
perante aquele
local. Então, mais ou menos isso a gente foi percebendo com os anos de trabalho dentro de itinerância e dando aula em lugares. Então,
a
gente também sentiu essa conexão, essa responsabilidade com a Eurodex, porque as condições elas foram favorecer para a gente. Então, por exemplo, o fato de você estar lá e estar voluntariando
e
tem demandas em outros países e aí a gente foi desenvolvendo a habilidade para poder falar em quatro idiomas, dar aula de concessologia. Então, tudo isso aí dá para a gente uma responsabilidade maior e é um bom aporte muito grande porque você está tudo facilitado, você está ali perto, pega ali um avião, às
vezes
vai de carro, a gente ia
de
carro desse lugar, para a Holanda, ia de carro, para a Suíça, vamos de carro. Então, esses aportes que a gente sentiu, tem que ter uma responsabilidade. Então, tem aquela forma da retribuição da Proec, certo? O que você recebeu de aporte e o que você está dando em troca? Então,
como
a gente sentiu que foi feito um investimento na gente, enquanto estava no Brasil, pegamos toda a base de concessologia, ganhamos experiências, demos a aula lá, eu comecei da aula em 99, a Anny começou um ano antes, inclusive, da aula. Então, até a gente sair, ela já tinha cinco anos de experiência, eu estava com quatro anos de experiência, né? Então, isso aí fez com que a gente está qualificado, fomos para
o
Internacional já com trabalho
para
poder trabalhar no México, então, a gente tinha uma sustentação profissional, tivemos visto de trabalho lá, juntando com
a
concessologia. Então, vocês vejam, são muitos aportes que foram dados para a gente,
do
tipo, agora, qual que
é
a sua retribuição? Então, a retribuição é, em cada lugar, tentar fazer o melhor, Dar aula, ter net, trabalhos energéticos em conjunto,
em
dupla, escritas, verbetes, artigos.
E
tudo com o propósito de encontrar novos intermissivistas que tenham um curso intermissível melhor do que a gente, entregar o bastão no futuro, certo? Qualificar as pessoas, qualificar a gente para poder qualificar os novos intermissivistas para poder fazer a concessologia, né? crescer também aqui no internacional. Então, isso que é muito claro para nós, e o outro aporte que eu considero muito importante que nós tivemos nesse tempo que estávamos no Brasil ainda, é a nossa convivência também com o professor Eduardo, que eu disse, a gente conhecendo o professor Eduardo, a gente ter tido aula com ele, poder falar, abordar ele livremente, perguntar para ele sobre, né?
As atuações no internacional e tudo mais. Eu considero um aporte muito valioso e para mim também isso é um grande fator de responsabilidade, né? Porque a gente, agora, vamos começar a dar aula para pessoas que não conheceram mais o professor Eduardo, né? Então, a gente precisa de forma mais correta entregar as informações que nós recebemos assim, de mão fechada, né? E podendo abordar ele pessoalmente.
Exatamente.
pode falar, Eduardo. Não, se quiser, a gente, não sei se a gente quer mostrar um slide da situação. Se quiser,
podem colocar, sim.
Se dá tempo, que vocês quiserem ver, né?
Seria interessante.
Aquele slide de papel para diplomática nas itinerâncias,
né? Eduardo,
talvez
você
poderia mostrar isso aqui. É um slide para
animações.
A gente está colocando aqui, a gente até vai mostrar isso aqui no próprio balanço, aqui na Alemanha, vai ter. Então, a gente está saindo aqui de Curitiba, cidade do México, isso aqui foi em 2003, daqui para a Alemanha, na Floresta Negra, no sul da Alemanha, 2006. Aí, aqui tem, a partir dessa área de atuação,
a
gente começou a dar muita aula em Frankfurt e nesses países aí que a gente teve itinerâncias, né? Então, em cada um desses lugares aí que a gente aproveitava para fazer, mesmo depois de já estar na Alemanha e ainda assim, eu fiz uma itinerância para o México,
depois
de ter saído em 2012, a partir daqui a gente começou a fazer essas pesquisas de campo, porque você está em sítios que tem uma história, tem uma história, que tem comunidades extrafísicas seculares ou milenares na Europa, o velho continente, tem esse nome, então, a gente aproveitava para fazer esses trabalhos aqui, né? Aí, o que a gente vê aqui de diplomacia, é esses dois grupos de consciências. Então, vocês estão vendo aqui, que é o grupo extrafísico dos assistidos, então, é entender qual que é a demanda deles,
e
a equipe extrafísica, tanto a equipe extrafísica já normal que trabalha junto com a dupla que trabalha aqui na Alemanha, quanto o local, a equipe do local em si.
Não sei
se a Anne pode comentar.
comentar.
Então, aqui tem as, como é que vou dizer assim,
cada
um desses locais aqui tem um holopensênico específico. Então, esse que é o interessante, de você ver qual que é o holopensênico desse tipo de consciência, desse padrão, desse lugar que você está, desse país, ou cidade que você está, para você identificar que nós temos que nos adaptar, nos adequar a esses ambientes.
Então,
aqui, readequação ao contexto da para-geografia. Então, isso aqui tem a ver com o processo da para-diplomacia que a gente está colocando aqui. Então, aqui, só vou colocar aqui algumas coisas, né, de aulas, né, em alguns lugares que a gente deu aqui. Vou passar aqui, vai passando automático.
Então,
cada grupo é diferente, cada grupo é diferente, em cada para-geografia,
e
as possibilidades são outras. Esse que é importante, a gente conhecer, saber quais as possibilidades da atuação, tá? Então, geralmente, uma aula assim, talvez, é um começo para uma ligação de um grupo que depois você vai conduzindo esse grupo para uma outra, né, para uma outra atividade, né, para um futuro voluntariado, tudo mais. Eu vi agora a Marina Rodrigues que está aqui, não estou assistindo,
ela
era desse, desse grupo aqui, de
pródigo, de 2019, certo?
Ela, junto com vários colegas desse grupo aqui, que era um grupo grande, geralmente, no internacional, não temos tantos alunos assim,
né? Então, isso aqui,
exceção, né? Então, em Portugal, era exceção. Romênia e Portugal é exceção, aí que temos mais alunos, mas nos outros países, geralmente, não são tantos alunos assim, né? Então, isso é interessante, a gente reencontrar intermissivistas, eu estudo também no assunto da amizade intermissivista, então, para mim, interessa isso demais. Qual é a relação nossa do curso intermissivo? O que nós combinamos no curso intermissivo? O que vamos fazer em conjunto, como projeto, aqui, na vida intrafísica? E eu vejo demais como que os intermissivistas estão chegando e querem começar a trabalhar, querem começar a pesquisar.
Então, basta dar algumas ferramentas para eles, mostrando o caminho e o intermissivista já começa a trabalhar na proexis delas. Isso, para mim, motiva demais. E aí, eu senti essa ligação de amizade, de, como se chama? Coleguismo? É,
companheirismo.
Companheirismo, né? E isso, para mim, também é parte desse estudo do Eduardo, né? Da afetividade, né? E é muito importante essa particularidade que nós temos também da amizade do curso intermissivo, vir para cá, baixar os cons, né? Dessa amizade, relembrando como que atuamos no curso intermissivo, tentando fazer uma réplica daquilo que fizemos já no curso intermissivo, colocando, materializar aqueles projetos que a gente se comprometer em fazer. aqui, então, um exemplo de como que funciona numa aula, por exemplo, em qualquer lugar, na verdade, você vai dar aula, você vai ter um público extrafísico, que
é
o público assistencial,
que
está ligado com o local onde você está dando aula, às vezes, está ligado com o tema das aulas que estão dando, então, isso aqui é comum de se a gente perceber que tem essa movimentação, essas consciências, elas vêm para o campo, vêm com amparadores juntos, está aqui sempre protegido, para não afetar os alunos nem os professores que estão dando aula, e a gente percebia que vários bolsões eram liberados no meio da aula, principalmente na parte prática, e elas são levadas na parte de energia, principalmente aqui.
Não
sei se a gente fala aqui um exemplo de pesquisa de campo rio-dexológica, por exemplo,
que
tem a ver com a Alemanha aqui.
Aqui,
o reurbanizador, então, é o homo sapo serenista,
que
a gente vê que tem uma conexão mais estreita com essa paragiografia que a gente está, na Alemanha, ele nasceu na Alemanha, então, ele nasceu ali no sul, divisa ali da Alemanha com a Suíça, e nós estamos próximos também desse local aí. Então, a gente foi percebendo que vários fatos aconteceram em relação com isso aqui. Então, a ressoma do reurbanizador mais ou menos nessa região aqui, entre Alemanha e Suíça, e vai irradiando uma onda aqui, de atuação dele em relação aos determinados locais. Então, a gente vai ver aqui o que aconteceu em função disso aqui. Isso aqui faz parte dessa pesquisa de campo que a gente vai apresentar lá.
Então, aqui, vocês viram aqui a Viena, desculpa, que passou aqui. Genebra. Genebra. Viena.
Unesco. Unesco. Aqui é
Unesco. Esse segundo aqui é a Unesco em Paris. Aqui é Mastri, tem a vir com o Parlamento Europeu.
Na
União Europeia.
Com a União Europeia, né?
Exatamente. E aqui, o Parlamento Europeu foi um lugar que a gente visitou várias vezes e levamos muitos intermissivistas que vieram visitar a região. O que a gente sente é que esse aqui é um... É como se fosse uma sementinha do Estado Mundial, né? A União Europeia. Esse aqui fica em Strasbourg, que é... Praticamente, a gente está próximo da divisa da França, mais ou menos uns 20... 22 quilômetros de casa já é a França, né? Strasbourg, onde está o Parlamento Europeu.
Eu
acho que seria isso aqui. Aí, a partir daqui, a Anne fez um verbete chamado Parlamento Europeu,
né?
Que foi o que a gente sente
como
você conecta a itinerância, a pesquisa de campo
e
uma gestação consciencial.
Como
se fosse para fazer um fechamento do processo de assistência, né?
Acho
que você pode... Sair
da apresentação. E vamos
para as perguntas, né? Isso. Pode descompartilhar.
Nós temos
uma pergunta aqui do Daniel Sampaio.
Para
vocês, qual o principal desafio para ativar interesse de serviço nativos no internacional? É um desafio mesmo, né?
Qual
é que é o principal desafio? Ele falou no singular, né? Na verdade, teríamos uma lista, né? No momento, Daniel,
a
gente tem
pouca
estrutura para atender intermissivistas no internacional. O que que ocorreu no passado? No passado foi assim que nos anos 90, os primeiros intermissivistas foram para o internacional, a pedido do Vado Guerra, né? Para os Estados Unidos, para Portugal, e assim começou uma estrutura como se fosse uma réplica das estruturas, né? Das instituições consciência-cêntricas do Brasil. Mas, esse primeiro grupo, né? Da qual que também fizemos também parte a partir de 2003, quando fomos para o México,
em
2014, tinha um grande desentendimento, então, nós acabamos com todas as estruturas no internacional, naquela época. desde então, estamos tentando nos recuperar
e
criar novas estruturas que, essa vez, são mais funcionais do que disfuncionais, então, aonde que a gente trabalha de uma forma mais horizontal, mais democrática, mais livre, certo? E nos conectando bastante com instituições conscienciocêntricas do Brasil, certo? Isso tem vantagens e tem desvantagens, né? Por exemplo, as pessoas nativas que falam, talvez, só alemão ou, no máximo, inglês, não vão ter tanto acesso aos lepons que estão mais descritos, mais disponíveis, né?
Também
temos em português, né? Aí, temos também o desafio das instituições conscienciocêntricas estarão abertos para receber intermissivistas que não falam o idioma português, né? Então, isso também é um grande desafio. Agora, qual que é o principal desafio? Talvez também a nossa qualificação pessoal, também. É possível que a gente não ande suficientemente rápido porque falta a qualificação nossa, certo? Então, eu acho que temos vários desafios. Eu não sabia de ser qual é que
é
o principal. Eu acho que, então, são algumas barreiras que a gente encontra. Então, a barreira do idioma,
a barreira
da instituição de voluntariado. Então, às vezes, até voluntários têm dificuldade, voluntários internacionais,
de
achar uma instituição que ela possa voluntariar, porque, às vezes, não atua no internacional. Então, nós somos voluntários da reaprendência e da consecutivos.
Então,
por uma época,
a
gente tinha algumas atividades na França onde a consecutiva estava atuando.
E
a reaprendência é onde a gente tem atuado mais, buscando formar professores, dando cursos também, da parte presencial principalmente.
Mas,
as pessoas, às vezes, têm dificuldade assim, mas eu quero voluntária para a consensilogia. Para qual que eu vou voluntária?
Então,
às vezes, tem essa dificuldade. Então, por isso que a Anne referiu-se à estrutura. As estruturas atuais, elas não facilitam o engajamento do intermissivista no internacional,
o
engajamento dele na conscienciologia, nos trabalhos assistenciais com o grupo como um todo, porque as estruturas foram feitas
para
atender às demandas no Brasil
na
época como começou. Então, ela funciona. Ela funciona, atende às necessidades para aquele contexto. Mas, quando você vai no internacional, você vai ver lá, tem um aqui na Finlândia, tem outra na Suécia, aí tem pessoas aqui em Portugal, tem na Espanha, tem no Reino Unido,
tem
na Itália,
tem
na Romênia.
E
aí, você diz assim, como é que a
gente
vai juntar? É dois, três ali. Então, você não vai fazer uma instituição num lugar desse, num lugar que só tem três, como é que você vai sustentar? Então,
não
tem como fazer um local, um centro educacional, por exemplo, fixo. Tem que funcionar, a gente tem funcionado assim, você vai lá e atende por demanda. Vai lá, tem um grupo, vai lá, tem um grupo, atende. Mas sempre visando buscar qualificar o intermissivista. Tipo, você tem que dar aula,
não
é eu que tenho que ir lá dando aula toda vez.
Agora,
no balanço existencial entre as últimas duas horas do evento, nós vamos ter aí um debate para escutar todas as pessoas, né? E falar sobre essa nossa maxiproexis, né? Quer
dizer, a
proexis grupal na Europa, como que vamos querer organizar no futuro, certo? O que que vamos querer fazer? E esses projetos, esse projeto Royal Bex, ele permeia praticamente todas essas nossas questões. Então, eu penso que vai ser muito interessante, gente, em que eu estou fazendo esse bate-papo. Se eu entendi bem, o Caio falou que eles vão tentar de fazer esse debate não só presencial, mas também colocar mais pessoas no online, né? Nessas últimas duas horas para compartilhar, né? Para pegar as opiniões de muitas pessoas, né? Escutar
as
pessoas. Eu acho que, se a gente for resumir a principal dificuldade, eu acho que é justamente o
que
a Luciana tinha colocado. A qualificação nós como um grupo
de
acolher, de acessar, acolher e dar um encaminhamento, uma orientação. Olha, o que que a gente pode fazer, então, com ciência e logia aqui no internacional? Como que a gente pode atuar da melhor forma? E as estruturas no Brasil permitirem uma flexibilização para que possa ser feito isso, esse trabalho. Então, na verdade, envolve o grupo como um todo, entende?
Não somos nós, aqui que estamos no internacional, nem eu, nem a Anne, é todo o nosso, o grupo como um todo, que precisa criar uma nova estrutura para acessar esses intermissivistas, orientar, qualificar para passar o bastão, porque é eles que têm que dar, cada um dos nativos do lugar que conhece, que tem autoridade moral, porque nasceu lá, que tem essa responsabilidade de orientar e de fazer as assistências para a parageografia onde ele está atuando, é isso que precisa, não é? Porque ficar brasileiro indo para lá, falando português e vai lá,
e
vários países têm que ter tradutor, porque às vezes não falam inglês, então você precisava de... são dificuldades que têm que ser enfrentadas como um grupo, como um todo, então para mim acho que essa é a principal dificuldade.
Exatamente, eu vejo isso também, como estou aqui também no internacional, vejo que também tem muitas pessoas que às vezes precisam de conteúdo, não tem o conteúdo traduzido, então a gente precisa de uma base, ter realmente uma sustentação para poder repassar para os novos intermissivistas,
que
realmente tem demanda, tem pessoas que têm interesse, só que às vezes fica faltando realmente da parte da gente realmente estruturar isso para apresentar para eles, né?
Correto, sim. Você sabe, né, que você está aí, né? É, estou pertinho de vocês aqui. Estou vendo, né, quando foi assistir aula lá na Alemanha, né, quando a
gente
se encontrou e tudo, e está aí, né, você está aqui na Apex, né, trabalhando aí também, ajudando, mas você deixa,
você fala português, né? Exatamente, exatamente, aí para mim fica fácil, né, eu pego todo o conteúdo ali e pronto, mas realmente eu vejo que, e mesmo sabendo português, a gente ainda tem muita dificuldade de assimilar o conteúdo, né? E imagine para outra pessoa aqui, né, que é o nativo de outra língua que não tem acesso ao português,
realmente
fica dependente muito de outros, né, professores e outras pessoas para conseguir absorver e ter realmente novos conhecimentos, né, da concienciologia que em todo momento cresce, novas pesquisas e vai indo e, né? Exatamente,
né, são muitas coisas, porque você veja mesmo, a gente tem várias vantagens do português, porque você estudar concienciologia no teu idioma é diferente, né, é muito
mais fácil
do que você ler em inglês, né, então eu posso ler em inglês, mas para mim, rende mais, flui muito mais sobre
o
português,
e
olha a abundância, você vai lá na internet, baixa em PDF, os tratados todos, né, você não precisa nem comprar o livro, de ir para o Brasil para comprar o livro, você pega pela internet, mas você vai procurar na inglesa, procura em espanhol, em alemão. Agora
vale
a pena lembrar que nós temos a AIS, que foi enquanto uma pré-IC, mas ela vai virar IC, acho que esse ano ainda, tendo que virar IC, que é voltado tudo para essa demanda do nativo, né, do internacional que não fala português, né, então
é
muito comum ter esses colegas, então geralmente a equipe da AIS, que dá tradução, faz a tradução simultânea, por exemplo, agora, né, também,
durante
o evento em Twitter e Stock, né, se a gente não tiver esses intermissivistas mais universalistas, né, que fazem esse trabalho de formiguinha,
de
tradução e tudo mais, como que seria essa comunicação?
Esse acesso ao intermissivista
nativo. Eu quero a Constitucional Dia, mas eu não falo português,
como é
que eu faço? O tradutor faz, então a AIS faz um belo trabalho, né, de tentar
facilitar
o acesso para
os
nativos, né, no serviço
aí.
Então,
vocês tocaram aí bastante no balanço existencial na Europa, e qual é a expectativa de vocês, né, nesses dias, que vai ser do dia 30 agora, de setembro, até dia 2, qual que é a perspectiva que vocês veem, qual que é tanto intrafísico e extrafísico, qual que é a percepção que vocês têm?
Eu
tenho a percepção que existe um grande movimento extrafísico de tentar fazer um reagrupamento novamente das pessoas, então a gente sente que tem, às vezes, uma demanda, a gente sente que tem tanto o contrafluxo daqueles que não querem, da turma extrafísica que não quer estar contra, mas tem muito amparo envolvendo esse evento, então eu acho que é um momento muito importante, sabe, para que, estando junto, mais de 100 pessoas, né, que estão inscritas aí no evento. Então, você veja só a quantidade de energia consciencial, de consciências pensando na evolução, dentro de uma parageografia que está na Alemanha, né, que precisa, né, de reurbanização, que precisa
do
pensamento livre, né, do intermissivista, que transcende o paradigma fisicalista, que aqui também tem muito, né, o pensamento fisicalista, então acho que essa é a expectativa que eu vejo que deve ter mudanças aí nesse sentido.
E
para mim, assim, o curso Balanço Existencial, ele nos dá a oportunidade, né, de avaliar os resultados da nossa atual vida, desse nascimento, dessa ressoma até o presente momento, né, com técnicas, ferramentas, né, que a conscienciologia nos oferece. Então, esse é
o
oloquencê, né, do Balanço, que já é um curso, uma atividade, né, muito consistente há muitos anos, eu acho que vai ajudar demais a mexer aqui intra-extra-fisicamente, não só, né, fazer cada pessoa que esteja lá fazer essa reperspectivação da vida, mas também no extra-físico ter repercussões para fazer uma certa abertura, para que a gente realmente assuma, né, a nossa identidade do curso intermissivo e assuma aquela parte da proex, que talvez, às vezes, a gente ainda não quer muito, né, ou acha que é muita coisa, então, eu acho que nós temos muitas pessoas com potencial, mas esse potencial, às vezes,
não
é assumido pela pessoa, ou não é enxergado, né, então, eu acho que esse curso Balanço Existencial nos ajuda nesse posicionamento perante a nossa proex,
e
cada um individualmente fazendo isso, já vai ajudar o grupo como um todo, tá? A gente vai mostrar, né, um desses slides, até faz parte da apresentação, mostrar essa trajetória que eu tenho feito. Então, eu vejo que todo mundo que vai estar lá, né, participando de eventos, ele veio da Europa, então, ele tem uma raiz. Se você olhar no sobrenome, você já vai ver, né, veio da Europa. Então, você está voltando para lá, agora, com uma nova mentalidade, com uma nova
forma
de pensar, né,
de
pensamizar. Então, isso vai gerar uma repercussão no extrafísico. Cada um é representante de algum tipo de comunidade extrafísica, de um grupo específico. Então, isso vai ter bolsões, na minha expectativa, na minha visão, várias bolsões assistenciais conectadas com os intermissilistas que vão estar lá. Então,
a
gente sente, no ar, que existe um aporte muito grande da equipe extrafísica para ajudar, a partir desse evento, gerar modificações mais significativas no extrafísico, na consensiologia, né? Então, essa é uma expectativa aí que a gente está percebendo, mas vamos ver se se concretiza isso, né?
Muito
bom. Olha, eu agradeço demais a participação de vocês, dois anos, e Eduardo, foi uma, né, um estudo bem rico que vocês têm, essa apresentação, foi bem legal, esse esclarecimento que vocês deram para todo mundo.
e, então,
pessoal, a gente tem aqui a Apex, a Talks, que a gente vai sempre trazer novos, novos, né, participantes e convidados, e a gente termina por hoje, né? Esperamos aí, fiquem atentos, a Apex está aí, qualquer coisa, relacionamento, arroba, prexologia.org, e estamos aí. Até mais.
Tchau,
tchau.
Até
mais.