MUDE SEUS HÁBITOS E TRANFORME SUA VIDA (MARINA FERRARI) | CAFÉ COM CARDIO PODCAST - 001
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Chapitres
Répartition du ton (temps de parole politique)
Propositif 91 %Attaque 2 %Défensif 5 %
Questions et réponses
Taux de réponse directe : 98 % (directe = 1, partielle = 0,5, éludée = 0)
- 1:44OuverteRéponse directe
Comment était ta routine avant que tu deviennes la Marina Ferrari que les gens connaissent ?
- 3:06FerméeRéponse directe
Tu as eu un stimulus à la maison pour le sport ?
- 3:44OuverteRéponse directe
Et tu vois l'importance de l'environnement ?
- 4:20FerméeRéponse directe
Donc la routine de l'activité physique a été très naturelle pour toi ?
- 5:50OuverteRéponse directe
Pour quelqu'un qui n'a pas l'habitude depuis l'enfance, quelle est la clé pour changer ?
- 10:36OuverteRéponse directe
Qu'est-ce que tu parles le plus dans ce cadre ?
Affirmations vérifiables (citations exactes)
- 2:20InvitéFait
« praticar exercício físico todos os dias é igual tomar banho, escovar o dente. »
- 4:57InvitéFait
« eu fiz vários esportes quando era criança, mas eu disse, por que você não me colocou na natação? »
- 6:36InvitéFait
« eu acredito que a pessoa tem que estar feliz e satisfeita com a sua vida. »
- 7:44InvitéFait
« já vi vários casos aí de mulheres com 60, 70 anos que mudaram o estilo de vida e ficaram muito mais felizes. »
- 12:54InvitéFait
« sempre grata, porém nunca satisfeita, que todas as bênçãos que aconteceram na minha vida foi fruto do meu esforço. »
- 21:55InvitéFait
« eu abdiquei de muitas coisas na época, porque eu tinha um objetivo para chegar. »
- 28:51InvitéFait
« eu tenho que acordar e ir pro treino porque quando eu não volto pro treino, o pessoal já fica, cadê você, Marina? »
- 29:23InvitéFait
« Hoje, eu postei um vídeo, eu tava me arrumando, e você tava quase chorando. »
- 29:32InvitéFait
« Eu tava com o olho cheio de lágrimas. Assim, eu tava, pelo menos, agradecendo pela minha saúde, né? »
- 29:55InvitéPromesse
« Esse ano, eu vou fazer uma maratona e um Ironman. »
- 30:01InvitéFait
« Eu não posso reclamar de uma rotina exaustiva que eu mesma me coloquei. »
- 30:19InvitéFait
« Eu sei me renovar. »
- 32:12InvitéFait
« Lá foram os piores dias da minha vida que me despertou ansiedade e angústia porque você fica num ambiente fechado com um monte de gente querendo te destruir ali. »
- 38:22InvitéChiffre
« Já treino musculação há 18 anos, já. »
- 38:53InvitéFait
« O meu limiar pra dor, assim, eu aguento bastante. »
- 44:04InvitéFait
« É estudo. Se você pessoal acha que influenciador não estuda, mas a gente estuda todos os dias. »
- 44:33InvitéFait
« Eu abri um salão, eu já tive um salão de beleza também, passei cinco anos com o salão. »
- 44:37InvitéChiffre
« Eu fiz curso de cabeleireiro, eu fiz curso de maquiagem, em Nova York, fiz curso aqui. »
- 45:25InvitéFait
« E peço para ele falar, para ele ter propriedade, para eu não acabar cometendo um erro, ou falar alguma coisa que eu não devia, alguma coisa errada. »
- 53:26InvitéFait
« Quando eu cheguei lá e eu falei com o meu sotaque do Nordeste, a sala inteira, eu percebi o burburinho, sabe? »
- 56:46InvitéChiffre
« Eu administro um Instagram de 5 milhões de seguidores. »
- 56:55InvitéFait
« Aquilo ali é a minha empresa. »
- 56:59InvitéFait
« Eu sempre amei roteirizar, gravar, editar, ter essa criatividade. »
- 57:03InvitéFait
« Eu amo quando um vídeo meu viraliza, que eu vejo que uma ideia minha deu certo. »
- 57:40InvitéFait
« As lojas começaram a me mandar e eu postava, vestindo, ou usando alguma coisa. »
- 59:31InvitéFait
« Marina Ferrari é uma marca hoje em dia. »
- 1:00:22InvitéFait
« Atualmente, eu dou muito valor a coisas simples. »
- 1:00:26InvitéFait
« Eu adoro assistir o nascer do sol. »
- 1:00:31InvitéFait
« Eu adoro estar saudável para praticar meus esportes. »
- 1:02:17InvitéFait
« Um exemplo, um pódio, quando eu desfilei na escola de samba. »
- 1:11:00InvitéFait
« Seja a sua melhor versão. Que foi o que eu falei aqui no começo. »
Temps de parole
- Invité67 %
- Présentateur26 %
- ?7 %
≈ 52,2 interruptions / 10 min (chevauchements et interjections détectés).
Modèle mistral-small-latest · prompt v1 · les citations sont vérifiées mot pour mot dans le transcript ; le taux de réponse directe est calculé à partir des verdicts question par question. Aucun label idéologique n'est produit.
Bienvenue au Café avec Cardio Podcast. Pois est, je suis Dr. Sérgio Francisco, chirurgien cardiovasculaire, médico a plus de 20 ans, nas redes sociales a plus de 11, faisant que vous entendez ce que fait bien pour le corps,
ce
que fait mal,
comment
je peux faire pour me afastar du jour final, comment je peux faire pour me faire
pour mieux
ma santé.
Et
ce n'est pas un simple podcast, c'est un mouvement que fait que vous,
ce,
à travers d'une linguine simple, entenda comme vivre mais ou melhor et possa se inspirer nas histórias dos meus convidados.
Et
aujourd
'hui,
ma convidante est influenciadora digital, triatleta et empresária. Influencer diariamente la vie de millions et millions de seguidores à travers de votre style de vie. Seja bien-vinda au Café avec Cardio Podcast, Marina Ferrari.
Muito obrigada, Sérgio, pelo convite. Feliz de estar aqui, você que
é
uma referência de médico, também de influenciador, influencia na vida de milhares de pessoas, positivamente. E hoje eu quero que esse bate-papo seja inspirador, motivador, e que eu aprenda com você, você comigo, e a gente leva esse aprendizado para o nosso público.
Muito bom, é isso aí. Marina, obrigado por ter aceitado esse convite, tá? Tenho certeza que vai ser realmente fonte de, pontos de conexão com pessoas que vão acompanhar a gente aqui durante essa conversa.
Eu
quero que você se sinta muito à vontade, tá?
Já estou à vontade. Para responder,
para responder com
muita
tranquilidade para a nossa audiência. E a primeira pergunta é,
como
era a sua rotina
antes
de você ser
a
Marina Ferrari que hoje as pessoas conhecem?
Então, na verdade, já faz bons
anos, né? Vamos
lá, antes de 10 anos para trás.
Que Marina Ferrari
é
Marina Ferrari.
É Marina Ferrari.
Mas, para ser bem sincera, essa minha paixão pelo esporte, pela vida saudável, às vezes eu não sei nem explicar de onde veio. Porque muita gente faz, Mário, onde é que você tira a motivação? Eu falo, gente, para mim, praticar exercício físico todos os dias é igual tomar banho, escovar o dente. Porque é uma coisa que eu faço desde que, sei
lá,
eu tinha 3, 4 anos. Minha mãe falava que quando eu tinha 4 anos o meu presente eram patins, era um skate que eu queria entrar no vôlei, no karatê, no jogar futebol, no intervalo do colégio, sabe? A minha mulher preferida era educação física. Então, eu sempre fui assim, acelerada, né? De gostar de viver, de não perder nada. Muito ativa. Então, o esporte era muito presente na minha vida. Então,
eu
era atleta de vôleibol, também joguei 17 anos de vôlei, fui com faixa marrom no karatê, também joguei 6 anos de beat tênis, já fiz ginástica também, ginástica rítmica, participei já de campeonatos. No vôlei era que eu participava mais de campeonatos brasileiros, assim,
mas... Você
teve estímulo em casa para o
esporte? Meus
pais. Minha mãe formou educação física e também jogou na seleção logo na de vôlei. Meu pai, meus tios, minha família, meu tio tem até uma academia. A minha família, por parte de mãe, assim, ela é mais atleta.
Então,
você cresceu em um ambiente em que falar sobre esporte e fazer exercício era algo natural.
Natural. Para mim, ter duas horinhas do dia ali para praticar exercício era como se fosse ter o seu momento, assim, para estudar, para ler um livro,
né?
Tipo, não era uma obrigação, né? Porque era algo natural,
que eu
gostava, não era doído.
E você vê a importância do ambiente. A gente tem conversado muito aqui nos nossos episódios sobre a importância do ambiente.
Se
hoje você, para ter uma mudança no estilo de vida, vai ter que mudar, muitas vezes, o ambiente, né? Que você frequenta. Da mesma forma, se você
cria
esse ambiente para quem está junto de você, no caso, você que tem filho, por exemplo, se o seu filho vê você ali praticando esporte, falando sobre isso, tendo uma rotina saudável,
vai
ser menos sofrido para ele engajar nesse tipo de comportamento. Aqui, mas é uma prova viva, né? Da Marina.
Então,
a rotina sua com relação à atividade física, ela foi algo muito natural, né? Ela não teve um período que você precisou fazer algo muito diferente, né?
Não, por isso que eu sempre falo isso,
para
incentivar, como você falou, né? Os seus filhos praticarem atividade física, porque já inclui na minha rotina, tanto é que eu via minha mãe indo para a academia todos os dias, e
ela falou,
mãe, eu quero ir, eu quero ir, ela só com 14 anos, só com 14 anos, chegou com 14 anos, ela me levou assim, eu super feliz, porque ela fazia ser uma mãe especial, que ela gostava de ir também, então, isso acabava chegando até mim, tanto é que hoje em dia eu brinco com ela, eu fiz vários esportes quando era criança, mas eu disse, por que você não me colocou na natação? Porque a natação eu comecei agora,
ano passado, então,
sendo mais desafiador para mim na minha vida começar um esporte novo, porque o resto, eu acabei pegando rápido, porque eu tenho resistência, eu tenho condicionamento, eu tenho força, né? que eu treino muito há muitos anos, mas a natação é muito técnica, né? E quando eu era criança, eu fazia todos os esportes e a minha mãe falava que natação eu não gostava, eu não queria, eu fazia, poxa, ela devia ter me obrigado a pelo menos aprender o básico da natação.
E olha que exigência, porque já fizeram muito, né? E permitia incentivar que você fizesse
vários esportes, mas a exigência é muito...
Eu acho que
eu
falo brincando, se na época eu não fiz, é porque eu tinha preferência por outros
esportes, não dá para fazer tudo.
É, não, e como você é muito ativo, se você dissesse que quer, talvez ela decolocasse, né? Você não ia voltar para casa fazendo tanta coisa.
Marina,
me conta aí,
você
acha que, que
para
alguém que não tem
o
hábito desde a infância, né? De fazer exercício, para uma pessoa que,
ela
olha para você, se inspira nos seus conteúdos, né? Você está ali, a gente estava conversando aqui há pouco, com o Rei Costa, dizendo que se estimulou ao ver os seus stories,
eu falei que
realmente dá vergonha de ter preguiça
se a
pessoa olha a tua rotina e vê como você faz exercício com consistência.
Para
alguém que não vive assim, que não cresceu em um ambiente assim, qual que você acha que deve ser a virada de chave na vida dessa pessoa e entender que isso é importante, Prayla?
Eu acredito que a pessoa tem que estar feliz e satisfeita com a sua vida, né? Então, a partir do momento que você acorda disposto, que você não está satisfeito com o seu corpo, que você almeja conquistar grandes objetivos na sua vida, é a hora de uma virada de chave. Não só em relação à estética, não só em relação à saúde, mas em relação até às vezes profissional, pessoal, em relacionamento, né? Quando você está triste no relacionamento, talvez seja a hora de você olhar ali os pontos de onde você pode melhorar. Eu falo muito isso no meu Instagram, que eu não falo só sobre a vida fitness, né? Eu falo sobre inspirar mulheres de uma maneira geral e
ser
a sua melhor versão. Tentar todos os dias acordar e ser a sua melhor versão. O
que
você pode fazer no seu dia que possa te transformar em uma mulher melhor, Ou
seja, não romantizar a falta de felicidade.
Isso. Tem jeito que se acomoda, né? Com a sua rotina, às vezes, você está triste, infeliz, e às
vezes
você se acomoda ali, mas na verdade você sempre, é a hora de mudar, né?
Tipo,
tem tempo enquanto a gente está vivo, enquanto a gente tem, né? Saúde, energia, a gente pode mudar, melhorar, independente da idade, né? Já vi vários casos aí de mulheres com 60, 70 anos que mudaram o estilo de vida e ficaram muito mais felizes, né? Que às vezes são simples trocas que você faz no seu dia a dia que você vê essa mudança, né? Dormir melhor, se alimentar melhor, praticar um exercício físico. Então, isso que eu tento incentivar as mulheres que me seguem, façam essas pequenas mudanças, se inspirem em pessoas que transformam, até, um exemplo, hoje em dia com a rede social, né? Muita gente perde muito tempo vendo besteira, fofoca, coisas que não acrescentam na sua vida. E como é
que
você pode acordar e ser a sua melhor versão em um dia? Mudando seus hábitos, assistindo a coisas que agregam, lendo algo que te passa conhecimento, faz um exercício físico que vai transformar o seu corpo,
a
sua saúde, a sua mente, tendo hobbies mais prazerosos com família, com amigos, que agregue no seu dia, né? É menos tela, digamos assim, e mais viver. E
menos telas inúteis, né? Menos telas inúteis. Isso que a Marina falou, gente, é muito importante. Eu vou explicar por quê, tá?
Eu
não sei se você sabe, mas
as
redes sociais, elas foram criadas pra construir pequenas bolhas, onde você vai viver dentro delas. E o tipo de conteúdo que você consome vai ser mostrado pra você cada vez mais.
Então,
se você ver muito vídeo inútil, vamos chamar assim, tá? Um vídeo que não agrega, como a Marina falou.
Vai
ser mostrado pra você mais vídeos que não agregam.
E
mais, esses vídeos, eles são chiclete.
Eles
vão grudar, vai vir outro, outro, outro, outro, você vai perder 30 minutos do seu dia, 40, e no final você vai dizer que não teve tempo de fazer exercício.
Porque
você estava preso
na
tela do telefone celular. Então,
o
contrário, como é
que
você pode fazer? Exemplo, abrir o story da Marina. Viu lá ela correndo, ou se aprontando pra ir pra um compromisso e terminou o compromisso e foi fazer exercício ou vice-versa. Deu vontade
de
fazer? Ficou
com
vergonha de ter preguiça?
Uhum.
Fecha ali. Naquela hora, assistiu, viu, se inspirou, curtiu, compartilhou.
Fecha
ali e vai fazer.
Não vai mexer em meme.
E quando você assiste um conteúdo,
como
você falou, que é interativo, que te agrega em algo, a própria ferramenta do Instagram vai acabar te entregando outros conteúdos do tipo que vai te fazer motivar na vida,
que
vai te passar um conhecimento, como eu falei. Tipo, no meu dia a dia, há 10 anos que eu estou nas redes sociais, eu tento todos os dias influenciar alguém de uma maneira positivamente. Nem que seja uma dica, uma receita, uma inspiração, um conhecimento, uma entrevista com um médico. Quem me acompanha sabe, agora estou com um quadro novo no meu Instagram, que é Divulgando Alagoas. Eu sempre estou com novidade.
O que você fala mais
sobre esse quadro?
Na verdade, eu tenho vários quadros. Tenho na Corrida com Ferrari, que é um quadro onde eu acompanho minhas corridas, resultados, pódios, que eu faço perguntas, interações, também com profissionais da área, também eu faço, já fiz com fisioterapia, com a minha professora do fortalecimento também, e o pessoal gosta bastante. Aí eu tenho na Mudança com Ferrari, que é um projeto que eu estou me mudando também, que é o Mostro Obra.
E agora eu estou com um novo projeto, que é Mari por Alagoas, onde eu quero divulgar um pouco o meu estado, e aí a gente foi esse, ontem, a gente foi no Gunga, gravou os passeios, fui no restaurante, mostrei comidas típicas, então eu sempre busco, não só, ai, pode estar eu treinando, eu quero que as pessoas, além de ser a Marina que treina, que inspira para a vida fitness, ela também agrega na minha vida de algum tipo, ai, fui para Maceió, para aquele lugar porque eu vi a postagem da Marina,
tanto é que
eu, que eu mais recebo do pessoal que vem aqui, né? Fui para Maceió por conta de você, fiz aquele passeio por conta de você, comi aquela comida por conta de você, e isso, tipo assim, me motiva muito, sabe? Eu acho que é o meu gás que me dá de todos os dias ali, acordar e estar gravando, fazer o meu dia ser especial, diferente e produtivo, é muito difícil durante anos e anos,
né? Durante anos
você, é, e você tem um prêmio que é,
que
só tem uma coisa que dá, que é a consistência,
porque
a gente ganha influência, primeiro, né? Depois a gente ganha algo que é maior, que é a relevância,
porque
tem muita gente que é influente, mas não tem relevância. Sim. E você está enxergando uma coisa importantíssima agora, é, tudo bem, eu já influencio muita gente, mas como eu posso ser ainda mais relevante
na
vida de mais pessoas?
e
aí você está falando dos quadros, vai tocando em pontos de conexão mais diversos ainda nas pessoas, e isso mostra uma visão de fato empreendedora. Sim,
na verdade é constância, é o que você falou, de independente de eu ter alguns vídeos virais, ter chegado assim, em um número, uma quantidade boa de seguidores, às vezes, muita gente se acomoda, né?
Faz,
ah, já tenho ali aquele público, vou ficar naquela minha rotina mais fácil, ganhando o que eu ganho, não, eu sempre fui uma pessoa assim que almejo sempre mais,
né?
Eu tenho uma frase que eu gosto muito que é sempre grata, porém nunca satisfeita, que todas as bênçãos que aconteceram na minha vida foi fruto do meu esforço, da minha dedicação, mas eu quero sempre mais, sabe? Eu quero ver os meus limites, ver até onde eu posso mudar e agregar na vida das pessoas, então, graças a
Deus,
eu
já
agreguei muito, mas eu sei que eu ainda posso muito mais com o meu poder, com os meus números, com a visualização e a visibilidade que eu tenho, então eu posso dar força para Maceió, eu posso dar força para um restaurante. E a relevância. E a relevância
que o meu nome é aqui,
que com o tempo, a gente vai construindo aos poucos, durante a nossa carreira nas redes sociais. Então, então, é algo que me motiva muito trazer essas novidades. Eu acho que o meu destaque é a minha disciplina, que não só no esporte, como no meu trabalho também, e como você falou, essa
é
a maneira de empreender, né? Obviamente que a minha ideia com esse novo quadro, depois conseguir também patrocinadores,
né?
E também...
Que naturalmente vão entender. Que naturalmente... É,
porque eu já faço muita publicidade para muitas marcas grandes,
que realmente
incluem no meu dia a dia. Então, só é mais uma forma de incluir elas de uma maneira natural no meu conteúdo, né? Tipo, um exemplo, suplemento. Aliás, eu estou me preparando para conhecer uma praia, mas tem que ter a minha comidinha
ali em pausa para
tomar o meu whey, para tomar a minha creatina. Então, essas...
O
lugar que você visita.
O lugar que eu
visita é algo que eu já ia fazer, que eu já faço,
mas
incluído num cenário diferente.
Na estrutura
que você montou.
É, nesse quadro diferente, né? Que eu acho que vai agregar tanto para mim, como para as marcas, como para os seguidores. É uma troca, assim, né?
É uma via de mão dupla.
É
uma via de mão dupla.
Porque na hora que
uma
marca, um empreendimento, entende que se eu influencio, né? Se o influenciador influencia
a
pessoa a comprar,
ela
compra ou usa e a experiência é boa, isso não para mais. Porque a roda é uma roda, né? Ela
começa
a girar. Aí eu continuo fazendo, incentivando a influência, o consumidor influenciado, né? Positivamente, vem e consome. Se a experiência for boa, tem que ser boa, né? Tem que ser boa. Porque se for ruim, ele não volta. Então, não adiantou fazer essa roda girar.
Muito
bom. É isso aí. Vão pegando os insights, aí vocês estão acompanhando.
Me
conta uma coisa, Marina.
O
que você acha que tem que mudar na mente de uma pessoa primeiro? A mente,
o
ambiente ou os hábitos?
Eu
acho que o primeiro disso é a mente. Muita gente me pergunta como é que eu consegui evoluir na corrida tão rápido, né? E óbvio que o meu corpo já vinha preparado de outros exercícios físicos, mas eu uso muito o poder da minha mente, sabe? Eu acho que uma mente forte, ela começa por ali. As mudanças de hábito, elas vão sendo naturais. Um exemplo, se você coloca na sua mente que você realmente quer mudar, você tem que mandar essa mensagem para o resto do seu corpo. Então, se você
quer
uma alimentação mais saudável e tem uma linha opção de uma batata na airfryer e uma batata frita, a sua mente, ela tem que ser forte o suficiente, ela tem que querer de verdade, né? Para poder passar a vontade, digamos assim. É uma coisa que eu falo muito nas minhas redes sociais, que é tipo assim, como é
que
eu consigo isso? Como é que eu consigo aquilo? Aprenda a passar a vontade.
Você
quer economizar dinheiro? Cara, você quer emagrecer? Passe vontade de comer coisas muito gordurosas o tempo inteiro. Tem que ter o equilíbrio, tem que existir esse equilíbrio. Então, você tem que aprender que na vida adulto tem que fazer o que tem que ser feito para conseguir alcançar um objetivo. Ninguém faz tudo o que quer na hora que quer, não. Quem faz isso é criança e nem... E olha lá.
E
olha lá.
E olha
lá. Então, eu acredito que quando você coloca na sua mente, ter uma mente forte e poderosa do que você quer e onde você quer chegar, aí você começa a ficar mais disciplinado e aí você começa a ter mais dedicação nos exercícios físicos e na sua alimentação, enfim, ou em qualquer coisa que você queira na sua vida.
Ou seja, aprender a resistir
é
um treinamento.
É
um treinamento
que
eu fiz desde novinha, desde a adolescência, assim, que eu já controlo minha alimentação desde os 14 anos. Então,
eu
me lembro que no colégio todo mundo era coxinha, não sei o que, e eu levava meu lanchinho de casa e o pessoal, Marina, você não teve vontade de comer uma coxinha? Eu falei, eu tenho, mas...
Boa,
excelente.
Mas eu passo vontade porque eu sei que depois vale a pena. Tipo, para mim compensa. Eu sei que para muitas pessoas não compensam.
E
está tudo bem. Tem muita gente que é feliz, né, comendo o que quer, fazendo o que quer e está tudo bem. Agora, para mim, quando eu vejo os resultados compensam. Quando eu ganho um pódio na corrida, quando eu sei que o meu esforço nos treinos valeram a pena, quando eu vejo meus resultados estéticos e me sinto mais
motivada, mais bonita, quando a
foto fica do jeito que eu quero, quando eu consigo conquistar algo novo, algo maior,
algo
grandioso, eu falo, poxa, que bom que naquele dia ali eu não desisti, que bom que naquele dia eu passei aquela vontade para sentir isso que eu estou sentindo agora.
A recompensa. A
recompensa para mim, ela é innegociável.
O
poder da
recompensa.
Eu posso fazer um relato parecido. Eu dei plantão de UTI 10 anos da minha vida. Eu tenho 20 anos de profissão.
E
UTI é o seguinte,
eu
diria que qualquer ambiente de trabalho
na
área da saúde,
de
plantão, que envolve plantão, ele é parecido.
chega
uma hora que você tem que comer,
mas
se você não está em casa, é uma copa pequena ou um quarto pequeno ali, então em geral o que as pessoas fazem?
Pede
no delivery,
tem
uma pizza,
ou
uma caixa de coxinha,
ou
um sanduíche. Por quê?
Porque
é prático, rápido, e o trabalho exige que você volte logo ali para o ambiente principal e da atuação.
Eu
nunca, nunca
fiz
isso.
O
que é
que
eu fazia?
Fazia
uma quentinha
em
casa mesmo, levava para o trabalho, enquanto todo mundo estava lá limpando maionese e ketchup do sanduíche, eu estava com a minha marmitinha lá.
Por
quê?
Eu
não queria? Não, eu queria também. É saboroso? É muito. Uma coxinha?
Que
é sempre grande, né? Não sei porque o nome é esse. Você morde ali aquele frango no meio e muitos com catupiry e tudo mais. Ora, será que eu não queria? Eu queria também, mas eu sabia que aquilo ia me fazer mal.
Ia
me fazer ganhar peso, ia me fazer envelhecer mais rápido.
E
quando eu olho para todos que se comportavam dessa forma naquela época, esteticamente, e aí não há hipocrisia nisso, esteticamente,
estão
mal. Acima do peso, barriga grande, as taxas alteradas.
Isso
tira tempo de vida. Tempo, sim. Isso te rouba tempo de vida. Então, aquele hábito ali,
se
você fica romantizando do tipo,
é
só uma vezinha. Eu provo que não é só uma vezinha, porque é no plantão
do
começo da semana, é no plantão do meio da semana, é no final de semana,
quando
sai para passear com a família. Então, isso vira uma rotina, na verdade.
Eu acho que você tem que aprender a criar o equilíbrio, sendo que para chegar no equilíbrio, você tem que passar a vontade e você tem que fazer realmente um esforço. Você tem
que
ter
crédito. Tudo
na vida. Porque muita gente fala bem assim, nossa, Mari, para você parece tão fácil hoje em dia, porque você também come. Eu também bebo um álcool no final de semana, eu também como uma pizza no domingo,
um hambúrguer. Você tem
crédito.
Porque eu tenho crédito, porque eu já faço isso há 18 anos, mas eu já tive fases de mudanças, que eu quis uma mudança maior, né, no corpo, enfim, alguma coisa do tipo, que eu tive que abdicar por mais tempo no meu trabalho, enfim, em qualquer âmbito que eu queira na minha vida. A gente faz umas abdicações momentâneas, né, para longo prazo,
a
gente tem o resultado. E quando a gente tem um resultado, depois a gente
não
se acomoda, mas a gente meio que equilibra isso. Se permite. Se permite. É igual como eu falo no meu trabalho, né, tipo assim, hoje em dia, eu tenho a liberdade de fazer 3 horas de exercício por dia, de talvez tirar um coxilhinho depois do almoço, de organizar meus horários, trabalhar meio que na hora que quer, há quase 33 anos. Mas, durante os meus 18 aos 27, assim, mais ou menos, quase uns 10 anos, eu acordava cedo, ia para a faculdade, aí trabalhava em salão, aí eu passava madrugadas gravando vídeo, editando, tudo sozinha, procurando conteúdo, aí me botava para o Rio, aí tentava viajar, pegava e chava para o interior.
Ninguém via o que eu comecei assim, né, porque no começo, ninguém viu, nem realmente ninguém assistia.
Sendo que eu
abdiquei de muitas coisas na época,
porque eu
tinha um objetivo para chegar, eu queria alcançar grandes feitos. Então, a partir do momento que eu alcancei, que eu criei minha instabilidade financeira, que eu consegui atingir várias metas pessoais, profissionais, eu consegui dar essa relaxada e não acomodada, né? Eu relaxei, mas não acomodei, porque eu continuo aqui, eu continuo criando, eu continuo agregando na vida das pessoas, sendo que com maior qualidade de vida, digamos
assim.
Então, eu acho que na vida fitness também é isso. Uma pessoa que está acima do peso, precisa por um tempo fazer umas aplicações maiores, um exemplo que eu, digamos assim, ou, enfim,
pessoas
que estejam onde elas queiram chegar, né? E aí você, depois disso, você pode ter esse equilíbrio. Então, eu acredito que vale a pena, gente, quem quer uma mudança de vida, quem quer mudar um estilo de vida, tipo, você passar um período fazendo as abdicações maiores, depois sempre, eu nunca vi uma pessoa que fez essa abdicação e depois falou que droga, perdi, perdi seis meses de vida, me arrependi, quero engordar tudo de
volta, perdi
três meses,
que droga. Quero
voltar a vida que eu tinha antes, eu de trabalho, relacionamento, quando sai de
um
relacionamento ruim, né? E depois que a parte ruim passou e a vida ficou boa, ninguém queria voltar para aquele relacionamento.
Não conheço
a pessoa que se arrepende de uma abdicação que faz na vida de prazeres momentâneos.
Em prol
de algo melhor. A longo
prazo, sempre penso no futuro, imagina você com 60, 70 anos, podendo fazer um exercício físico, sempre precisar de uma ajuda.
Podendo
colocar a mala
em cima do bagageiro do avião sem ninguém te ajudar. Eu sempre
falo isso, porque musculação é o básico, não precisa estar no shape, mas pelo menos é uma musculação para fortalecer o corpo, para quando você ficar numa idade mais avançada, você conseguir ter todas as... Independência.
O
grande problema das pessoas, qual que é? É o...
Eu
mereço. Trabalha a semana inteira,
não
tem tempo de se exercitar, se estressa demais, não tem crédito
de
exercício físico, aí vem,
eu
mereço, aí vai, enfia o pé na jaca
para
descarregar aquilo tudo que foi acumulado de estresse, de trabalho, na alimentação.
Isso
é um ciclo, por quê? Porque começa a ganhar peso, começa a ficar insatisfeito, começa a ficar triste, acha que não é capaz
e
aquilo
entra
num ciclo vicioso,
leva
a pessoa para um ciclo vicioso
do
qual é difícil de sair. Então,
é
importantíssimo ouvir coisas como essas, suas, e principalmente, e aí eu queria até que você destacasse,
da
rotina difícil que foi no começo, né? Porque senão, parece que quem chegou hoje, porque hoje você tem milhões de seguidores, pode ter o dobro, o triplo
com
o passar do tempo.
E
essas pessoas que vão chegando, elas já vão conhecer você como você é hoje.
Elas
não viram os perrengues que você teve que passar no passado e elas podem se sentir frustradas, dizendo assim, ah, mas eu não tenho como
fazer como eu faço.
É,
na verdade, o que eu mais recebo
é isso, por exemplo, ah, eu não consigo
ter,
mais ou menos assim, o seu estilo de vida porque eu não tenho a mesma condição financeira, ao mesmo tempo disponível. Eu falei, gente, realmente hoje em dia eu tenho tempo livre, eu tenho condição, né, de me proporcionar, às vezes, um médico, enfim, um personal, coisas do tipo, ajuda, né? Mas, não, nem sempre foi assim. Eu também já tive fases que a minha rotina era muito cheia, mas que eu dava um jeito de, eu tinha trabalhos às seis da manhã, eu acordava às quatro para treinar às cinco para ir para o trabalho às seis. Até hoje, na verdade, eu faço isso, eu sempre encontro uma horinha do meu dia para me cuidar e ter esse momento.
Coloco uma música boa, relaxo, e para mim, realmente, eu gosto, eu criei um hábito, funciona. Então, é claro que vai ser mais difícil, né, para uma mãe, para uma pessoa que tem uma rotina exaustiva, como você falou, né, mas eu acho que quando você realmente tira aquele tempinho ali para você, é até bom para você se desligar, às vezes, de casa, da família e cuidar de você, que
a
sua, gente, você
só
vive uma vez e o seu corpo é a sua casa. Então, você não quer deixar a sua casa limpa, arrumada, né, para poder se sentir melhor. Você arruma a sua casa, né, você quando joga fora coisa quebrada, quando você joga fora coisa suja, coisa velha, você não sente aquela paz, né, de coisas novas na sua vida, energia renovada, que eu sou muita energia, eu
sou
muita enérgica.
Eu
sinto muito isso. Vibrações. Então, parece que a energia também consome quando você se cuida, né, eu mesma sou outra marina, quando eu estou numa fase assim, me cuidando no geral, não falo nem só o estético, da mente, mentalmente, tudo, do que quando eu não estou bem mentalmente, eu já reajo diferente, até meu público percebe que eu estou diferente, né, tanto é que essa semana muita gente acha que tudo também é sempre perfeito, né, tudo sempre é maravilhoso. E pra mim está sendo bem difícil, desde que eu virei triatleta, tem tipo assim, cinco meses, seis meses, como eu falei, o meu processo de aprender a nadar, e
como
as pessoas sempre esperam muito de mim, eu também me cobro muito, eu fico tentando ser a minha melhor versão, e aí eu acabo me desgastando muito, mentalmente e fisicamente. Eu, do tempo pra cá, tipo assim, eu preciso pedalar cinquenta quilômetros, correr dez quilômetros, nadar mil, aí você não pode só fazer isso, você tem que fazer fisioterapia, porque senão você se machuca, e fortalecimento, mais duas vezes na semana. Aí se eu fosse só atleta, tudo bem, né, de tarde eu dormia, descansava, mas não, eu tenho um trabalho, né, eu tenho uma família, eu tenho uma vida social, eu tenho o meu trabalho também. Vinte por cento, acho que da minha renda, é de produtos relacionados com o mundo fitness.
O resto, eu faço produto de desodorante, perfume, maquiagem, cabelo, eu ainda tô muito nesse universo feminino, então eu trabalho bastante. Então chega a noite, tem vezes que eu tô...
Consome.
Me consome. Aí chega a noite, eu fico sobrecarregada, às vezes não consigo dormir.
E
ainda tem que mostrar tudo isso, né?
E eu ainda tenho que filmar, editar, programar, estudar, de fazer...
Modelar.
Todo o meu dia, o meu próximo dia, eu tenho que organizar praticamente um dia antes, assim, tipo assim, de ideias, de criatividade, porque nem todo dia a
gente
tá criativo.
De exemplos. De
exemplos.
Do que tá dando certo. Do
que tá na moda, do que tá em alta.
Quais são as trends. Tem que estar sempre
estudando. Então, às vezes eu chego à noite, quando eu vou estudar, já fica a minha mente, o
que
é que eu vou postar amanhã, o que
é que eu tenho que fazer
amanhã. Aí, às vezes, eu fico ansiosa, aí não consigo dormir direito. Aí, se eu durmo pouco, porque eu acordo 4 da manhã, todos os dias, porque
pra
pedalar tem que sair de 5 e 50, e pra correr a gente sai de 5 e 10. Então, às vezes eu vou dormir... Não durmo direito. Mas, mesmo assim, eu tenho que acordar e ir pro treino. Porque quando eu não volto pro treino, o pessoal já fica, cadê você, Marina? Não foi treinar? Isso. Então, tipo assim, o que eu quero mostrar com isso é que muita gente acha que
se
inspira em mim, né? E eu fico muito feliz com isso. Mas que também, a minha vida também não é sempre perfeita.
Será
que
se você mostrasse essa vulnerabilidade, não iria ajudar uma parte das pessoas também?
Mas tem de vez que eu
falo. Você
fala? Sabe, um exemplo
hoje, eu postei um vídeo, eu tava me arrumando, e você tava quase chorando. Eu botei um louvô quando eu acordei, porque eu tava sem muita vontade de ir. E aí, eu botei um louvô, assim, no meu estúdio, comecei a me arrumar, eu tava com o olho cheio de lágrimas. Assim, eu tava, pelo menos, agradecendo pela minha saúde, né? Porque, às vezes, eu tô machucada, às vezes, eu realmente tô, sei lá, gripada, qualquer coisa do tipo. Então, independente de tudo, só eu estar saudável, eu agradeço. Por isso, me motiva muito.
Acordou, eu agradeço.
Acordei, eu agradeço por eu estar me sentindo bem. O cansaço, eu falo, faz parte do esforço. Porque eu tenho um objetivo, né? Esse ano,
eu
vou fazer uma maratona e um Ironman. Em novembro, o meu Ironman. Então, eu me coloquei esse desafio. Então, eu não posso reclamar de uma rotina exaustiva que eu mesma me coloquei. Eu podia muito bem sair do triatlo, ficar só na corrida. Ou até de todos. Eu já trabalhava, eu tenho outras maneiras de trabalhar de influência digital. Com outras questões de
esporte. Posso fazer outros
esportes, em outros nichos, em outros esportes. Eu sei me renovar. Mas, eu me coloquei nesse desafio. E no final é gostoso. Quando, por exemplo, eu tenho uma prova agora de triatlo dia 12. Eu estou me esforçando e eu estou assim, sem errar nos treinos, por conta disso. Porque eu quero na prova dar o meu melhor. Então, tem dias que realmente eu estou desgastada, como eu falei, exausta. Mas, eu sei que depois vai valer a pena. E eu falo isso, às vezes eu coloco uma frase assim, motivadora, inspiradora, falando, gente, hoje eu não estou afim. Hoje está na base da disciplina. Hoje eu estou indo. E, tipo assim, muita gente acha massa isso, né? Massa assim, né?
Porque eu até fiz um vídeo também no feed, falando isso, que eu tenho muita sede de viver, né? Se me chamarem para uma festa, eu vou. Se me chamarem para jantar, eu vou. Se me chamarem para treinar, eu vou. Mas, no final, isso também não é
tão
positivo, assim, porque me gera muita ansiedade de estar perdendo alguma coisa, de estar, né? Você não sai.
Eu acho que eu estou perdendo
a diversão. Aí, eu não treino. Eu acho que eu vou ficar pior. Eu acho que eu não vou render. Aí, eu vou perder o corpo, sabe? Então,
isso
gera uma confusão mental, né? Que eu acho que eu tenho que trabalhar muito
isso. Se você parar para analisar, esses são pontos de melhoria que você já está identificando
no
seu modo de ser,
né?
Que podem ser ajustados para que você fique ainda mais forte, digamos assim.
Sim, mas eu acredito que é muito de fase. Por
exemplo,
eu tive uma fase que eu desfilei na escola de samba, que foi muito desafiador para mim porque eu não sabia sambar. Então, foi uns quatro meses muito sofridos para mim. Tipo, acho que foi... Não sei se foi comparado com a minha sofrência de agora, que eu estou vivendo. Mas, o dia da escola de samba, ele
foi
tão maravilhoso.
Recompensador. Recompensador.
O
poder da recompensa. Eu não me
arrependo um dia. Mesma coisa, eu participei do reality, né? Da fazenda.
Eu
fui até a final. Lá foram os piores dias da minha vida que me despertou ansiedade e angústia porque você fica num ambiente fechado com um monte de gente querendo te destruir ali. Todo mundo te prejudicando. Eu
não
tinha uma academia direito. Tipo assim, eram uns pezinhos ali. Você tinha que cuidar dos animais, também acordar cedo. Era um brigando com o outro o tempo inteiro. Então, ali para aumentar a saudade da família, dos amigos. A minha rotina, graças a Deus, era muito boa a
minha
qualidade de vida aqui em Maceió. Para eu ir para um ambiente fechado com um monte de gente que quer
te destruir.
Jogando, né? Todo mundo querendo um milhão de reais, né?
Exato.
Então, foram desafios na minha vida que eu fui passando. Quando eu morei no Rio também, eu tive várias fases assim que eu tive por um período de tempo uma fase exaustiva na minha vida mentalmente e fisicamente, mas que depois compensaram. Então, para mim, esse processo desse ano está sendo a mesma coisa. Que está sendo exaustivo essa minha preparação para
o
aeromania e para a maratona, mas eu sei que depois vai valer a pena quando eu concluir essa missão e depois vai ficar mais fácil. Porque eu já vou ter feito uma vez. Então, quando eu for fazer de novo, eu não vou ter... Óbvio que é difícil do mesmo jeito, mas é um pouco menos pior. Porque, para mim, nadar está sendo a primeira vez e o meu corpo também está se adaptando a esses novos estímulos dos esportes novos, né? Que é a bike, a corrida intensa. Então, tipo assim, eu tenho uma lesão.
Eu
passo um tempinho com a lesão, daqui a pouco ela melhora. Aí, por quê? Porque o meu corpo já está se acostumando com aquele movimento novo.
Sim.
Então, eu acho que daqui a um tempo vai virar mais...
Vai
ficar mais adaptada.
Mais adaptada. Acho que não vai ser mais tão exaustivo para mim o
esporte, né? E você vai estar em um patamar diferente, porque você já ultrapassou uma barreira e já vai estar procurando outras...
E talvez... Eu sou assim,
né?
Outros desafios,
né? Outros
desafios. Eu sou a Ariana, sou
competitiva.
O que é que eu
vou fazer agora,
né?
É, então... Já vai perceber, por exemplo, me chamaram para desfilar de novo para o Esclareção. Eu falei, não. Porque a minha... Eu já tinha outro plano de vida. Aí, daqui a pouco, eu gosto. Pode ser que o triatlo eu mantenha, né? Se for bom para mim profissionalmente, se o Ironman eu gosto. Eu também não. Se também eu fizer o Ironman
e
eu no que vem já quiser me desafiar em
outra
coisa, também tudo bem, sabe? Eu acho que a vida está aí para isso, para a gente buscar o novo. Assim como eu... E relacionamento também, agora eu estou solteiro, também já passei por diversas fases, assim, que me
acompanha, sabe? Você acha que tem
paralelos? Dá para fazer paralelos também na vida emocional, pessoal, nos desafios que a gente escolhe?
Então, eu acho...
De
que maneira você fala assim, paralelos?
Porque você falou que você tem o poder de fazer escolhas. Sim.
Dá
para fazer paralelos na vida pessoal e nos desafios de trabalho?
Acho
que atrapalha um pouco. Não vou mentir um exemplo. Eu acho que essa... Minha sede, talvez, de viver e tal, pode ter acabado atrapalhando a intensidade de alguns relacionamentos.
A frequência é muito alta?
A frequência é alta. Um exemplo, tipo assim, eu acho que eu me esforço muito para ser uma... Tipo assim, eu estudo, eu trabalho, eu cuido de mim, da minha beleza. Então, tipo assim, eu quero que a pessoa esteja comigo também. Então, quando eu percebo qualquer obstáculo, assim, que a pessoa, às vezes, não está na mesma mais sintonia, não está agregando mais na minha vida como eu quero, eu simplesmente vou viver a minha vida sozinha porque eu também gosto muito da minha vida sozinha,
digamos
assim. Então, tem o perfil
e
tem uma desconexão natural pela falta de engajamento, né?
Sim. Digamos assim,
que
talvez, um exemplo, esse meu desafio agora no triatlon, talvez esteja me afastando um pouco da minha vida social, de conhecer pessoas novas,
sabe? Porque o dia só tem 24 horas. Porque o dia só
tem 24 horas. Mas, obviamente, que a gente tenta, a gente vive, mas,
são
escolhas, né? Que
a gente faz
na
vida. É o poder fazer escolhas.
Vale pra mim, tipo, essa abdicação, talvez, nesse lado, pra conseguir o outro. E aí, pra mim, nesse caso, vale. Então,
é
complicado, mas a gente vai
levando. Tem
um ensinamento que diz assim, toda escolha implica em uma perda equivalente.
Então, a
partir do momento que eu sei que o universo é limitado, que o dia só tem 24 horas
e
que, se eu escolho ir por aqui, não tem como, ao mesmo tempo, eu ir por ali, toda escolha implica em uma perda equivalente. A arte de viver é
o
que é que eu vou escolher perder
pra
fazer aquilo que eu quero. E isso vale pra tudo. Pra o que a gente acabou de falar, mas também pra decisões que vão impactar na vida da saúde, por exemplo. Então, se eu vou comer isso, eu sei que eu vou perder um pouquinho de saúde.
Se
eu vou deixar de fazer exercício, eu sei que eu vou perder um pouquinho de saúde. Se eu escolho comer algo mais saudável,
eu
sei que eu vou perder a chance de comer algo mais saboroso.
E
é isso que eu falei pra você de questão, tipo assim, um exemplo. Eu, a
última,
me considero uma pessoa saudável, fitness, mas, às vezes, esse meu exagero não é tão saudável, né? O de dormir menos, às vezes, horas do que eu preciso, às vezes, o de me cobrar demais não é saudável mentalmente e fisicamente. E eu sei disso. E eu tento também passar isso pra meus seguidores pra passar a verdade.
Porque,
tipo assim, eu não sou
tão saudável assim quando vocês pensam. Eu tento ser...
É
até difícil você falar isso porque
parece
que é mentira, né? Parece
que é mentira. Porque o pessoal olha pra você e
fala, não tem como. Só que como você mostra,
aí
a verdade vem.
O que
é que eu chamo atenção? Quem acompanha a Marina, passar a acompanhar a Marina, entenda. É o jogo do crédito.
Não
dá pra você se permitir fazer algo que, teoricamente, não vai ser saudável pra você se você não tem crédito
de
saúde. Se você não faz por onde ter aquele momento de recompensa.
É. Uma das coisas que muita gente me pergunta é, tipo assim, como é
que
eu corro forte e eu ainda tenho uma musculatura bem trabalhada?
Sim.
Obviamente, porque eu treino há 18 anos.
Você já treinava musculação antes?
Já treino musculação há 18 anos, já. Então, a minha musculatura já vem bem trabalhada. Mas,
tem
o porém
que eu
tô sofrendo
pra
manter. Essa musculatura. Porque a minha perna fica cansada da corrida, eu vou treinar musculação ao fim de tarde, dói bem mais do que antes. Eu, mesmo eu diminuindo os pesos, ainda dói. Tipo assim, eu sei que muita gente não consegue manter porque não consegue resistir tanto à dor, né?
E
o meu limiar pra dor, assim, eu aguento bastante. por conta da mente.
Meu
corpo pode doer inteirinho. Se a minha mente falar, não, mas eu quero, vai doer ali e eu vou conseguir. Isso pode não ser tão saudável, mas é disciplina. Então, acho que tudo na vida tem um lado bom e um lado ruim. Agora, um exemplo, agora eu ainda tô conseguindo manter minha musculatura, mas eu acho que quando chegar mais próximo da maratona e do Ironman, eu vou ter que emagrecer um pouquinho, entendeu? Eu
vou
ficar um pouco mais mais seco, eu não vou conseguir pegar as mesmas cargas na musculação. Vai ser uma escolha que eu vou fazer. Por enquanto, eu não tô conseguindo fazer essa escolha porque quando eu ainda tô, eu sofro ali, eu vou ali,
eu
corro sofrendo,
eu
treino sofrendo, aí eu falo, meu Deus do céu, é exaustivo, mas é quando eu vejo, obviamente, que eu consigo correr e ainda ficar no shape que eu quero,
é
muito recompensador, mas eu não vou conseguir ter o resultado que eu quero. Eu acho que na Ironman,
na
maratona, se eu não diminuir isso, vai acabar tendo uma lesão, eu vou acabar me machucando. Eu faço o
que
eu faço, eu tenho consciência de tudo que eu preciso fazer, mas às vezes no dia a dia eu fico naquela sede de conseguir.
Mas
vai chegar uma hora que você vai lembrar isso, toda escolha implica em uma perda equivalente. Para escolher fazer uma boa maratona ou um bom triatlo, você vai ter que escolher afinar um pouquinho a perna, por exemplo. Com a vantagem de que depois você recupera. É só mudar
o fone. Eu tenho
muita memória muscular, eu recupero muito rápido. Pois é. Então, é isso
que eu fiz. É
melhor do que fazer a lesão e perder a prova, que isola, né? Isola.
Deus o livre.
Mas, claro, é
uma
escolha
que você vai ter que fazer. Para a pessoa que
pratica exercício físico, uma lesão é a mesma coisa.
É triste.
Não, eu fico,
você acorda já, eu acordo triste.
Qual
é
a
rotina de Marina Ferrari hoje em dia?
Hoje
em dia,
eu
acordo às quatro da manhã
e
aí eu me organizo, normalmente para ir para os meus treinos de triatlon, que é logo cedo, no dia nascendo.
E
aí, quando eu volto, normalmente eu me organizo, tomo café da manhã com calma, falo com a música, organizo minha agenda também do que eu vou fazer no dia, se eu tenho ideias de conteúdo. Normalmente eu já estou trabalhando também, porque quando eu estou fazendo as aulas de triatlon,
os
treinos, eu já estou gravando. Quando eu chego em casa, eu já estou editando e já estou postando e já incluindo a publicidade no meio. Aí eu já incluo as publicidades, normalmente, do mundo, do meio mais saudável.
Você tem uma sequência de quais publicidades tem que sair naquele dia?
Normalmente,
um dia
antes, dois dias antes, a minha equipe já fala, Mari, inclui, sei lá, água de manhã, no seu dia.
É
algo que eu já tomo.
E
ela já conhece a sua rotina.
Ela já conhece a minha rotina. Então, é a mão e o luvo.
Então,
eu
falo, pronto, hoje vai ter um treino de bike, vou fazer um vlogzinho, incluindo a bike ali,
eu
tomando, falando dos benefícios. Hoje eu pesquiso algumas referências de que está em alta, treino que está em alta, áudios e tal, para poder incluir nisso. Aí pronto, aí de manhã eu ainda faço mais a questão de fortalecimento, normalmente nove horas, desses outros treinos. De manhã eu tiro amanhã para a questão mais de treinos, assim, esportivos, e focado na publicidade disso.
Aí
normalmente eu mostro com os meus pais, é a tarde que eu tiro
para
gravar publicidade, reunião, fechar contrato. Normalmente
eu tenho dois
dias na semana que eu faço gravação, mais de publicidade, que aí eu tenho uma equipe que a gente faz uma reunião e a gente fecha os conteúdos, faz roteiro juntos e aí a
gente
analisa os roteiros e aí a
gente
tira uma tarde para gravar.
E
aí, vai variando do dia da semana, mas normalmente é isso. Mas eu sempre, tipo assim, já estou com várias inspirações, que eu sempre vou anotando pensamentos do que eu vou falar hoje,
o que eu vou conversar. Onde você
anota suas inspirações?
Tudo no papel. Eu tenho um caderninho que fica lá na minha bancadinha que eu tenho, que desde quando... Ah, hoje eu quero falar sobre relacionamento abusivo, estou dando a zé. Aí eu começo a escrever, relacionamento abusivo, para mim foi isso, isso, e só começar também a estudar sobre, que eu também não vou falar sobre um tema que eu não tenha conhecimento. E aí eu vou lá e vou pesquisando, assisto o vídeo sobre isso,
outras pessoas
falando, gosto, mas eu não escrevo muito,
eu
escrevo tópicos, e a partir dos tópicos eu gosto de deixar mais natural, sabe? Tipo assim, eu começo a falar sobre isso, aí vou falando, aí eu pego outra parte de outra coisa.
É um dia.
É, às vezes também eu...
Eu
pego, sei lá, o que uma mulher
precisa
na rotina. Aí eu vejo um vídeo sobre isso, aí de uma mulher eu pego uma coisa, de outra mulher eu pego outra, de outra mulher
eu pego outra,
e faço a
minha
versão. Constrói isso.
Eu
faço isso desde novinha. Por exemplo, eu bombei muito antigamente nos penteados, porque o pessoal achava meus penteados muito diferentes. O pessoal, caramba, Marina, você é muito criativa? Como é que você consegue sempre ter um penteado diferente? Eu digo, gente, eu não sou criativa, eu sou dedicada, disciplinada, porque isso aqui não me caiu no céu, essa ideia.
Não me
enloumi nada. Eu não dei uma iluminada aqui, faça isso hoje. Não, eu simplesmente assisti
um vídeo, eu
assisti outro vídeo, que eu peguei outra referência, que eu juntei todas e criei a minha. Então, é estudo. Se você pessoal acha que influenciador não estuda, mas a gente estuda todos os dias. Sendo que, dependendo do que a gente for falar, é o tema que a gente for abordar. Então, um dia a gente pode estar estudando sobre suplementação. Às vezes é importante a gente saber do básico, para poder falar sobre o básico. Aí, outro dia, sobre um esporte. Eu fui estudar outro dia a história do triatlon, porque eu queria saber se alguém fosse me perguntar. Eu não virei triatleta? Eu
tenho
que saber. Até para você ter propriedade mesmo, para tocar no assunto.
Pois é, eu abri um salão, eu já tive um salão de beleza também, passei cinco anos com o salão. Eu também me formei, eu fiz curso de cabeleireiro, eu fiz curso de maquiagem, em Nova York, fiz curso aqui. Não porque eu queria ficar trabalhando de maquiadora e cabeleireiro o resto da vida, que eu sempre gostei mais da parte de marketing, de criar, de editar, de roteirizar. Sendo que eu queria saber, no meu salão,
ter
propriedade. Não, isso aqui não ficou bom, faço de novo. Eu queria sempre ter propriedade sobre o assunto, antes de eu abordar na internet. Então, foi por isso que, desde novinha, que eu busco me capacitar, independente de que seja um assunto fútil, um assunto mais sério, ou coisa do tipo, eu busco me capacitar. Eu só, obviamente, não entro em detalhes de nutrição, de onde um personal deva falar. Quando eu vejo que não é meu lugar de fala, eu também não entro muito a fundo. Eu sempre falo muito superficial. E quando eu preciso de algo, ainda mais, eu chamo o profissional da área e vou buscar.
E
peço para ele falar, para ele ter propriedade, para eu não acabar cometendo um erro, ou falar alguma coisa que eu não devia, alguma coisa errada.
E isso é muito legal para vocês entenderem que
aqueles
poucos segundos, ou aqueles minutos que vocês veem na frente das câmeras, eles, na verdade, são resultado de
um
planejamento, de um estudo. Algumas vezes, vai vir inspiração, vão vir inspirações.
Vem, às vezes vem.
Às vezes vão vir inspirações. Mas ali tem muito pensamento, tem muita... Dificilmente você vai ter aleatoriedade ali. Ou seja...
Todo mundo acha que é fácil,
né?
Todo
mundo acha. Se fosse fácil,
todo mundo seria forte, né?
Todo mundo seria forte, todo mundo seria belo,
todo mundo seria
rápido,
todo mundo seria
rico. Então, o que é
que
precisa fazer? Você entender que a consistência e jogar o jogo é o que faz a diferença.
Com certeza.
Porque as pessoas querem ter resultados diferentes
sem
fazer coisas diferentes.
Sem
fazer a diferença, é.
Sem se submeter
a
situações que coloquem elas, inclusive,
na
possibilidade de errar.
Porque
se você não se coloca na possibilidade de errar
e
for sempre na boa, deixa eu te contar,
só
na boa não vai te levar para outros patamares.
Eu
tenho certeza que você, assim como eu, no começo recebeu muita crítica, né?
Meu Deus.
Ah, quer aparecer,
blogueirinho. Mais um médico,
né? Não,
pensa... Peraí, você não está entendendo. O que é
que
um cirurgião cardíaco tem na cabeça
que
vai gravar vídeo
para
o YouTube, para o Facebook, na época?
Era
o YouTube e
o
Facebook.
Está
passando necessidade?
É.
Ou era do outro lado, quer aparecer mais que os outros? É. Qual que é a sua? O
que
é que isso está acontecendo? Chegava nas rodinhas de festas sociais,
motivo
de piada.
Piada,
sim. Mas
eu sempre via isso com muita empatia.
Porque
eu sabia o que eu estava fazendo.
Eu também. Eu nunca pensei em desistir ou parar. Quando eu via que quanto mais falavam de mim, mais eu crescia, mais acontecia coisas boas na minha vida, eu falava, eu acho que eu estou no caminho certo. E o importante é não ligar para a opinião alheia. Que muita gente para na vida por isso. Não vai para a academia às vezes porque acha que alguém vai tirar onda, vai rir porque você é iniciante e não consegue pegar muito peso. Às vezes a pessoa não grava por achar que não sabe falar. Gente, ninguém nasce sabendo de nada. Nem de treinar, nem de se relacionar, nem de gravar, nem de editar, nada. Tudo se aprende, tudo se constrói.
É tudo a constância, você vai virando uma pessoa excelente naquilo. Tudo que você faz repetidamente, você acaba ficando prático, ficando bom. Então, é não ter medo de errar e começar. O
que
pode acontecer é virar um aprendizado. É
você tentar
começar de novo, tentar outra coisa.
Sabe como é que uma pessoa pode ficar menos dependente de crítica?
Quer
saber?
Quero.
É
não depender de elogio.
Porque
se
você
depende de elogio para fazer qualquer coisa, você, quando não tiver aquele elogio, você não vai querer fazer.
Então,
se você faz qualquer coisa,
esperando
uma palma,
um
comentário,
um
aceno,
e
esse aceno não vier,
você
para. para não depender de crítica,
você
primeiro tem que aprender a não depender de elogio.
Porque
ele vindo ou não, você vai fazer porque você se determinou a fazer aquilo.
E
aí, a crítica vai ter peso zero para você. Porque se você já não depende de elogio,
a
crítica não vai te parar.
Coloca
o elogio e a crítica no mesmo... Isso
é muito o que eu
falei desde o começo, o mental. Você ter um mental forte e preparado para não precisar de elogio e para não ligar para críticas. Porque as pessoas não interessam, elas não vivem sua vida, elas não sabem o que você passou, o que você está passando,
o
que você quer conquistar. As pessoas são diferentes, elas não têm os mesmos objetivos, elas não têm os mesmos gostos, os mesmos hobbies. Então, ela não tem como criticar uma ação sua se ela não vive a sua vida.
Ela até pode criticar. Ela
até pode criticar, mas aquilo não pode
afetar. A crítica faz parte de uma pessoa que se expõe na internet, receber uma crítica porque as pessoas são diferentes
e
elas vão achar estranho aquilo, que não é algo da rotina delas, do hábito delas. Então, você tem que pegar isso e se fortalecer. Se também te fizer mal, se for algo que também te faça mal. Para mim, uma crítica, talvez, acho que poderia me interferir na minha vida seria se fosse de alguma pessoa que eu goste.
Aí a pessoa é próxima.
Próxima. Uma familiar, uma amiga, se for algo que
eu
desagradei, algo que eu fiz. Aí eu repenso. Eu também, às vezes, não mudo minha personalidade. Eu sempre fui muito de personalidade muito forte. Faço o que eu quero na hora que eu quero. Nem sempre acerto, mas eu acho que isso é
que
me faz ser a mulher que eu sou hoje. Com os meus erros, com os
meus
gostos. E eu sou eu. O bom é que hoje em dia eu acho que eu sou muito autêntica de não ligar para as críticas porque eu podia, nossa, desde o começo. Ai, não, o pessoal está achando isso, eu vou por aqui. Ai, não, o pessoal, não, eu digo, é, mas eu sou feliz assim. Pensa
comigo, quando na época que as pessoas famosas, elas não estavam nas redes sociais, porque a rede social não existia, a crítica que ela ouvia, qual era?
Da
revista semanal.
Só.
Então,
eles não tinham
muito contato com crítica.
Eles
cresciam muito mais
fazendo
o que tinha que ser feito do que
hoje
em dia, que as pessoas estão olhando se tem alguém falando mal, criticando, etc e tal.
Mas
o ponto é, decidiu fazer, se colocou naquele propósito,
só
vai. Depois analisa o que é que eu
posso
ter melhorado, ter feito errado, o
que
eu posso melhorar e corrige para a próxima.
E
outra, gente, você nunca recebe crítica construtiva de quem nunca construiu nada.
É
muito difícil você ver uma pessoa com shape na academia não te incentivando a ser uma pessoa melhor ou uma pessoa com boas condições financeiras não incentivando você a começar o que você está fazendo. Normalmente, quem mais critica é quem não construiu nada,
porque
às vezes não tem tempo livre, está incomodado com a própria vida, aqui é incomodar as alheias também, né? Tipo, ele não consegue, quer que os outros também não consigam para ver se ele se sente melhor. É muito difícil você ver alguém de alto patamar de sucesso nos negócios, na vida, criticando alguém, porque essa pessoa não tem nem tempo para isso. Não tem, não é, às
vezes a pessoa chega para mim e faz, você
viu que falaram da fulana,
digo, gente, eu estou acordando quatro
da
manhã, eu ainda dormi nove e meia da noite, exausto, você acha que eu tenho
tempo para ver o que a fulana
está
vestindo.
é
sério.
E
aí vai vir a resposta então, não vi.
Mas você tem que fazer, finge que viu.
Marina, me fala,
ao
longo desse tempo todo, anos e anos e anos que você influencia muita gente,
tem
alguma história que te marcou? Naturalmente,
pode
surgir algumas, várias, mas tem algum que você gostaria de compartilhar que
te
marcou por algum motivo, seja profissional ou de saúde
que
você viveu no ambiente de influenciar pessoas?
Deixa
eu pensar em um, porque você viu que eu sou
aqui, eu comentei várias, de
reality,
da
escola de samba, do meu desafio que foi morar no Rio de Janeiro um ano também,
que
também, bodei minha família e
fui
já de teatro lá. Então, para mim foi uma experiência muito desafiadora, porque eu fui, eu sempre, minha família sempre foi muito unida, assim, né? Eu fui sozinha morar no Rio, estudar teatro, então, quando eu cheguei lá e eu falei com o meu sotaque do Nordeste, a sala inteira, eu percebi o burburinho, sabe? Que todo mundo começava a rir
e
eu ainda não era, eu não tinha seguidor muito ainda, eu acho que eu tinha uns 200 mil, mas também ninguém sabia quando eu cheguei para morar no Rio de Janeiro. Então, eu já não sabia atuar,
eu
nunca tinha, nada, eu já era tímida, eu sempre fui muito tímida, por incrível que pareça, muita gente na internet é tímida, porque parece que se solta mais quando está nas câmaras, né? Eu tive que aprender a desenvolver isso, então, o teatro era justamente para me ajudar, sendo que eu acabei ficando mais tímida quando eu cheguei lá, porque as pessoas me,
o
professor fazia, pronto, Marina, aqui a fala, vamos fazer a cena, eu já ia para a cena nervosa, eu tinha que pensar, né? Decorar o texto, neutralizar o sotaque, porque a gente não podia falar com o sotaque e todo mundo ficava assistindo, era ao vivo, era todo mundo, você estava rindo de mim, eu ainda estava ali sem saber atuar, então, eu acho que foi um dos primeiros desafios que eu, digamos assim, na minha vida, porque depois eu passei por esses outros que eu já comentei
aqui,
mas esse foi um inicial, assim, que eu tive
que... Foi marcante para você, marcante,
que eu tive que amadurecer, sabe? E aí, daqui a pouco, eu fazia, não, mas eu vou conseguir, aí na outra aula, eu melhorava um pouquinho, aí na outra aula, eu ficava em casa estudando o texto, aí eu fazia fono também para melhorar o meu sotaque, tudo que eu queria aprender e melhorar, eu sabia os meios que eu precisava seguir para ter o resultado, tanto é que depois eu melhorei,
fui
chamada para vários clipes, participei de... Já fui apresentadora de programa também, aí depois eu fui desenvolvendo toda essa minha técnica, assim, de fala, de comunicação, que eu consegui melhorar bastante graças a esse meu desafio primeiro que eu quis
passar,
assim, grande na vida. Que
você se
colocou, né? Que
eu me
coloquei, assim, a troco de nada, digamos assim, tipo assim,
não
precisava, digamos assim. Mas você foi comprar uma experiência? Eu
fui comprar uma experiência, é. Podia estar no conforto aqui de Marcial, com os meus pais, né? Tipo assim, todo mundo fala que meu pai tem empresa, né? Que eu podia muito bem ter ficado com os negócios dele, e que eu fiz administração também,
me formei a administração. Seria na
cabeça de muita
gente o caminho natural. Seria na cabeça de muita gente o caminho mais
fácil, né? Digamos assim. E eu procurei meio que o caminho mais difícil que foi fazer o meu próprio império, digamos assim.
E nesse caso, e aí eu emendo a próxima pergunta, como é que
é
a Marina empreendedora e a Marina empresária?
Então,
no meu ramo empresarial, eu já, empresariei para vários lugares, né? Desde que eu me formei. Eu já tive loja de cosméticos, multimarcas, já tive o meu salão, já tive marca de maquiagem, já tive marca de, de coisas para cabelo. Aí, depois eu comecei a ter as collabs, muito que a gente faz com marcas, né? Que a gente faz parceria.
E
por muito tempo, eu tentei ser boa nas duas, sabe? Mas isso também estava me desgastando muito mentalmente
do
excesso de cobrança, de cuidar das duas partes. Então,
eu
falei, o que é
que
eu realmente gosto de fazer? E eu percebi que o que eu gosto de verdade não é ficar num escritório, pagando conta, lidando com...
Números.
Com funcionários, com números. Eu não... Era uma coisa que eu não gostava. Eu fazia mais pelo status de ser
empresária,
de ter aquilo. De parecer
empresária. De
parecer empresária. E eu também me dei conta que ser empresária não é só ter um negócio. Eu sou empresária, hoje em dia, me considero empresária. Eu administro um Instagram de 5 milhões de seguidores. Eu tenho funcionários, eu tenho empresas que trabalham comigo. É a minha empresa. Aquilo ali é a minha empresa. Sendo que é a empresa focada em algo que eu gosto, que é o ramo de marketing. Eu sempre amei roteirizar, gravar, editar, ter essa criatividade. Eu amo quando um vídeo meu viraliza, que eu vejo que uma ideia minha deu certo. Isso que me motiva, que me faz feliz, o retorno das pessoas. E não ficar num escritório, numa reunião, ou ter que demitir funcionário ou coisa do tipo.
Então, eu fui aos poucos me libertando disso. Quando
você entendeu que isso era um negócio empresarial?
Ah, isso foi muito cedo. Tipo assim, desde o Instagram começou, eu tinha 5 mil seguidores. As lojas começaram a deixar coisas lá em casa para mim, porque eu já tinha um pouquinho de seguidores a mais por conta das outras redes sociais. De Facebook, Orkut, que eu já atualizava sempre.
E
aí,
as
lojas começaram a me mandar e eu postava, vestindo, ou usando alguma coisa. É, de graça, digamos assim, né? Porque eu, eu só mandava o produto, eu gostava do produto. E aí, os seguidores começaram, de onde
é?
De onde
é? De onde é? De onde
é? Eram recebidos, né? O pessoal de onde é? Se eu desfilava de graça, fazia foto de graça, às vezes para ganhar uma blusa, uma peça, que, digamos
assim, eu não
precisava, mas
eu
gostava. Você estava pavimentando o seu caminho. Eu
estava criando ali que eu achava que depois ia me dar bons frutos. Então,
assim
que eu percebi, que tipo assim, eu falo, poxa, a empresa está vinda do produto, está sendo lucrativo para a empresa. Está sendo bom para os seguidores, que eles têm um meio ali de comunicação, onde é fácil o acesso para encontrar um serviço, um produto. E eu?
O que
é
que
eu estou ganhando com isso?
Você identificou
esse app? Eu identifiquei isso
logo, logo de cara. Então, eu comecei a cobrar, né? Na época, parei de aceitar recebidos, assim, cobrava obviamente muito
pouco.
Mas você fazia isso de maneira profissional? Passou a fazer de maneira profissional, eu digo, em relação ao negócio mesmo,
né?
Não.
Depois de quanto tempo?
Ah,
eu acho que depois de uns dois anos já. Eu acho que eu fiquei dois anos sozinha, assim, vendo, sentindo
o negócio
na raça. Eu mesma fazendo tudo, eu também era a minha assessora. Eu também que fazia tudo. E aí, depois que eu fui, né? Delegando outras funções, para eu poder
ter
mais, focar mais do que eu realmente queria.
Aham. Então, você entendeu muito cedo que você e a sua empresa, né?
Eu entendi logo cedo e a partir daí foi que eu falei que dentro da empresa a gente podia criar novos nichos, né? Novos rumos para a empresa,
a
empresa de maneiras diferentes, né? Que foi aí que eu fui tentando de um lado do outro também para me arriscar, para tentar.
Marina
Ferrari é uma marca hoje
em
dia?
Até
porque eu, com
certeza Marina Ferrari é uma marca hoje em dia. Até porque eu acho que tudo que eu, eu não arrependi nada que eu já investi. Porque eu acho que, tipo assim, pode às vezes um exemplo, um pó de maquiagem de Marina Ferrari não ter dado certo, assim, e a marca acabar tendo, não tendo, tipo assim, continuado no mercado.
Não continuou.
Mas, durante, enquanto ela estava no ar, foi muito bom para mim. Tipo assim, ter o produto ali para divulgar, foi conteúdo.
Fora que você aprendeu a
fazer. Aprendi a fazer. É, hoje em dia, o que tiver que fazer, eu já aprendi, acho que já fiz um pouco de tudo.
É,
essa experiência conta muito,
né?
Experiência conta. Eu falei do curso de cabeleireiro, do curso de maquiagem. Não trabalho com isso, mas se me chamar para fazer, eu faço.
É.
Qual
é, Marina, a sua receita simples para viver mais e melhor?
É,
atualmente, eu dou muito valor
a
coisas
simples. Eu
adoro assistir o Nascer do Sol. Eu adoro ficar com a minha família. Eu adoro
estar
saudável para praticar meus esportes. Tanto é que eu, até hoje, eu recebo pessoas falando, ai, Mari, você devia morar em São Paulo, você devia viajar mais para lá para poder
estar
monetizando mais, né? O seu Instagram, perto de pessoas famosas, para ganhar mais seguidores, para ganhar mais dinheiro. Eu falo, gente,
mas
eu sou tão feliz em Maceió. Eu sou tão feliz em acordar na minha casa, na minha praia, com a minha família. Obviamente que se eu estivesse no começo da minha carreira, eu faria muitas abdicações, igual eu já fiz, para chegar onde eu estou. Mas, graças a Deus, com a instabilidade que eu tenho hoje, né, financeiramente falando, eu consigo escolher onde eu trabalho, da onde eu trabalho, com quem eu ando, os ambientes que eu frequento. Então, eu sei que, para mim, eu gosto mais de sair com os meus amigos aqui em Maceió, eu gosto mais de estar com a minha família, eu gosto de frequentar os meus ambientes, as minhas praias, sabe, me dar essa tranquilidade. Quando eu viajo,
eu,
tipo, trabalho, obviamente, eu gosto de trabalhar, fazer o que eu faço, mas,
a
minha paz, assim, digamos que é a minha rotina, aqui, fazendo
coisas
simples mesmo,
do dia a dia. Então, a sua
receita para viver mais e melhor é aproveitar o que é simples, sem complicar?
Sim, cuidar da minha saúde, cuidar do, é o que eu falei do começo, né, tipo assim, todos os dias eu tentasse a minha melhor versão. Como é que eu sou a minha melhor versão, né, estudando para a área do Criar Conhecimento, estando com a minha família para ter paz, cuidando do meu corpo, para a minha autoestima, e para a minha saúde, a minha alimentação. Então, quando esse combo se reúne, né, tipo, tem um equilíbrio aí, eu acredito que eu encontro mais a felicidade, assim, essas coisas me fazem feliz. E outra coisa que me deixa muito feliz é conquistar o que o dinheiro não pode comprar. Nossa, para mim isso não tem preço.
Um exemplo, um pódio, quando eu desfilei na escola de samba, quando eu chego no final de um programa, eu estar participando de coisas que, tipo assim, se alguém quiser pagar para estar aqui, às vezes não pode, sabe, a pessoa é convidada para isso. então, eu acho que é muito merecedor, porque muita gente acha que eu só tenho o que eu tenho porque minha família tinha condições.
Eu
digo, minha família não me colocou na fazenda, minha família não me colocou em cada canto que eu cheguei. Eu dou ali por marido meu, entendeu? Então, tipo, a prova que eu vou finalizar de triatlon,
se
me botarem todo o dinheiro do mundo para uma pessoa, ela não vai conseguir finalizar, ela não vai conseguir concluir uma prova de você pedalar 90 quilômetros, nadar 1.800 metros e correr 21 quilômetros. Ela não, dinheiro nenhum compra isso. É o mérito da pessoa que treinou para isso.
É, isso é muito forte, hein? Isso vai ficar entre aspas aí, conquistar o que o dinheiro não pode comprar. É verdade.
O
que você constrói, tudo que você constrói que o dinheiro não pode comprar, o dinheiro também não tira, viu? Então, valorizem isso.
É
importantíssimo.
Me
fale uma coisa boa que você faz todo dia e uma coisa que você sabe que é boa, mas que você nunca faz.
A
coisa que é boa que eu faço todos os dias é para falar uma coisa básica ou uma coisa diferente? Você que sabe.
Eu
agradeço
todos
os dias. Porque eu podia falar o básico, né? Que é me alimentar saudável, treinar,
estudar, trabalhar. Mas eu acho que é
agradecer
você
na minha vida. Sabe assim, eu sei tão grata já a tudo que tenho e aí eu acho que eu atraio mais coisa boa para a minha vida. Eu sou muito, como eu falei, eu sou muito enérgica, então eu uso muito minha lei da atração. Então eu penso sempre positivo. Ai, quebrou a luz. Eita, mas que bom que foi hoje, não foi ontem, que ontem eu tive uma gravação aqui. Agora eu posso resolver. Sabe? Choveu. Então por isso que nada, é muito difícil alguma coisa tipo assim, me super estressar, tem que ser algo realmente muito grave, assim, para me tirar do sério, e me tirar do meu eixo. Então acho que eu atraio muito isso. Isso, acho que
é
uma coisa muito positiva em mim, que é essa minha energia de atrair coisas boas.
E
uma coisa ruim...
Não, uma coisa boa, mas que você nunca faz.
Ah, sim.
Você sabe que é boa, mas você não faz
direito.
Terapia. Todo mundo faz.
Tá devendo.
Eu
tô
devendo. Eu tinha entrado e saí,
tinha entrado e saí. Eu vou falar outra.
Dormi muito.
Dormi mais.
Dormi
mais. Mas
isso aí eu tento. Até tento, mas realmente, às vezes a mente, né, muito acelerada e pensativa. Mas é outra coisa que eu tô tendo a incluir na minha rotina. Tipo assim, eu coloquei alguns, algumas metas para esse ano, né. É, óbvio, de esporte, né, que eu já tô seguindo. Eu coloquei de inglês também, que eu voltei a estudar inglês. Que eu quero fazer, ter uma previsão de fazer um intercâmbiozinho também, porque eu queria falar fluente em inglês.
Aí
tem essa meta da terapia, que eu ainda não voltei.
E
a meta de ser mais organizada, que eu sou um pouco bagunceira também em casa, sabe. Então, eu também tô tentando fazer isso, um exemplo. Eu bagunço isso aqui. Aí eu tento pensar e voltar para o lugar. Porque se deixar,
como
eu sou acelerada,
eu
deixo bagunçada aqui, deixo bagunçada ali, quando eu vejo já tá uma bagunça. Aí eu fico me sentindo agoniada por toda a bagunça, né. Porque todo mundo gosta de ter um ambiente organizado, limpo e tal. Então, aí quando eu me organizo, eu me sinto melhor. Aí eu tô tentando ainda também melhorar isso, que é algo que desde nova eu sofro com isso, né. Meu pai disse que eu sou muito desatenta e desligada. Então, é por isso que eu vou... Sabe quando você tá fazendo uma coisa, daqui a pouco você vai resolver outra, aí daqui a pouco eu
tô
no celular, aí
eu tenho esse... Sei, exatamente.
É um defeitozinho assim. Sei, exatamente.
Defeito. E essa é uma característica, né.
É
uma característica. Eu quero fazer um gancho que a Marina falou aqui, pra vocês fazerem um paralelo entre vocês. Tá, gente? É o seguinte.
O que
ela falou? Eu agradeço, né.
E
tento sempre ver as coisas pelo lado positivo. Tem muita gente que tá acompanhando a gente aqui, Marina, que não tem essa saúde toda, porque já adoeceu, doenças graves, ou porque
descobriu uma
doença bem no comecinho. Tipo assim, putz, descobri que tenho pressão alta. 26 anos, 30 anos, 40 anos, tenho pressão alta.
O
outro, eu descobri que tô com umas plaquinhas de gordura numa artéria do pescoço que no futuro pode me trazer um problema. Ou XY, mil coisas. Ah, tô com a glicose aumentando, virando pré-diabético. Mil coisas.
E
eu falo assim, quando a pessoa descobre, agradeça. Como assim agradecer por um negócio desse que eu descobri? Agradeça.
porque
sempre poderia ser pior.
Você
poderia ter descoberto tarde demais.
Você
poderia ter descoberto depois de uma sequela grave.
Você
poderia nem ter descoberto
e
quando isso fosse aparecer, fosse já num infarto, num derrame cerebral.
Se
você já teve uma doença, agradeça porque poderia ser pior agora. Faça por onde
isso não
piorar.
Em
tudo dá graças. Tá na Bíblia. Tessalonicense 518.
Em
tudo dá graças.
Pode
parecer contraditório, mas é a maior verdade que existe. Porque como sempre pode ser pior, agradeça.
E
lute pra que tudo melhore. Seja porque já tá ótimo, mas pode ser melhor ainda. Ou seja porque você descobriu algo diferente
que
pode voltar a melhorar. Então fica esse essa reflexão pra todos vocês aí. Não reclamarem, não praguejarem, e sim agradecer e fazer por onde melhorar.
Eu também, quando eu tava, quando eu tinha a
minha
primeira lesão, né, que aí, tipo assim, eu fui na época que eu tava muito viciada no começo da corrida e tal, tal.
E
aí eu tava muito feliz que eu tava evoluindo, conseguindo pódios. E aí, eu me lesionei. Aí eu falei,
e
agora? Eu fiquei em fase de negação, assim. Eu achava que que eu ia ficar boa na outra semana, eu não entendia, né? E eu continuava correndo e com dor e piorando. Aí eu acordava triste e eu fazia, meu Deus, não é possível isso. Aí daqui a pouco foi passando o tempo, eu me conformei. Falei, ó, vou ter que passar um mês sem correr, vou passar um mês sem correr. Acho que passei dois. Assim, tipo, aí no primeiro mês foi muito difícil porque eu fiquei nessa de tipo assim, pensando só, por quê? Por quê? Eu treino tanto e tal. Sou forte. Só que aí depois, nesses dois meses que eu fiquei sem correr, eu aproveitei que eu tava com mais tempo livre, né? Eu não tava mais acordando às cinco da manhã.
Eu aproveitei mais pra dormir. Eu comecei a ler um livro, eu comecei a viajar com minha família, eu comecei a fazer outras coisas que eu não tava tendo tempo com a corrida. Sabe assim, quando eu tinha parado pra... Aí depois eu falei, caramba, como foi bom também, no fundo. Esse tempo assim que eu dei pra me reconectar assim
comigo
e voltei mais forte. Voltei com gás, voltei com tudo. Se eu não tivesse parado, eu ia ficar insistindo naquela lesão ali até... Não sei quanto.
Até não melhorar
mais.
Eu, tipo, aceitei que tinha acontecido isso comigo, né? Obviamente, tinha dito que eu acordava bem, tinha dito que
eu
acordava triste por causa disso. Não vou mentir, mas eu sempre, durante o dia, eu tentava fazer coisas que falassem, não, mas pelo menos, sabe como você falou, né? Não, mas pelo menos eu tô aqui com minha família, mas pelo menos eu
tô
trabalhando, mas pelo menos eu ainda posso treinar. Eu ficava muito feliz por isso,
eu
não precisei deixar de ir pra academia. Então, podia ser pior. Eu podia estar sem...
Poderíssimo. Fazer
musculação. Aí, aí tocava uma ferida maior
do
que a corrida.
Mas é assim, o raciocínio tem que ser esse. Por quê? Porque
se
você ficar triste ou alegre, não vai mudar o fato.
Não é.
Então, vamos lidar com o fato de maneira positiva? Esse é o ponto de vista.
Pra
finalizar, Marina, imagina
que
agora você acabou de receber um superpoder.
Eu
vou dizer qual é, tá? Tá.
O
superpoder é o seguinte. Imagina que as pessoas do mundo inteiro vão fazer exatamente o que você mandar,
o
que você orientar
a
partir do momento que você falar olhando pra aquela câmera ali. Certo?
Certo.
Qual
é
a
sua ordem?
Vamos lá.
Como
eu falei, né? Eu tenho tatuada aqui, eu tenho uma frase lá na minha casa também, na minha parede, bem grande assim, em LED, que é seja a sua melhor versão. Que foi o que eu falei aqui no começo.
Que
é todos os dias quando você acordar, em tudo o que você fizer, você vai tentar dar o seu melhor. Então,
se
você vai optar por sua alimentação, você pensa no seu cuidado, no seu corpo, onde você quer chegar, suas metas que você tenha e opta pela opção mais saudável. Se você vai no treino, mesmo cansada, pensa como um privilégio. Tem gente que não podia estar pagando na academia, que não tinha horário pra ir pra academia. Então, coloca uma música boa, tira como um tempo pra você. Então, pensa que vai ser, vai ter uma recompensa depois daquilo. Quando você tiver um tempo livre, não fica vendo vídeos inúteis, lendo coisas inúteis na internet, que não vai agregar nada na sua vida. Tente otimizar o seu tempo com coisas que agregam. Então, você vai ler e vai ver vídeos que mudem algo na sua vida.
Nem que seja até uma dica de maquiagem, mas é algo que você aprendeu ali a fazer e vai te capacitar como pessoa. Então, quando for também andar em ambientes, procure ambientes que te agregam, que te somam, que são pessoas que te amam, pessoas inteligentes, pessoas que têm, que querem coisas grandes na vida, grandiosidades, que pensam grandes, não que só falam dos outros, só falam besteira, que não vai, vai realmente fazer a perda de tempo.
Então, acho que na minha vida, eu acho que eu cresci muito profissionalmente, interiormente, mentalmente, porque eu soube o ambiente que eu queria andar, eu soube o que eu tinha que estudar, eu soube o que eu tinha que comer, o que eu tinha que fazer, coisas que eu tinha que abdicar para alcançar esse sucesso. Então, o poder que eu tenho é que você transforma a sua vida tendo bons hábitos, fazendo boas escolhas, principalmente em relacionamento, é uma falta que eu falo muito no meu Instagram, porque eu acho que
é
uma das decisões mais importantes que você toma na vida, é a pessoa que vai estar do seu lado. Ela influencia no que você come, no que você fala, às vezes, no quanto você dorme, na sua ansiedade, na sua felicidade, na sua tristeza. Então, às vezes, tem muita gente que tem medo de sair de relacionamento, com medo de ser criticado, ou que não vai viver feliz sem outra pessoa, e você vai.
Porque se você for uma pessoa que cuida do seu, for forte mentalmente, fisicamente, com tudo isso, você vai conseguir se libertar muito mais fácil, e ter essa liberdade de escolha de vida, poder comprar o que você quiser, poder depois comer o que você quiser, depois andar nos ambientes que você quiser, mas para chegar lá, você precisa abdicar do que está te colocando para baixo. A vida é como se fosse uma âncora, assim, e você tem que pegar um balão, assim, e te puxar para cima.
Então, seja a sua melhor versão, e faça tudo isso.
Eu tenho várias frases, assim, que eu gosto, é tipo, eu me recuso a afundar também,
é
tipo, tudo que você está puxando para baixo, eu falo, não,
eu
não quero isso para a minha vida, eu quero subir, eu quero ir lá, eu pense positivo em tudo que você for fazer.
Tem uma, eu olhei, você não tem essa marca aí, mas não que eu vi, there's a will, there's a way, você já viu?
Não.
Se existe um desejo, existe um caminho.
Sim.
Eu vou te mostrar o desenho, como é que ela
é,
a minha irmã tem essa tatuagem,
eu
acho muito bonita, eu não tatuei em mim,
mas
eu acho muito bonita a dela. Sim. If there's a will, there's a way. Se existe um desejo, existe um caminho.
Sempre existe um caminho. Obviamente, para algumas pessoas, dependendo da vida, é mais difícil, né, mas
impossível,
vou dizer assim, que não é, que eu já vi casos, já presenciei casos, assim,
de
situações muito difíceis que as pessoas conseguiram se desafiar,
se
superar
e
alcançar grandes feitos.
Muito
bem, Marina,
vou
te dar um presentinho aqui, escolha entre essas duas garrafas. Eu
quero é
grande, que eu bebo muita água,
porque eu sou
saudável.
Então, toma esse presente,
para você lembrar do café com carne. Obrigada, Sérgio, adorei. Já vou
levar hoje, que eu já vou treinar, ainda vou treinar depois daqui, porque eu
não parei, ainda deixo de ter de
também.
Olha aí, que beleza,
que
deu para encaixar a agenda, então.
Deu
para encaixar,
vai dar tempo
de tudo. Pois
é.
Agora, conta para a gente, como é que você, como é que as pessoas podem te encontrar nas redes sociais, quais são as redes?
Meu
Instagram é MarinaFerrariG, meu TikTok também, eu posto bastante lá, MarinaFerrariOF, e eu posto várias dicas, tipo, de tudo. Na verdade, é o meu nicho atual, hoje em dia, o que eu mais pratico, assim, é o fitness, mas eu falo de beleza, eu falo de viagem, falo de lucros, falo de família, eu mostro uma rotina, assim, leve, simples, motivadora, né, e também muito verdadeira. Eu acho que eu sou muito verdadeira nas redes sociais.
E aí, por isso que conecta tanto e vai crescendo, Deus abençoe a
sua
jornada.
Amém, todos nós. Seja
sempre crescente e ajudando as pessoas, influenciando as pessoas com a sua vida real.
Se
inscreva aqui no canal, faça a ativação do sininho das notificações, se você estiver vendo no Spotify também, se inscreva no YouTube também.
Se
estiver vendo os trechinhos no Instagram ou aqui também, compartilhe, porque eu tenho certeza que você lembrou de alguém quando a gente tocou em determinados assuntos.
Marina, obrigado pelo papo maravilhoso
aqui no nosso Café com Carro de Podcast. Vai ser uma honra poder continuar a estar acompanhando você e ter trazido você para os braços do nosso público.
Uma honra para mim também estar aqui. Foi uma conversa muito gostosa. Você tem um diálogo muito natural, né, muito tranquilo. Um papo muito gostoso. A gente podia ficar aqui por horas,
né, a tarde inteira,
que ia ser bom. Mas é
isso.
Obrigadão
aí. Obrigado. A certeza que
os vídeos vão bombar
aí, vão
viralizar aí bastante.
Show de bola.