Urgência e Emergência | Prof. André Rodrigues | 14/05 às 19h30
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Chapitres
Répartition du ton (temps de parole politique)
Propositif 100 %
Affirmations vérifiables (citations exactes)
- 21:59PrésentateurFait
« Alteração paroxística de atividade motora autolimitada, com ou sem alteração da consciência. »
- 25:13PrésentateurFait
« A convulsão febril tende a ser localizada em membros superiores. »
- 25:38PrésentateurFait
« A febre de 39 graus em média é desencadeadora da convulsão. »
- 26:06PrésentateurFait
« A convulsão febril ocorre entre 6 meses e 5 anos de idade. »
- 27:03PrésentateurFait
« Não há relação com história familiar de convulsão febril. »
- 27:20PrésentateurFait
« O tratamento do primeiro episódio deve ser com fenobarbital 5 mg por quilo de peso. »
Temps de parole
- Présentateur86 %
- Invité11 %
- ?4 %
≈ 34 interruptions / 10 min (chevauchements et interjections détectés).
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Bonne
soir, c'est le prof. André Rodríguez, ici dans l'Enfconcursus. Aujourd'hui,
on
va parler d
'un
sujet, un sujet qui a beaucoup plus en progrès. Si vous ne connaissez
pas,
vous
ne
connaissez
pas, vous ne
connaissez pas ici dans l'Enfconcurus de l'Urgències et l'Emergències. Je suis le prof. André, je suis enfermeur, je suis gradué de
l
'Université de Brasília. Je travaille avec l'Urgències et l'Emergències a beaucoup de temps, surtout dans le campagne de
l
'atelier pour l'hospital, car je suis le corps de l'hospital,
je suis le corps
de l'hospital, je
suis
le corps de
l
'hospital.
Aujourd
'hui,
nous
allons parler d'un tema très intéressant, que sont les crises convulsives, un tema que cae beaucoup en concurs. Bastante même. Je sais que dans la miniatura du vidéo de vous, n'appareil que c
'est
crise convulsive. Mais aujourd
'hui, nous
allons parler, especificement, sobre crise convulsive.
Si
vous avez une question,
dans
cette live de 30 minutes, et que vous voulez dire, vous pouvez dire à andrérodrigues193.com andrérodrigues193.com Comme je disais, en autres lives,
le
esquema va être de la manière suivante. Nous allons travailler, le audio est bon? Nous allons travailler, cette première partie, mais avec des exercices. Je trouvais 6 ou 7 exercices, tout bien ? De certaines banques distinctes, pour travailler avec vous ici.
Qu
'est-ce que
nous allons faire? Qu'est-ce que nous allons travailler avec
nous ? Pour plus d'une heure après, je vais travailler tout le contenu de théorique sur les crises convulsives. Crise focal, crise generalizada, quelques concepts, quelques classifications, des signes et symptômes, des conductes pré-hospitales durant la crise, des conductes pré-hospitales pós-crise ou des conductes hospitales aussi. Quel est la pharmacoterapie que nous allons utiliser, dans une crise que est auto-limitada, dans une crise que est un état de mal épiléptique, nous allons parler aussi sur les définies de l'état épiléptique, que sont les crises plus prolongées. Tout cela nous allons parler dans l'art de l'alum. En cette partie, nous allons travailler avec des exercices.
Deixons-nous un bonjour pour le personnel, un bonjour, un général pour le personnel, et vous allez dire, vous qui êtes maintenant dans la live, vous allez dire de où vous êtes, et vous allez dire de
où
vous êtes. Nous allons, Lucas Silva, bonne nuit, Lucas. Eliomar Gomes, de Crateus. Oh, Lucas, de où est-ce que
vous êtes
? Vous n'avez dit de où vous êtes. Eliomar Gomes, bonne nuit à tous. Crateus, Ceará. Fala-se, né, Lucas ? Eu que me enganei aqui. As aulas têm me ajudado muito. A gente fica muito feliz com isso, Lucas. A gente poder colaborar com vocês no entendimento das urgências e emergências e os outros professores também nos outros campos assistenciais. Então, Lucas é de Guarulhos, Valéria lá de Piauí, Teresina. Bluebird, que nome chique, hein ? Bluebird, Pássaro Azul. Boa noite, Bluebird. Ingrid Yasmin, boa noite. Boa noite, Camila. Boa noite, Francis, de Salvador. Boa noite, Yara Almeida. Boa noite, Beni, de Camassari, Bahia. O Beni e a Francis, vizinhos aí, em Camassari e Salvador.
Vanessa Ibiapina, de Campo Maior, Piauí. Boa noite. Larissa Marçal. Não acabou, não, Larissa. Está começando agora. Yara, lá de Palmas. Jequié Bahia, Alay Barros. Cadê, cadê, cadê ? Iô Silva,
de
Salvador. Vanessa Ibiapina. Camila Silva, de Iracê. Boa noite para vocês, gente. Cadê ?
Mais,
mais, mais, mais. Mônica, de Salvador. Mônica Salvador, de Sergipe. Deixa eu me corrigir. Mônica Salvador, de Sergipe. Cadê ?
Sergipe, o
pessoal falou. Ah, eu fui assistir uma aula sua. Aí, parei de assistir. Só fica no celular. Dois minutinhos para
o
Boa Noite. Aguarda aí. Apenas dois minutinhos para
o
Boa Noite, para a gente falar com a galera. Afinal de contas, essa é a graça da interação aqui, né. Cadê ? Manhoaçu, Minas Gerais. Conterrano Mineiro. Ai, que bom, deu tempo de fazer a gente conversar. Bruna Rodrigues, boa noite. Mélode, boa noite. Mélode, Conterrano aqui de Brasília. André Rodrigues. Bruna Rodrigues. Iqua, I... Eu vou falar esse nome. Eu sempre, nunca consegui. Itacoaco, Excetuba, São Paulo. Andréia Moraes. Cadê, cadê, cadê, pessoal de Alagoas. Franciele, Juliana, Nerburgo aqui de Brasília. Boa noite, Conterrana. Cadê, cadê, cadê ? Lucas Silva, por que que febre causa convulsão ? Esse é um assunto que vai ficar na área do aluno, tudo bem ? Vamos lá, vamos lá.
Boa noite, Bonito Pernambuco.
Cadê,
eu vou falar esse nome de novo não, viu Bruna. Já tentei aqui, vou falar de novo. Eita,
tá, tá, tá,
tá, tá, tá. Aí de São Paulo. Cia Norte, a quesia lá de Cia Norte no Piau, no Paraná. Piau, não, Paraná. A Larissa aqui de Brasília, boa noite. Isabelle, Guto. Eita, tem um monte de gente na sala hoje. Não vou conseguir falar da boa noite para todo mundo, não. Rapaz, é gente demais da conta. Ingrid Yasmin aqui de Brasília, pessoal de Betim, já morei do lado aí em Belo Horizonte. Natal, Rio Grande do Norte. Boa noite, todo mundo. Beleza
?
Deixa eu, mais uma vez, avisar para você que chegou agora. Igual essa dúvida da convulsão febril. Nós não vamos falar disso agora não, porque eu vou falar na área do aluno. Se você ainda não fez a aquisição do seu pacote do aluno,
você
está perdendo tempo. Tudo bem ? É importante a gente fazer esses exercícios, essas explicações aqui dos 31 minutos, mas
a
gente deixa um conteúdo mais extenso ainda para mais uma hora da área do aluno. Então, não perde tempo.
Se
eu não me engano,
é
um pouco mais de R$190 o pacote aqui. Eu não sei especificar direitinho, mas é um investimento num preço acessível para um ano de estudo, pessoal. Um ano de estudo.
Ainda
mais você que trabalha, tem que fazer o seu tempo, não tem condição de ir em um curso presencial. Vem aqui para o Família Enfo Concurso, vem fazer o seu curso na área do aluno, seu curso mais completo. Faça a aquisição, liga para o pessoal aqui e faz a aquisição. Tudo bem ? Vamos lá, então. Então, se você tem dúvida, não consegui responder aqui sua dúvida, andrerodrigues193.com Então, crise convulsiva é a nossa aula de hoje. Beleza ? Ô, Gabriel, essa aula aqui não está disponível agora na live, não. Só para a área do aluno, né
?
Só na área do aluno, né ? Então, mais uma vantagem. Essa aula que você está vendo aqui, esses slides, você que tem na área do aluno, você consegue fazer o download dessa aula. Aqui na live você não consegue ainda. Então, vamos lá para o nosso primeiro exercício de crise convulsiva. Como eu disse, pessoal, crise convulsiva é um assunto que cai bastante em concurso. Não costuma ser questões difíceis. Tudo bem ? Não costuma ser. A não ser que sejam bancas muito específicas, que aí, muitas vezes, vêm lascando. Geralmente, a questão é mais difícil quando fala de medicação ou alguns conceitos que, usualmente, não se trabalha tanto. Mas, no geral, não costuma ser questões tão difíceis.
Mas, não é difícil para aquela pessoa que estuda. Se existe,
se
existe
um
assunto em que todo mundo acha que sabe muito, os leigos principalmente, é a crise convulsiva. É crise convulsiva e queimadura. É muito comum a gente, bombeiro militar, pessoal do SAMU, muitas vezes a gente está desuniformizado na rua e para para socorrer na nossa folga uma crise convulsiva.
E
aí, pessoal, é um tumulto. Por quê ? Porque todo mundo acha que sabe alguma coisa sobre crise convulsiva. Você começa a atender à crise convulsiva, está lá no início da crise convulsiva atendendo e não existe tanta coisa a ser feita assim durante a crise. De repente, vem um eco lá do fundo. Abre a boca dele, dele, dele, dele. Desenrola a língua dele, dele, dele, dele. De repente, aquilo começa a ressoar em todo mundo e começa aquele tumulto. Tem que abrir a boca, tem que desenrolar a língua. A língua está desenrolando. Toma aqui uma colher para você fazer a alavanca e abrir a boca dele. Todo mundo acha que sabe alguma coisa da crise convulsiva. Por isso mesmo, ela é cercada de muitos mitos.
E o seu examinador sabe sobre esses mitos. E ele costuma colocar muitas vezes isso na prova. Eu sei que para muita gente, esses mitos já não existem mais. Mas para muito concurseiro, inclusive profissional de saúde, que estuda cinco anos lá fazendo enfermagem, cinco anos, mas acredita no que o povo fala.
E
aí vai para a prova, cheio dessas teorias populares, chega lá e ó, pemba,
perde
a questão. Aí você perde uma questão fácil, onde a maioria vai acertar, e aí você fica de fora por causa de um ponto e meio, de um ponto. Beleza? Mas vamos lá então. Primeira questão. Ah, danada aqui ó. Oferecendo gabarito. Eu não gosto dessas marcações por isso. Vamos lá. As convulsões, a questão da funiversa aqui de 2016, gente. Ah não, não é possível. Cadê aqui? Como é que melhora isso aqui? Gabriel, cadê? Caneta.
Aqui,
né? Caneta. Aquela outra caneta não está aqui não? Cadê? Espera aí, gente. Não está aqui não.
Está
aqui, achei. Vamos lá. Pessoal, as convulsões podem ter como causas epilepsia, febre alta, intoxicações dos lesões cerebrais. Então aqui a gente já mata um assunto. Até aqui ó. Causas da crise convulsiva. Claro que tem muito mais, muito mais. Mas já são algumas causas. A vítima cai inconsciente.
Vamos
lá. Nem toda convulsão você tem inconsciência. Já vai uma coisa aí. Ah, mas e aí? Qual convulsão que
não
tem consciência? Vai ficar parada do aluno. Seu corpo fica tenso e ela se debate violentamente, com espasmos musculares durante dois a quatro minutos. Está falando da crise generalizada. Aqui, conceito de crise generalizada. Ao presenciar um caso de convulsão, deve-se. Vamos lá. Então, o
que
é a alternativa correta? O que a gente deve fazer? Tentar abrir a boca da vítima para que ela respire e não morda a língua. Volto a dizer, o examinador sabe disso, que todo mundo pensa que tem que abrir a boca da vítima.
Que
ela vai morder a língua. Se morder a língua,
vai
matar essa pessoa? Não vai. Emergência a gente liga com aquilo que é prioritário. Com aquilo que pode tirar a vida dessa pessoa a curto prazo. Isso aqui é conduta na crise convulsiva? De forma alguma. Nós não vamos, em hipótese alguma, tentar abrir a boca da pessoa, muito mais com o seu dedo. A não ser que você seja muito corajoso. Eu estou te falando.
Não
faz. Ah, quer meter o dedo lá? Responsabilidade sua. Segurar a vítima para que ela não se machuque enquanto se debate. Nós não vamos segurar os movimentos paroxísticos dessa vítima.
Nós
vamos, no máximo, apoiar a cabeça. Também não vamos segurar a cabeça, porque senão ela vai se debater. Vou fazer força contrária e aumento o risco de lesão. Colocar compressas frias sobre a testa da vítima. Qual a relação?
Tem
relação alguma com nada isso aqui. Monitorar os sinais vitais. Pois a vítima poderá entrar em choque e ter uma parada respiratória. Vamos lá. Monitorar os sinais vitais. Isso é importante? Sim. Pós-crise. Pós-crise. Aqui está falando presencial na convulsão. A convulsão está existindo. Pós-crise, nós vamos monitorar os sinais vitais. Agora, como é que eu vou monitorar os sinais vitais durante a crise? Não tem como, gente. Como é
que
eu vou aferir frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial, com a vítima tendo abalos intensos, violentos, abalos musculares. Não tem como. Choque associado à crise convulsiva? Muito pouco e improvável. Pode ter parada respiratória? Pode. Pode. Lá no estado epilético, que são crises muito prolongadas. Nas crises, geralmente, autolimitadas, o risco de parada respiratória é muito baixo. Consequentemente, cardiorrespiratória também. Tá bom? Então, monitorar os sinais vitais faz parte do procedimento, mas após a crise apenas. Item também errado. Afrouxar as roupas da vítima e deixar que ela se debata até os movimentos pararem.
O que ele está dizendo para você é que a maioria das crises são autolimitadas. Elas vão parar sozinhas. Afrouxo roupas? Sim. Vou mais além? Vou. Posso apoiar a cabeça, retirar objetos que estejam em volta para preservar a segurança da pessoa. Então,
nós
temos aqui a letra E como gabarito dessa questão. Beleza, pessoal? Tranquilo com isso? Vamos seguir em frente, que a gente tem mais alguns exercícios para fazer aqui.
Vou
passar devagar aqui para não ter problema. Então, agora, a Fundação Getúlio Vargas, questão recente também,
em
2016.
Um
senhor de 45 anos sofreu uma crise convulsiva durante o horário de trabalho.
Nesse
caso, a pessoa que presta socorro deve colocá-la em local seguro. E, em seguida, vamos lá, esse colocar em local seguro também é uma outra complicação, né? A gente retira o perigo de perto da vítima.
A
gente, no geral, não leva a vítima para longe do perigo. Afinal, ela está tendo uma crise convulsiva.
Como
é que eu vou segurar essa pessoa? Mas é algo que o próprio enunciado da questão trouxe. Vou considerar? Sim, porque geralmente o enunciado não me faz afirmações
que
eu devo julgar.
A.
Segurá-lo firmemente para evitar convulsões. Falamos aqui agora. Nós não vamos segurar, nós não vamos conter os movimentos da vítima. Tá bom? B. Proteger sua cabeça para evitar traumas. C. Oferecer água com açúcar para ajudá-la na recuperação. O que tem relação nisso aqui? Se a vítima estiver tendo uma hipoglicemia, tudo bem, né? Uma água com açúcar. 150 ml de água com açúcar. Uma colher de açúcar dentro da água. Pode? Pode. Mas em caso de hipoglicemia. Puxar sua língua para evitar aquela sufoco. Eu fico imaginando que ela puxando a língua do negócio. Algo até esdrúxulo para se pensar. Também não. Sentá-lo para facilitar a sua respiração. Ele está convulsionando, né?
Está convulsionando e você sentando o indivíduo. Ele convulsionando e você lá sentando o indivíduo. De forma alguma também. Qual a correta aqui, pessoal? Proteger sua cabeça para evitar traumas.
E
é muito comum que vítimas em crise convulsiva que não tenham proteção na cabeça sofram traumas na região hospital.
É
muito comum. Porque os abalos são intensos. E ela começa a se debater e a cabeça contra o solo vai machucar. Por isso, eu protejo a região da cabeça. Ou com a minha mão apoiando... Não é segurando. Apoiando a cabeça. Ou posso colocar um lençol dobrado, um pano dobrado, uma toalha dobrada, uma almofada para apoiar esses movimentos e evitar choque contra o solo. Então, após colocar em local seguro, proteger sua cabeça para evitar traumas. Gabarito. A letra B, de bravo. Beleza? Questão 3.
A
crise convulsiva é
uma
das ocorrências comuns em áreas urbanas. De fato, acontece demais, né, pessoal?
A
Organização Mundial de Saúde estima que até 10% da população mundial tenha pelo menos uma convulsão durante toda a vida. Eu espero não ter. Tudo bem? 10% da população mundial. Não espero estar nesses 10%. Diante de um episódio de crise convulsiva em via pública, durante a prestação dos primeiros socorros à vítima,
a
medida contraindicada, ou seja, o que não é para ser feito,
é,
vamos lá, afastar a pessoa de lugares perigosos, colocando-a deitada no chão, retirando óculos, colares e anéis. Isso é uma conduta? Sim. O que ele quer, o que é contraindicado. A letra A não é contraindicado. É uma conduta. Volto a dizer, o mais apropriado é retirarmos o perigo de perto da pessoa. Retira a mesa, retira a cadeira de volta, retira objetos e não levar a vítima para longe do perigo.
Por
que? Corre o risco dela se machucar numa queda, porque ela está tendo abalos involuntários. Então, a letra A não pode ser.
B,
forçar a abertura da boca, afastar a língua com a mão para evitar que seja mordida e que haja suvocação. C, proteger a cabeça da vítima, deixando-a livre para ajudar a agitar-se à vontade durante o tempo de crise convulsiva. Sim, até agora, isso é o
que
eu mais falei, a proteção da cabeça. D, manter a vítima de barriga para cima e a cabeça em posição lateral
para
evitar engasgos. Essa lateralização da cabeça, quando possível ser feita,
o
mais apropriado é a lateralização do corpo, porque se ela está fazendo uma crise convulsiva e tem os abalos nessa região da cabeça, se eu tentar virar a cabeça, eu vou acabar fazendo o movimento contrário.
Então,
é mais apropriado que eu gire o corpo e apoie o corpo naquela posição. Principalmente se a vítima manifestar, fizer, se ela o rei. Salivação intensa. E aí ela pode se engasgar com a própria saliva, tudo bem? Muitas vezes até sangue presente. Então, essa lateralização é importante. É uma conduta a ser feita. É, ao final da crise convulsiva, evitar alimentar ou dar água para a vítima e acionar suporte médico de emergência. Certinho. O que eu não devo fazer aqui, hipótese alguma? Forçar a abertura da boca. Afastar a língua com a mão para evitar que seja mordida e que haja sua vocação. Não. Isso não deve ser feito.
Então,
a medida contraindicada para a gente,
letra
B, de Bravo. Beleza, pessoal? Tranquilo com isso? Vamos seguir em frente.
Tem
alguma pergunta aí, ou, Gabriel, se tiver, você pode me falar, se tiver tempo de responder.
Olha
lá, a questão um pouco mais trabalhosa, tá bom? FCC 2013, por São Carlos Chagas. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, OMS, até 10% da população mundial, mais uma vez, o mesmo anunciado, né? Daquela outra, o mesmo anunciado.
Uma
cópia. Vamos lá. Só um detalhe aqui para a gente perceber aqui, uma coisa. FGV
e
agora FCC. São bancas diferentes, mas usaram a mesma informação. Até 10% da população mundial tem ao menos uma convulsão durante toda a vida. Considerando-se esse dado estatístico, em primeiros socorros, é importante saber o que fazer e o que não fazer com a vítima de crise convulsiva. Nas nossas aulas, muitas vezes, a gente monta esses slides, né? Primeiro o que fazer, segundo o que não fazer. Ou na ordem inversa, que é muito importante. Principalmente quando a gente está falando para leigo. É muito importante ensiná-lo o que não fazer.
Vamos
lá. O que fazer? Vamos ver se isso é certo ou errado. O que fazer? Manter a vítima com a cabeça lateralizada para evitar engasgo. Isso eu devo fazer? Sim. Então, isso está certo.
O
1 está certo.
Vamos
lá. Seguindo em frente.
O
que não fazer? Forçar a abertura da boca da vítima mantendo-a aberta para evitar a respiração. Gente, é uma conduta que eu não devo fazer? É. Então, aqui também está certo. Olha o
que
ele está dizendo. O que eu não devo fazer relacionando isso com isso. De fato, eu não devo fazer.
3.
O que fazer? Manter a vítima deitada de bruxos. E ainda tem uma dica. De barriga para baixo.
Isso
é um procedimento que eu devo fazer? Fica lá, deitadão lá. Respiração dificultada. Não posso fazer isso. Então, aqui está errado.
4.
O que não fazer? Jogar água no rosto da vítima. Gente, jogar água no rosto da vítima é algo que eu não devo fazer? Sim, não é? Então, aqui também está certo. Eu não devo jogar água no rosto da vítima. Para que ficar jogando água no rosto da vítima? Me fala. Álcool no pulso aqui radial, né? Tudo no... É um monte de coisa que surge. Então, isso é o que eu não devo fazer. Então, vamos lá. Estão corretos os descritos em 1, 1, 2 e 4. Vamos lá? 1, 2 e 4 apenas. Letra Bravo. Gabarito correto para essa questão. Mamão com açúcar, né pessoal? Por isso que eu digo. Tipo de questão que a gente não pode ficar se dando ao luxo de perder numa prova.
Uma
prova, no geral, a gente vai ter itens de fácil compreensão, de fácil resolução, de média e de alta complexidade na resolução.
Se
eu tiver que perder algum ponto em prova por estratégia, tem que ser as
de
difícil resolução. Quando muito, as médias. As fáceis, não. As fáceis, geralmente, todo mundo vai acertar.
Ou
a maioria vai acertar. Se eu me dou o luxo de ficar perdendo questão fácil,
lá
na difícil, eu vou errar. Aí eu aumento as minhas penalizações e acabo ficando de fora por causa disso. É uma estratégia que você deve manter. Questão fácil deve ir com sangue no olho e, oh, tem que ser gabarito correto. Tá bom?
Bebi
uma aguinha aqui. Não sei que banca é essa não. Farruz, 2016. A alteração paroxística. Eu trouxe essa questão por causa dessa definição.
É
importante essa definição porque muitas vezes a gente não encontra com termos tão técnicos assim. Alteração paroxística de atividade motora autolimitada
com
ou sem alteração da consciência. Lembram daquele conceito lá atrás que ele coloca a convulsão como tendo sempre perda de consciência? Olha o que ele fala aqui. Tendo ou não perda de consciência. Isso é certo.
Nas
crises focais nós não observamos perda de consciência muitas vezes.
A
não ser que seja uma focal complexa.
Agora,
nas generalizadas nós percebemos perda de consciência.
Então,
a perda de consciência não é algo intrínseco à crise convulsiva. Nem todas vão apresentar isso. Tudo bem? Ou sem alteração da consciência ou comportamento provocada por uma atividade elétrica anormal. geralmente, pessoal, uma alta frequência de despolarização neuronal.
Alta
frequência de despolarização neuronal. É neurônio disparando o tempo todo.
Olha
aqui, atividade elétrica anormal. Isso aqui é definição de que, pessoal? De convulsão.
De
convulsão.
Só
que o examinador malandramente coloca lá epilepsia na sua prova.
A
epilepsia é uma doença neurológica.
Doença
neurológica. Que, quando não controlada, vai apresentar alteração paroxística de atividade motor autolimitada, com se alteração no nível de consciência ou comportamento provocada por uma atividade elétrica normal. Quando a epilepsia não é controlada, aí vem isso.
Aí
vem a convulsão. Essa definição é de convulsão. mas malandramente
o
examinador vai lá e coloca os dois termos para te confundir. Beleza?
Ah,
por que não pode ser convulsão febril?
Porque
teria que dizer aqui que foi causada por febre.
Porque,
embora na convulsão febril o conceito possa ser o mesmo,
ela
especificamente foi causada por febre.
Isso
aqui é um conceito geral.
Conceito
geral, conceito amplo. Então,
é
convulsão a resposta para isso aqui.
Mas
ele coloca essas opções para te confundir na prova. Não caia nisso, não entra em desespero. Para, respira direitinho e depois segue em frente.
Então,
convulsão a nossa resposta.
Tudo
bem?
Acho
que isso aqui é o nosso último exercício.
Em
relação aos pacientes com história de convulsão febril, ó, convulsão febril, assinale a alternativa correta. Vamos lá.
A
convulsão febril tende a ser localizada em membros superiores.
A
febre de 39 graus em média é desencadeadora da convulsão.
A
convulsão febril ocorre entre 6 meses e 5 anos de idade.
Não
há relação com história familiar de convulsão febril.
O
tratamento do primeiro episódio deve ser com fenobarbital 5 mg
por
quilo de peso.
Vamos
lá, uma a uma então. Presta atenção. A convulsão febril tende a ser localizada em membros superiores. Pessoal, convulsão febril segue o mesmo padrão de convulsão.
Se
eu tenho os dois hemisférios cerebrais atingidos, vai ter normalmente uma crise generalizada. Se eu tenho apenas o hemisfério, uma área focal, eu tenho uma crise focal. Então, não quer dizer que a febril vai ser focada num membro específico. Então, está errado por isso. A febre de 39 graus em média desencadeadora da convulsão. Ainda que mães pensem isso, não posso deixar meu filho chegar em 39. Não posso deixar meu filho chegar em 39. Geralmente, a desencadeadora é de febres maiores do que isso. Não tem nada afirmando que uma febre de média de 89 graus é a desencadeadora. Nada que afirme que ela é desencadeadora. Tudo bem? Essa é a temperatura especificamente. Então, não.
A convulsão febril ocorre entre 6 meses e 5 anos de idade. Você já viu adulto ter convulsão febril? Alguém em casa vai falar eu já. Sempre tem alguém que fala eu já. Mas é altamente incomum.
É
incomum abaixo dos 6 meses e é incomum acima dos 5 anos de idade. Então, é um conceito correto aqui. A convulsão febril ocorre entre 6 meses e 5 anos de idade. Essa é a nossa alternativa correta. É um dado verdadeiro sobre a convulsão febril. É um dado correto. Essa é a amplitude faixa etária onde mais acontece. 6 meses de idade até 5 anos de idade. Então, está correto. Já marca logo um C aí.
Beleza? Não
há relação com história familiar de convulsão febril. Há relação. Existe essa correlação. Indivíduos que têm convulsão febril, quando você observa, outros indivíduos da mesma família também tiveram convulsão febril.
O
tratamento do primeiro episódio deve ser com fenobarbital. Pessoal, convulsão febril geralmente você trata na causa, na febre, reduzindo a temperatura.
Porque,
no geral, as convulsões febris, elas são também autolimitadas. Convulsões autolimitadas, no geral, nós tratamos a causa. A hipoglicemia, vamos dar a glicose, a dar a dextrose para a pessoa.
Tudo
bem? Do mesmo jeito aqui na convulsão febril. E fenobarbital,
no
geral, é um fármaco que é utilizado em substituição à fenitoína nas crises convulsivas no estado epilético, são crises convulsivas mais prolongadas, decorrente de intoxicações agudas, de crise de abstinência, aí entra o fenobarbital no lugar da fenitoína. Isso nós vamos falar agora na segunda parte da aula. Quando é que entra o diazepam, quando é que entra o midazolam, quando entra a fenitoína, quando entra o fenobarbital, nós vamos falar na segunda parte da aula. Beleza? Então, essa questão está errada por causa disso também. Nesse caso, especificamente, letra C é a nossa resposta.
Então,
meus queridos, nós fizemos agora seis questões, seis questões aqui sobre crise convulsiva. Se te resta dúvida ainda sobre isso, você pode entrar em contato, aviso, informe mais uma vez, no andrerodrigues193 arroba gmail ponto com.
Se
você vai para do aluno, até logo mais. Se você encerra sua participação aqui, mais uma vez,
faz
adesão ao nosso pacote, perde tempo não. Até a próxima, uma boa noite.
Essa
aula termina agora, para você que está assistindo ela gratuitamente, mas ela continua dentro da área do aluno, lá no módulo de aulas ao vivo, para você que é aluno do curso completo de enfermagem para o concurso. Se você ainda não é aluno do curso completo de enfermagem para o concurso, deixa eu falar para você um pouquinho do que é hoje um dos melhores e mais interativos cursos de enfermagem para o concurso online do Brasil. O curso completo do Enficoncurso, ele traz para você toda a teoria gravada em mais de 900 videoaulas.
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